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Idiomas

Quais são os países mais baratos para estudar inglês?

* Texto escrito pela colaboradora Fernanda Silva

Não é segredo para ninguém e já falamos disso algumas vezes: falar inglês, hoje, deixou de ser um diferencial e passou a ser um requisito para muitas oportunidades de emprego. Isso sem falar no enriquecimento cultural e possibilidades de explorar o mundo com mais propriedade, mergulhando nas culturas locais. Há diversas formas de aperfeiçoar o inglês e uma das mais eficientes é estudar o idioma em países que falam a língua.

Para fazer um intercâmbio, entretanto, é preciso uma “programação”. Isso porque, a opção não é a mais barata - embora possa trazer ótimos resultados e oportunidades futuras. 

documentos e dinheiro para viagem internacional

O preço da viagem para estudar inglês em outros países pode variar bastante. Essa diversidade se dá não só pela moeda ou preço do dólar, mas também pela escola e tipo de curso que o aplicante deseja fazer. Os cursos podem ser de inglês profissionalizante para determinada área, inglês voltado para testes de proficiência, entre outros. 

Além disso, outro ponto que impacta o preço final é a duração do curso. No geral, o estudante pode escolher quanto tempo ele quer estudar. “O mínimo é uma semana e o máximo vária, depende do país. A Austrália por exemplo, aceita que um estudante faça até dois anos de curso de inglês”, destaca Vitor Meneghetti, Gerente de Marketing da Hello Study Agência de Viagens e Intercâmbio.

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Quem converte....

Talvez, você já tenha ouvido esse ditado: quem converte, não se diverte. A economia brasileira impacta, diretamente, no preço final da sua viagem para estudar inglês. No contexto de uma crise política e em meio a pandemia, o real está desvalorizado, então, consequentemente, o seu investimento será maior. 

O que nós aconselhamos é procurar um país que permita que o estudante trabalhe enquanto estuda o inglês”, destaca Meneghetti. Austrália e Nova Zelândia, por exemplo, oferecem essa permissão de trabalho. “O estudante consegue se manter no país com seu salário e também recuperar parte do valor investido ou investir em novos cursos”.

Se a pandemia adiou o sonho de muita gente, outras pessoas encontraram, na crise, a possibilidade de fazer o intercâmbio para estudar inglês. Isso porque, por conta do fechamento de fronteiras e impossibilidade de entrar nos países, muitas escolas estão com promoções atraentes, que acabam compensando o dólar mais alto. 

“Têm saído quase que na mesma. O que afetaria é na reserva financeira que o estudante tem para levar ao país, que seria menor, com a desvalorização do real”, explica Vitor. “Em alguns casos, a imigração pede a comprovação das passagens compradas ou que o estudante tenha uma reserva financeira suficiente (além da obrigatória que cada país exige) para comprar a passagem de volta”.

Ainda é importante considerar a estadia durante o intercâmbio. O estudante tem a opção de ficar em uma casa de família, com meia pensão, ou em residência estudantil, sem pensão. “Há opções como albergues, AirbnB, hotéis, mas estas pouco populares”, explica Vitor.

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Onde estudar inglês?

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