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Dicas e Curiosidades

Dia do Livro: veja quais são os favoritos da redação da Revista QB

por Caroline Sassatelli em 23/04/19 1,4 mil visualizações

Nesta terça-feira (23) é comemorado o Dia Mundial do Livro. A data é a oportunidade perfeita para a gente tirar a poeira de todos os exemplares que temos guardados e atualizar nossa estante com muitas dicas de leitura. E falando em dicas, é claro que o pessoal da Revista Quero não poderia ficar de fora.


Reunimos quais são os livros favoritos dos profissionais que fazem acontecer todos os conteúdos -que vocês amam por aqui. Confira (e não deixe de comentar também quais são os seus livros preferidos, hein?):

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- Caroline Sassatelli

O apanhador no campo de centeio, J.D. Salinger

"Li esse livro no colégio e nunca mais me esqueci dele. Acho que foi a primeira leitura que tive que saiu do mundo “infanto-juvenil”. Ele se passa em 1949 e conta a história de Holden Caulfiend que, apesar de seus 17 anos, faz uma reflexão sobre sua vida, angústias, alienação e superficialidade da sociedade. Tudo isso tornou o personagem um ícone de “rebelião” e do questionamento do "normal" para os jovens de todas as décadas."

O apanhador no campo de centeio, J.D. Salinger

Capitães de Areia, Jorge Amado

"Esse clássico do Jorge Amado é praticamente obrigatório para todo mundo que deseja entender um mundo que saia um pouco da sua “bolha”. O romance se passa em Salvador, na Bahia, e retrata o cotidiano de um grupo de meninos de rua liderado por Pedro Bala, um garoto loiro e filho de um grevista que foi morto no cais. A história mostra não apenas os assaltos e as atitudes violentas dos meninos, mas também a evolução de seus pensamentos e todo seu envolvimento na questão da defesa do proletariado."

Capitães de Areia, Jorge Amado

Chico Mendes - Crime e Castigo, Zuenir Ventura

"Li esse livro no segundo ano da faculdade de Jornalismo e o “devorei” em dois dias. É, na verdade, um livro-reportagem escrito a partir de uma série de matérias feitas para o “Jornal do Brasil”, onde Ventura trabalhava. Elas investigam o assassinato do seringueiro e ambientalista brasileiro, mas vão muito além disso. O autor foi até o Acre e mergulhou na história das pessoas de lá para conseguir entender o cenário não apenas do crime, mas de tudo o que acontecia naquele local (inclusive com as pessoas). Acho um bom exemplo de “sujar os sapatos” para quem quer seguir para a área da reportagem."

Chico Mendes - Crime e Castigo, Zuenir Ventura

- Fabio Volpe

Dracula, de Bram Stoker

"Sempre preferi os livros de não-ficção, especialmente os que abordam personagens, fatos ou momentos históricos. Uma das poucas obras de ficção que entram na minha lista de favoritos é Dracula, de Bram Stoker, livro do final do século 19 que tornou seu protagonista um ícone dos filmes de terror. Cada capítulo da obra é parte do diário de um dos personagens, recurso bastante original para época e que mostra a mesma história sobre diferentes pontos de vista."

Dracula, de Bram Stoker

O Reino e o Poder, de Gay Talese

"Para quem se interessa por jornalismo, um dos livros imperdíveis para ter na estante. A história de um dos mais importantes jornais do mundo, o The New York Times, narrada por por Gay Talese. Este jornalista norte-americano é um dos principais nomes do chamado New Journalism, estilo que ganhou destaque a partir dos anos 70 ao unir características dos textos jornalísticos com recursos literários."

O Reino e o Poder, de Gay Talese

Minha Razão de Viver, de Samuel Wainer

"Muitas biografias estão entre os meus livros favoritos. Indico essa pelo valor simbólico que teve para mim: foi o primeiro livro que li ao entrar na faculdade de jornalismo. Ele traz a trajetória de Samuel Wainer, fundador do jornal Última Hora nos anos 50. A obra retrata a carreira de jornalista e empreendedor de Wainer em um período bastante conturbado e polarizado da história do Brasil, do final da Era Vargas até a ditadura militar iniciada em 1964."

Minha Razão de Viver, de Samuel Wainer

- Giovana Murça

A cor púrpura, Alice Walker

"O romance da escritora e ativista Alice Walker, de 1982, me tirou muitas lágrimas, risos e suspiros. Ela conta a história de Celie, uma garota de 14 anos muito pobre, abusada pelo próprio pai e obrigada a se casar com um homem desconhecido. A narrativa é contada por meio das cartas que Celie, que é quase analfabeta, escreve para Deus e para sua irmã. O livro trata sobre racismo, machismo, amizade e amor entre duas mulheres."

