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Universidades

Networking: como estudantes da Estácio aproveitam esse relacionamento?

por Eduardo Schiavoni em 21/03/19

Sabe aquele colega de sala com quem você saía para tomar uma cerveja nos intervalos da aula? E aquela amiga que não entendia direito aquela disciplina fácil e para quem você vivia dando dicas? Muito mais do que futuros colegas de profissão, essas pessoas – na verdade toda a sua rede de contatos, construída ao longo da vida – poderão fazer a diferença na sua carreira. O nome disso? Networking. E acredite, independente do seu potencial ou capacidade, você ainda vai precisar dele.

Abro parênteses aqui para ressaltar: o networking faz diferença, ainda que você seja um bom profissional. Na verdade, quanto melhor profissional você é, mais o networking é importante.

A Estácio fornece um excelente campo para a criação de laços. Eventos acadêmicos, jornadas de Direito, feiras profissionais e de pesquisa científica, por exemplo, estão disponíveis gratuitamente para os interessados. É possível participar de grupos de pesquisa e manter contato inclusive com os professores que, na Estácio, via de regra integram o mercado de trabalho.

Minha história e a importância do networking


Estou fazendo minha segunda graduação. Curso Direito na Universidade Estácio de Sá. Antes disso, ingressei na Unesp aos 17 anos e me formei em Jornalismo. Trabalho na área desde 2004 e já passei por veículos importantes como Folha de São Paulo, UOL, TV Record e Reuters, apenas para citar os maiores. Trabalhei em cinco ou seis cidades do interior de São Paulo, sendo que na grande maioria tive postos de chefia. Portanto, conheci e tive relacionamento com muita gente.

Há dois anos, resolvi investir no atendimento de assessoria de imprensa. Minha própria empresa, que já estava aberta, foi modificada para este fim. E eu, um profissional com 15 anos de mercado, reconhecido e com um currículo interessante, simplesmente não consegui clientes, salvo alguns trabalhos de menor expressão e com duração curta. Ficava chateado, inclusive, por ver gente menos capacitada profissionalmente conseguindo uma carteira de clientes enquanto eu patinava. Fazendo uma mea culpa, isso ocorreu por eu não ter diversificado minha rede de contatos.

Isso mudou rapidamente quando uma ou outra pessoa topou trabalhar comigo na empresa. Com anos de mercado, minha sócia tinha relacionamento com gente que estava do outro lado do balcão da imprensa, e descobri que havia uma infinidade de empresas buscando assessoria, mas que simplesmente não me contratavam por conhecerem pouco sobre mim.

Essas empresas, com uma simples indicação, fecharam contratos de experiência e, ao conhecerem o trabalho, passaram a ser clientes fixos. Meu trabalho não foi modificado; sou tão competente quanto era há seis meses, mas o contato com gente que atua nesse novo segmento foi fundamental.

Bom relacionamento levou meu nome a livros

Tomo a liberdade de contar outra história. Desde meus 12, 13 anos eu escrevo. Tinha a intenção de trabalhar em uma editora, como escritor, mas nunca havia tido a oportunidade. Até que, certo dia, uma pessoa do meu círculo de contatos me disse que uma editora da cidade estava procurando gente criativa para desenvolver histórias para um livro didático. Essa pessoa inclusive recomendou que eu falasse com uma das diretoras da empresa, que era um contato profissional dela. Também falou do meu interesse e da minha capacidade profissional.

Depois desse contato preliminar dessa conhecida, falei com a diretora, fui até o local e marquei uma conversa com ela. Claro que não foi só isso. Fiz um teste prático no qual precisei criar uma história, que foi avaliada anonimamente. Quatro foram selecionados, e houve uma nova entrevista com o departamento de Recursos Humanos. Dois foram selecionados, e eu fui um deles. No fim, ajudei a escrever uma série de livros didáticos para uma renomada editora de porte nacional. Além de ter sido bem pago pelo trabalho, certamente agregou muito ao meu currículo. E aos meus contatos.

Evidente que, sem capacidade, eu não teria sido selecionado em um teste como esse. Mas, sem o networking, eu provavelmente nem teria ficado sabendo da vaga, e certamente teria mais dificuldade em agendar um contato com a diretora. Essa é a importância de manter uma boa rede de contatos. Ela não garantirá o sucesso de ninguém. Para isso, será preciso talento, dedicação e esforço. Mas certamente o networking irá abrir portas.

Portanto, deixo uma dica para quem está começando agora essa jornada – como eu, que voltei aos bancos universitários. Aproveite cada oportunidade para criar laços com professores e outros alunos. E nunca menospreze o contato com os colegas de classe. Na verdade, nunca menospreze o contato com ninguém. No futuro, uma coisa tão simples quanto um bom dia, um boa tarde ou uma explicação despretensiosa podem fazer a diferença no seu futuro profissional.

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