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Universidades

PUC-Campinas cria grupo que incentiva cooperação e solidariedade entre alunos

por Marina Borges em 30/08/19

Divulgação/PUC-Campinas

O Grupo de Vivência Cooperativa e Solidária, em funcionamento na PUC-Campinas desde 2018, auxilia estudantes que buscam apoio para enfrentar problemas no ambiente acadêmico e também na vida pessoal. Com foco nas dificuldades de adaptação às mudanças acarretadas pelo ingresso no Ensino Superior, o grupo conta com a participação de alunos bolsistas e voluntários, promovendo encontros e atividades colaborativas a fim de deixar a vida universitária mais leve.

Segundo o estudante Cláudio Furlan, que integra o projeto pelo Centro de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas (CCHSA), “o Grupo de Vivência é um espaço no qual encontro a oportunidade de crescer. De fato, nossa proposta de vivência cooperativa e solidária me ajuda a ser humano, e isto de maneira integral. Para além de uma vida acadêmica pautada em boas notas, o grupo, hoje, é minha maior inspiração dentro desse universo acadêmico, pois nele desenvolvo minha personalidade, minha convivência e, de certa maneira, minha espiritualidade”.

Participantes do Grupo reunidos na cidade de Mariporã (Foto: Grupo de Vivência Cooperativa e Solidária/ PUC-Campinas)

Durante os encontros, os estudantes partilham experiências, utilizando de uma metodologia cooperativa, com o objetivo de deixar os membros a vontade e mais próximos da superação dos obstáculos, tanto em nível pessoal quanto acadêmico. Dessa forma, a ajuda ocorre de forma mútua, com resultados positivos e determinantes para a permanência na universidade. “O Grupo é como se fosse um foral em uma noite de tempestade no oceano. Nele, posso compartilhar anseios, preocupações, medos. Sinto que estão ali para me acolher ouvir sem julgamentos”, conta o estudante Thiago Vinícius, articulador do projeto, que integra o Grupo de Vivências pelo Centro de Ciências da Vida (CCV).

“Trabalhamos em células cooperativas, onde o ponto mais importante é ouvir os participantes. Vale ressaltar que os alunos são livres para falarem ou permanecerem em silêncio. Buscamos trazer refrigério para os acolhidos durante o encontro e não colocar mais uma obrigação em suas rotinas. Após este primeiro momento de escuta, promovemos uma dinâmica de grupo e procuramos, por meio delas, trabalhar aspectos como identidade, integração, convívio em sociedade ou até mesmo algo sugerido pelos participantes”, completa o estudante.

Arte: Marina Borges

Visando  desenvolver, com competência e humanismo, uma missão em consonância com as orientações do Magistério da Igreja, a PUC-Campinas tem se empenhado em elaborar projetos que visam e persigam a qualidade de vida e a profundidade das relações sociais da vida universitária daqueles que comungam seu projeto institucional.

Para Cláudio Furlan, a participação no Grupo é uma experiência um tanto quanto positiva, comprovando, na prática, os benefícios propostos.

“Ao mesmo tempo que me coloco à disposição de acolher outros, sinto-me acolhido como membro de um conjunto de alunos com o mesmo propósito. Ser parte de um projeto que contraria a lógica atual do mundo pautada na competição e na exploração faz com que eu perceba um sentido de vida no qual, ao nos abrirmos às demandas do outro, em suas alegrias e tristezas, eu melhoro enquanto pessoa e com os demais, sobretudo quando nos entendemos numa fraternidade humana, cooperativa e solidária, tal qual a proposta do Grupo de Vivência”, relata Cláudio.

Inspiração vem de iniciativa em universidade federal

Além da missão social que a instituição visa estabelecer no ambiente acadêmico, de acordo com José Donizeti de Souza, coordenador geral do projeto, a inspiração veio a partir de uma experiência na Universidade Federal do Ceará (UFC), na qual um professor nascido no sertão do estado implantou um método de trabalho para incentivar crianças carentes de sua cidade a se dedicar aos estudos e ingressar no ensino superior. 

“O trabalho começou em um barracão emprestado pelo irmão do professor cearense, onde sete jovens foram morar para se dedicarem aos estudos. Ele fez um acordo com os pais para que deixassem os filhos um período longe da roça apenas estudando. Em troca, deu o local para estudarem e dormirem e pagava a comida. Um deles acabou sendo o primeiro colocado no curso de Direito da Federal. Depois disso, mais de 500 jovens procuraram apoio do projeto”, conta o coordenador.