A cor púrpura, Alice Walker

O sentimento do mundo, Carlos Drummond de Andrade

"Conheci esse livro na época do vestibular e me apaixonei. É um livro curtinho, de 28 poemas dá pra ler e reler várias vezes, publicado em 1940. Nele, Drummond retrata toda sua angústia, medo, amor e esperança em relação ao mundo pós-Primeira Guerra e que vivia vários regimes totalitários. São poemas fáceis de ler e cheios de significados que vão além do período entreguerras."

O sentimento do mundo, Carlos Drummond de Andrade

Cidade de Deus, Paulo Lins

"Por meio das histórias de Inferninho (Cabeleira), Pardalzinho (Bené) e Zé Miúdo (Zé Pequeno), o romance nos choca ao retratar a realidade violenta e o tráfico de drogas da comunidade Cidade de Deus, no Rio de Janeiro. Com um olhar de dentro para fora, o livro nos faz sentir e compreender melhor a realidade social e econômica do Brasil dos anos 1980 e 1990, denunciando vários problemas sociais. A história ficou famosa no cinema e na TV com 'Cidade de Deus' e 'Cidade dos Homens' e, infelizmente, ainda narra uma realidade atual."

Cidade de Deus, Paulo Lins


- Isabela Giordan

Americanah, Chimamanda Ngozi Adichie

"Esse livro é um dos meus favoritos. Ele levanta questões raciais, de imigração e de aceitação das próprias raízes – territoriais e ou mesmo ao tipo de cabelo. A protagonista, Ifemelu, levanta diversas perguntas e hipóteses que as pessoas não estão acostumadas a ouvir."

Americanah, Chimamanda Ngozi Adichie

Toda a série de “Os Karas”, Pedro Bandeira

"Essa série, de 1984, é formada por cinco volumes: A Droga da Obediência (1984), Pântano de Sangue (1987), Anjo da Morte (1988), A Droga do Amor (1994) e A Droga de Americana (1999). Eles contam a história de um grupo formado por cinco jovens, Crânio, Miguel, Chumbinho, Magri e Calu. No início da trajetória eles aparecem estudando no Colégio Elite e bancando detetives. Com o tempo, o leitor acompanha também o crescimento deles."

Série “Os Karas”, Pedro Bandeira

Persépolis, Marjane Satrapi

"Esse quadrinho todo feito em preto e branco é uma autobiografia da autora Marjane Satrapi. Acho esse livro realmente incrível. Ele segue uma linha cronológica que parte da infância de Marjane no Irã, sua ida à Europa como adolescente e, então, sua volta já como adulta ao país natal (mas com uma visão bem diferente sobre todo aquele cenário). Apesar de ter sido lançado inicialmente em 4 volumes, hoje Persépolis pode ser encontrado em sua edição completa."

Persépolis, Marjane Satrapi

- Marcela Coelho

Abusado - O Dono do Morro Dona Marta, Caco Barcellos

"Os livros-reportagens são os meus prediletos. Mas indico 'Abusado' por ser o primeiro desse gênero que li ao começar o curso de jornalismo. Embora tenha mais de 500 páginas, a obra prende o leitor do começo ao fim. O livro é surpreendente! Lançado em 2003, Caco Barcellos conta a história de vida de 'Juliano VP', nome fictício de um dos traficantes mais procurados no Rio de Janeiro, o Márcio Amaro de Oliveira. Ao mesmo tempo, mostra o desenvolvimento da favela e a luta diária de seus moradores para enfrentar o preconceito, a proximidade com as drogas e a relação conturbada com a polícia."

Abusado - O Dono do Morro Dona Marta, Caco Barcellos


Mayombe, Pepetela

"Conheci Mayombe assim que foi incluído na lista de livros obrigatórios para o vestibular 2017 da Fuvest. Foi a minha primeira experiência com a literatura africana e achei incrível! É uma obra superenvolvente, escrita durante a participação do escritor angolano Artur Carlos Maurício Pestana dos Santos (Pepetela) na guerra de libertação de Angola na década de 70. Ele relata o cotidiano dos combatentes do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), trazendo à tona os sentimentos do grupo, convicções e diferenças sociais e culturais que eles precisam enfrentar para alcançar os seus objetivos. Toda a narrativa passa-se numa grande floresta de Angola, o Mayombe, que dá nome ao livro."

