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Vestibular e Enem

5 temas que podem cair na prova do Enem 2018

por Natália Plascak Jorge em 24/10/18 82 mil visualizações

Se você já está se preparando, deve estar imaginando quais temas podem cair na prova do Enem 2018. Para ajudar a diminuir um pouco essa angústia, o professor Felipe Ribeiro, do sistema de ensino COC by Pearson, listou 5 temas que você pode dar aquela reforçada nos estudos porque eles podem ser cobrados no exame deste ano.

5 temas que podem cair na prova do Enem 2018

  1. Convergência de mídia
    A cultura da convergência, proposta por Henry Jenkins, está relacionada, mas não se limita, à hibridação de novas e velhas mídias, fenômeno que implica na reconfiguração, reapropriação e intercâmbio de conteúdos entre indústria, comércio, serviços, público e, principalmente, tecnologias. Nesse contexto, a convergência de mídia pode ser observada na tendência de os meios tradicionais de comunicação aliarem a internet e todo o suporte que ela oferece ao seu negócio, a fim de ampliarem seu alcance e estarem mais presentes no mundo online, ao qual as pessoas passam cada vez mais tempo conectadas.
    Os meios de comunicação tradicionais têm perdido espaço para a internet assim como audiência e número de assinaturas. Por isso, esses meios têm utilizado o mundo digital para reconquistar espaço e confiança. Consequentemente, o fluxo de conteúdo entre as plataformas é acompanhado de migração dos públicos, acontecendo um grande cruzamento entre mídias alternativas e de massa.
    “A tecnologia vive em constante aperfeiçoamento, e nós temos que acompanhar esse movimento diariamente. As mudanças culturais resultantes da convergência de mídia devem estar no radar dos candidatos, pois podem ser cobradas nas questões da prova ou mesmo na redação”, lembra o professor.
  2. 50 anos do “ano que não terminou” (1968)
    O ano de 1968 deixou sua marca na história brasileira da ditadura militar. Em 2018, faz 50 anos que estudantes foram mortos e presos e que os intelectuais e religiosos foram para as ruas e sofreram com a repressão.
    Além disso, houve o decreto do Ato Institucional Número Cinco (AI-5), o mais severo dos atos institucionais estabelecidos pelo presidente da época, Artur da Costa e Silva. O resultado disso foi a perda de mandato dos parlamentares contrários aos militares, intervenções e a tortura, bastante utilizada pelo Estado naquele tempo, o que fez o ano de 1968 ficar conhecido como o ano que não terminou.
    “Historicamente, esse ano foi um marco para o povo brasileiro. Por conta dos 50 anos desse período de intensas manifestações estudantis, o Enem pode cobrar conhecimentos sobre essas questões”, conta o professor Felipe.
  3. Ativismo judicial
    Se antes, assim como futebol e religião, dizia-se que política era um assunto que não se discutia, atualmente esse é um dos temas mais presentes no dia a dia dos cidadãos, e não apenas nos noticiários.
    O Poder Judiciário também tem entrado nessa pauta de discussões e é cada vez mais frequente a emissão de opinião política dos agentes desse Poder, o que gera assíduas discussões e testa o equilíbrio dos poderes. O ativismo judicial ocorre quando o Judiciário muda interpretações de leis, especialmente da Constituição, para favorecer posições políticas, expandindo o sentido e o alcance das leis. Isso, muitas vezes, é visto como intromissão do Judiciário no Legislativo e no Executivo.
    Paralelamente, há a judicialização da política, quando questões sociais são resolvidas no Judiciário, que dirime conflitos e transfere decisões dos outros poderes, de modo a estabelecer normas e condutas a serem seguidas por todos os poderes.
    É importante notar que o ativismo judicial nem sempre é visto como prejudicial, uma vez que ele acaba por concretizar direitos fundamentais sociais.
    “Não só por ser um ano de eleição, mas por todo o contexto brasileiro político e econômico dos últimos anos, os assuntos relacionados à política e poder devem ser bastante cobrados na prova”, explica o professor.
  4. Negacionismo
    O termo negacionismo surgiu após a derrota da Alemanha na Segunda Guerra Mundial, em um contexto em que um grupo pregava a ideia de que o Holocausto era invenção e nunca teria acontecido. Nos dias de hoje, esse termo é usado para nomear grupos que, por diversas razões, não aceitam teses consensuais amparadas em fatos e estudos.
    Nos últimos anos, várias teorias científicas, com robustas evidências a seu favor, vêm sendo contestadas por grupos sociais que não necessariamente fazem parte da comunidade científica. Um movimento que ganhou força nos últimos tempos foi o dos “terraplanistas”, pessoas que sustentam que a Terra é plana e que todo o resto é uma mentira inventada pela Nasa e pelos governos.
    “Esse é um tema com bastante potencial para ser abordado nas questões de Ciências da Natureza do Enem. Os candidatos devem estar atentos às discussões que ocorrem sobre isso, para que possam reconhecer argumentos válidos utilizados por cada grupo”, destaca Felipe.
  5. Fake news, eleições e democracia
    Com as fontes de informação cada vez mais descentralizadas e o boom das redes sociais, a velocidade para que uma notícia se espalhe mundialmente é infinitamente maior do que 15 anos atrás. Isso faz essa prática, que não é nova, ganhar novamente os holofotes e gerar diversas discussões sobre realidade e mentira.
    Em 2018, o mês de outubro será marcado pelas eleições presidenciais no Brasil. Assim, esse deve ser um assunto bastante abordado pelos candidatos, tomando como base os debates que envolveram o tema nas eleições presidenciais dos Estados Unidos em 2016.
    “Discutir as relações entre fake news, defesa da democracia e o cenário eleitoral brasileiro será um grande desafio para quem for prestar a prova. Isso porque esse tema deve ser abordado em algumas questões, pedindo contextualização do estudante”, conclui o professor.

E você? Já está estudando? Quais são as suas apostas? Quais temas você acha que vão cair na prova do Enem 2018?

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