O Grupo implantado na PUC-Campinas segue o mesmo princípio de cooperação, embora o foco não seja, a princípio, ajudar nos estudos, mas sim nas questões acadêmicas e pessoais de quem está iniciando a vida universitária.

Integrantes do CCHSA durante reunião do projeto (Foto: Grupo de Vivência Cooperativa e Solidária/ PUC-Campinas)

Segundo Lúcia Maria Quintes, professora e integradora acadêmica do projeto, o Grupo é de suma importância, afinal muitos estudantes ingressam muito cedo na faculdade, mudam de cidade - passando a morar longe da família pela primeira vez - vivem experiências acadêmicas novas, têm de se adaptar a regras diferentes e conviver com novos colegas. Nesse sentido, o projeto oferece ajuda mútua e acolhe sem julgamentos os participantes, a fim de tornar a vida universitária agradável e leve, e não apenas tolerável.

Expansão visando apoio ao estudante

O Grupo de Vivência Cooperativa e Solidária começou a funcionar em outubro de 2018, após um período de preparação de local, material teórico, cadastramento e treinamento de bolsistas e voluntários. O primeiro centro a funcionar foi o de Ciências da Vida (CCV).

Integrantes do CCV durante reunião do projeto (Foto: Grupo de Vivência Cooperativa e Solidária/ PUC-Campinas)

Após mais de um ano de funcionamento, o reitor da PUC-Campinas, Germano Rigacci, de quem partiu a iniciativa de criar o Grupo, ressalta que a universidade é sensível aos desafios que se impõem aos estudantes e está comprometida em continuar a apoiá-los nestes momentos de superação. “Este é um projeto que vai ao encontro da missão da instituição, que preza pela formação integral da pessoa humana”, aponta.

Acolhimento em todas as áreas

Formado atualmente por 15 alunos atuantes (11 bolsistas e quatro voluntários) de dez cursos diferentes, o projeto visa uma meta principal: acolher o próximo. Em detrimento desse objetivo, a aluna Gabrielle Almeida, integrante do Centro de Comunicação e Linguagem (CLC), destaca a metodologia e o intuito do Grupo. “Em nossas reuniões, costumamos ler artigos sobre inteligência emocional e didáticas similares que estão em alta. O foco é fazer nossos encontros serem acolhedores, para que possamos nos conhecer como equipe e, posteriormente, aplicarmos os conhecimentos adquiridos a fim de abrigar da melhor forma possível as pessoas que vierem em busca de acolhimento”.

Arte: Marina Borges

O Centro de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas (CCHSA) é composto por estudantes de Filosofia, Teologia e Serviço Social; já o Centro de Linguagem e Comunicação (CLC), pelos cursos de Artes Visuais, Design Digital e Turismo. E, por fim, o Centro de Ciências da Vida (CVV) abriga a área da saúde, composto por alunos de Medicina, Biologia, Psicologia e Educação Física.

A professora Lúcia Maria Quintes destaca a mensagem principal do projeto:

“O Grupo de Vivência Cooperativa e Solidária deseja ser na PUC-Campinas um espaço onde os estudantes se encontrem, partilhem suas experiências tanto em nível pessoal como acadêmico e que, com afeto, uso de metodologia cooperativa e um pacto de sigilo, possam se ajudar mutuamente, de modo a se colocarem a caminho das competências, habilidades e atitudes que integram seus currículos formativos profissionais. Os alunos são os protagonistas desse acolher livre de julgamentos”, enfatiza.

Serviço

Não há necessidade de inscrição ou agendamento para participar dos encontros do Grupo. Também não há nenhuma obrigação de participar das atividades e os alunos podem deixar de frequentar as reuniões quando desejarem. 

Confira os horários dos encontros:

Campus II

  • CCV (Bloco A Sala  A27)

Todas as quartas das 11h35 às 13h15 e das 17h30 às 19h15.

Campus I

  • CLC (Bloco H07 Sala 840)
Todas as segundas das 11h35 às 13h15 e das 17h30 às 19h15.
  • CCHSA (Bloco C Sala 302)
Todas as terças das 17h30 às 19h15;
Todas as sextas das 11h35 às 13h15.

Correspondentes Quero: Conteúdo independente, feito por estudantes, sobre universidades do Brasil - Revista Quero

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