Mayombe, Pepetela

1984, George Orwell

"Gosto do clássico 1984 pois, apesar de ter sido publicado em 1949, parece sempre muito atual. Escrito pelo jornalista, ensaísta e romancista britânico George Orwell, a obra descreve um mundo em que absolutamente tudo (sentimentos, comidas, sexo, conversas, etc.) era controlado pelo Estado, conhecido como o Grande Irmão. O protagonista é Winston Smith, funcionário do Ministério da Verdade, que tem a função de falsificar registros históricos a fim de moldar o passado aos interesses do presente. Winston odeia o sistema, mas só passa a acreditar numa possível rebelião depois de se apaixonar por Julia, uma colega de trabalho."

1984, George Orwell

- Maria Fernanda Alves

Fahrenheit 451, Ray Bradbury

"Li o Fahrenheit 451 em uma disciplina do primeiro ano minha graduação de Letras. Confesso que comecei a ler sem muito envolvimento, lendo apenas por obrigação. Mas o livro ganhou minha atenção e foi lido em apenas 3 dias. Muito fácil traçar um paralelo entre a distopia apresentada no livro com a atualidade brasileira em diversos aspectos."

Fahrenheit 451, Ray Bradbury

Hibisco roxo, Chimamanda Ngozi Adichie

"Peguei esse livro emprestado com uma colega de república e não fazia ideia de como me marcaria. Graças a esse livro, pude revisitar algumas certezas que tinha a respeito de família, sucesso, liberdade e religião. Chimamanda aborda de uma forma sutil temas muito densos de uma realidade que, mesmo se passando na Nigéria, se aproxima da realidade de muitos lares brasileiros."

Hibisco roxo, Chimamanda Ngozi Adichie

Quarto de despejo: o diário de uma favelada, Carolina Maria de Jesus

"O Quarto de Despejo foi um livro que me fez chorar em muitas páginas. Trata-se do diário da catadora de papel Carolina Maria de Jesus. A autora compartilha sua rotina, na década de 50, com seus três filhos. Eles viviam em um barraco na favela do Canindé em São Paulo sendo agredidos pela fome e abandono."

Quarto de despejo: o diário de uma favelada, Carolina Maria de Jesus

- Mathias Sallit

O Código da Vinci, Dan Brown

"Foi um livro muito importante para mim porque me despertou o gosto e o prazer pela leitura. A história é um suspense que deixa o leitor intrigado e preso no que vai acontecer em cada capítulo. Dan Brown usa fatos, símbolos e diversos componentes históricos que dão uma cara de realidade para o enredo fictício. O leitor viaja pelas avenidas, igrejas e museus mais famosos de Paris e Londres, com passagem não menos importante pelo interior da Escócia, acompanhando os mistérios por trás de sociedades secretas antigas e segredos da Igreja."

O Código da Vinci, Dan Brown

As Veias Abertas da América Latina, Eduardo Galeano

"Esse livro é de 1971. Quando li, 47 anos depois, parecia que estava lendo relatos de contextos contemporâneos. Escrevendo com sua sensibilidade, Galeano traça um panorama histórico do que acontece nos países latino-americanos desde a chegada dos europeus e mostra como as nações vão resistindo ao longo da história."

As Veias Abertas da América Latina, Eduardo Galeano

Medo e Delírio em Las Vegas, Hunter S. Thompson

"O texto de Hunter Thompson foi publicado na revista Rolling Stone antes de virar livro, em 1972. Trata-se da mais famosa obra do 'Jornalismo Gonzo', gênero deixado um pouco de lado nas faculdades de Jornalismo. Uma história diferente de tudo o que se lia em revistas e jornais da época, que via nascer o 'New Journalism'. Thompson transforma uma viagem a trabalho em Las Vegas, onde faria a cobertura de um rali no deserto, em uma aventura delirante literalmente que acabou virando um clássico de um jornalismo 'pouco convencional'."

Medo e Delírio em Las Vegas, Hunter S. Thompson

- Natália Plascak Jorge

Ensaio sobre a cegueira, José Saramago

"A curiosidade de ler alguma coisa escrita por José Saramago foi atendida com um dos livros mais conhecidos desse autor. Uma epidemia de cegueira se espalha e traz reflexões e resgates importantes para as pessoas. A ideia de fechar os olhos e ver se torna um exercício revelador."

Ensaio sobre a cegueira, José Saramago

O Primo Basílio, Eça de Queirós

"O primeiro contato com esse livro foi no Ensino Médio, em uma leitura obrigatória para a escola. Não sei explicar exatamente o motivo de ter gostado tanto dele, só sei que me apaixonei pela história. O autor, Eça de Queirós, faz uma análise da família burguesa do século XIX, com um retrato da sociedade da época."

