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Dicas e Curiosidades

23 dados para entender a luta contra a pandemia de Aids

por Isabela Giordan em 01/12/20

Enquanto o mundo tenta lidar com as consequências da pandemia de covid-19, há outra pandemia à espreita que começou a quase 40 anos e ainda é uma epidemia global: a pandemia de aids

Também conhecida como Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, esse é o último estágio da infecção causada pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV). Apesar da enfermidade ter sido reconhecida em 1981, o primeiro caso registrado de morte por aids ocorreu em Kinshasa, no Congo, no ano de 1959.

Já a descoberta do vírus reponsável pela doença ocorreu em 1983dois anos e meio desde o paciente zero até a identificação do vírus, considerado um tempo recorde para a época. Ainda que existam controvérsias, o cientista francês Luc Montagnier e Françoise Barre-Sinoussi receberam, em 2008, o prêmio Nobel de Medicina por conseguiu isolar o vírus e desvendar qual era a causa da doença.

Foto original: AP/Mario Suriani
dados hiv e aids
Com cartaz "Aids: nós precisamos de pesquisa, não de histeria", estadunidenses protestam a favor de
pesquisas científicas sobre a Aids na 14ª Parada anual do Orgulho Gay e Lésbico de Nova York, em 1983

Segundo dados do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids), atualmente, existem cerca de 38 milhões de pessoas convivendo com o HIV

Como uma das formas de aumentar a conscientização sobre o vírus e tentar diminuir a contaminação, a Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu 1º de dezembro como o Dia Mundial da Luta contra a Aids. Em 2020, o tema da campanha é "Solidariedade global, responsabilidade compartilhada", a fim de garantir a manutenção dos serviços essenciais de HIV mesmo durante a pandemia de covid-19.

Para entender a importância da luta contra o preconceito e da conscientização sobre o tema, veja abaixo 23 dados e fatos sobre a aids e o HIV no Brasil e no mundo

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HIV e aids no mundo

  • De acordo com dados da Unaids, cerca de 75 milhões de pessoas já se contaminaram com o vírus do HIV desde 1981, o início da pandemia. 
  • A pesquisa do programa da Nações Unidas também aponta que 32,7 milhões de pessoas morrerram por doenças relacionadas à AIDS.
  • 81% das pessoas soropositivas, ou seja, com contaminadas com o HIV sabem que possuem o vírus. Porém, mais de 7,1 milhões convivem com o vírus, mas ainda não sabem.
  • Apenas em 2019, 1,7 milhão de pessoas se infectaram com o vírus do HIV.

HIV e aids no Brasil 

  • Apesar de existirem suspeitas de que o primeiro caso de aids no Brasil tenha ocorrido em 1980, foi apenas em 1982, na cidade de São Paulo (SP) em que houve o registro e o primeiro dignóstico de um brasileiro com a doença. 
  • A resposta do governo à pandemia de aids surgiu anos depois, logo após o fim da ditadura militar. Em 1986, o Ministério da Saúde lançou o Programa Nacional de DST e Aids, formado por cientistas e membros de organizações da sociedade civil. 

  • Em 1985, surge no Brasil o Grupo de Apoio à Prevenção à Aids (GAPA), primeiro ONG brasileira e da América Latina de apoio na prevenção e pela luta contra a aids. 
  • De acordo com o boletim epidemiológico mais recente divulgado pelo Ministério da Saúde, de 1980 a julho de 2019 foram identificados 966.058 casos de aids no Brasil. A taxa anual é de 39 mil novos casos.
  • Já sobre diagnósticos de HIV, o boletim aponta que apenas em 2018 cerca de 43 mil novos casos foram registrados.
  • Entre os anos de 2014 e 2018 foram evitados 12 mil casos de aids e a mortalidade caiu em 22,8% em cinco anos
Qual é a diferença entre HIV e aids?

O HIV é o vírus causador da doença da aids. Uma pessoa infectada pelo vírus podem viver por anos sem ter qualquer tipo de sintoma. Já a aids é considerado o estágio mais avançado dessa infecção, quando outras doenças infecciosas oportunistas como, por exemplo, tuberculose e pneumonia, podem se aproveitar da baixa imunidade causada pelo vírus.

Preconceito na sociedade

  • Um dos grandes vilões na pandemia de aids é o preconceito. Quando a doença surgiu, criou-se o mito de que a enfermidade era uma "peste gay", algo que foi desmentido por pesquisas e dados. 
  • No mundo, a doença chegou a ser chamada de "doença dos 5H": homossexuais, hemofílicos, haitianos, heroinômanos (usuários de heroína injetável) e hookers, em alusão aos profissionais do sexo.  
  • Em 2017, dra. Georgiana Braga-Orillard disse em entrevista à Super Rede Boa Vontade de Comunicação que um dos maiores obstáculos para a prevenção da aids é o preconceito: "Precisamos, ainda, trabalhar bastante a discriminação, pois ela faz com que as pessoas ainda não se previnam, não se testem e não se tratem."
  • Segundo o Índice de Estigma em relação às pessoas convivendo com HIV/Aids da Unaids, oito em dez pessoas soropositivas têm dificuldades em contar que vivem com o vírus. 
  • O levantamento divulgado pelo Unaids apontou que 64,1% das pessoas que possuem HIV/aids sofreram alguma forma de discriminação, 46,3% ouviram algum tipo de comentário negativo no ambiente social, 41% foram recriminados pela própria família, 25% pessoas sofreu assédio verbal, cerca de 20% perderam emprego ou fonte de renda, 17% foram excluídos de atividades sociais e 6% afirmaram ter sido agredido.

Tratamento e cura

  • Ainda não há uma cura para o HIV, porém há a possibilidade de diminuir a carga viral com os medicamentos antirretrovirais (ARV), que foram desenvolvidos em meados da década de 80. 
  • De acordo com o Ministério da Saúde esses remédios "agem inibindo a multiplicação do HIV no organismo e, consequentemente, evitam o enfraquecimento do sistema imunológico. O desenvolvimento e a evolução dos antirretrovirais para tratar o HIV transformaram o que antes era uma infecção quase sempre fatal em uma condição crônica controlável, apesar de ainda não haver cura."
  • No Brasil, a terapia antirretroviral é distribuída gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e, desde 2013, é garantido tratamento para pessoas que convivem com o HIV independentemente da carga viral. Segundo o site do governo, no momento, existem 22 medicamentos disponíveis no País.
  • Além disso, há cientistas ao redor do mundo que estão em busca de uma cura para a doença e de uma vacina para evitar o contágio do vírus. 
  • Apesar da evolução dos tratamentos, a Fiocruz aponta que a melhor melhor forma de evitar o prolongamento da pandemia é a prevenção. "Para evitar a transmissão da aids, recomenda-se o uso de preservativo durante as relações sexuais, a utilização de seringas e agulhas descartáveis e o uso de luvas para manipular feridas e líquidos corporais, bem como testar previamente sangue e hemoderivados para transfusão."
  • Para o caso de gestantes com o vírus do HIV, é possível evitar a transmissão para o bebê por meio do uso dos antirretrovirais e evitar a amamentação. 
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