O Primo Basílio, Eça de Queirós

A sangue frio, Truman Capote

"O clássico de Truman Capote mostrou que eu gosto mesmo de uma boa investigação e de  jornalismo literário, que mescla fatos e recursos de uma narrativa de ficção. O livro conta a história da chacina da família Clutter e dos responsáveis pelo crime."

A sangue frio, Truman Capote

Patrícia Carvalho

Memórias póstumas, Machado de Assis

"Foi um dos primeiros livros clássicos que li e foi uma surpresa em todos os sentidos. O estilo da escrita e principalmente o enredo, no qual o autor conta a sua história a partir de sua morte, me despertaram muita curiosidade! Além disso, o livro também é uma contextualização do Brasil do século XIX, com escravidão, classes sociais e relacionamentos arranjados."

Memórias póstumas, Machado de Assis

Sherlock Holmes - Um estudo em vermelho, Arthur Conan Doyle

"Li 'Um Estudo em Vermelho' em poucas horas, assim que ganhei. Não tinha pesquisado muito sobre a história, o que tornou a leitura ainda melhor. Mas ler a primeira página foi o suficiente para não parar mais. Fiquei fascinada por Sherlock, pela sua linha de raciocínio durante a investigação do assassinato e me lembro de até parar para ler o mesmo trecho várias vezes por não acreditar que alguém pudesse ser tão inteligente. Por ser um livro de investigação, ele transmite a sensação de que você está descobrindo tudo junto com o investigador. A leitura é realmente uma viagem."

Sherlock Holmes - Um estudo em vermelho, Arthur Conan Doyle

Fama e Anonimato, Gay Talese

"Li esse livro para uma disciplina do curso de Jornalismo. Confesso que no começo fiquei um pouco receosa, pois o título me fez pensar que o livro trataria assuntos um pouco superficiais. Mas quando li, me apaixonei! Foi o meu primeiro livro de jornalismo literário, totalmente diferente de textos jornalísticos mais tradicionais como os de redação. Talese me mostrou, inclusive, que é possível escrever bons textos sobre qualquer tema!

É uma leitura mais leve, que te faz conhecer fatos inusitados sobre Nova York como o número e os tipos de gatos de rua e a circulação de pessoas. Além disso, é uma aula de Jornalismo no trecho do Frank Sinatra, em que ele escreve um perfil do artista sem entrevistá-lo, baseado em entrevistas que ele fez com pessoas próximas. O resultado é incrível! Vale muito a pena ler."

Fama e Anonimato, Gay Talese

Rodrigo Simões

A Revolução dos Cravos, Lincoln Secco

"Gosto muito deste livro, que comprei entre vários outros em uma fúria consumista na Festa do Livro da FFLCH. A Revolução dos Cravos foi o movimento que encerrou a ditadura do Estado Novo em Portugal, em 1974 - completa 45 anos em 2019, estuda que pode cair no Enem. No livro, o professor da USP apresenta uma perspectiva de longa duração sobre o movimento, explicando todo o processo que levou aos eventos do dia 25 de abril."

A Revolução dos Cravos, Lincoln Secco

Cabeça de Turco, Gunter Wallraff

"Conheci este livro durante a faculdade de Jornalismo, quando foi indicado como referência e leitura obrigatória. Na obra, de 1985, o jornalista alemão Günter Wallraff relata a marginalização dos estrangeiros que procuravam emprego na Alemanha. Para isso, o autor viveu como um estrangeiro ilegal durante dois anos - se transformou fisicamente, alterou o jeito de falar e se sujeitou a trabalhar em condições precárias."

Cabeça de Turco, Gunter Wallraff

Touchdown!, Paulo Mancha

"Sempre gostei muito de esporte e há alguns anos acompanho de perto as temporadas da NFL. O livro do Paulo Mancha (comentarista da ESPN) é um excelente guia para quem pretende conhecer melhor o futebol americano, como o esporte foi moldado ao longo dos anos e como influenciou a vida dos americanos desde antes da criação da liga profissional. Tudo isso em um livro curto, dividido em pequenos capítulos - o complemento do nome do livro é 100 histórias divertidas, curiosas e inusitadas do futebol americano. Por isso o coloquei na lista: é ideal para carregar na mochila e ler aos poucos - leia um capítulo por dia a partir de amanhã e termine exatamente no dia do Hall of Fame Game, que abre a temporada no dia 1º de agosto. E #GoHawks! ;)"

Touchdown!, Paulo Mancha

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