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Especiais

Serviço Social na UnB: uma escolha de carreira

por Hans Moura em 27/09/17 1,1 mil visualizações

Se você está pensando em fazer Serviço Social, fique de olho nesta entrevista com a piauiense Dhébora Caroline Marques. Ela tem 20 anos, foi aprovada na Universidade de Brasília (UnB) e conta como foi sua vida de vestibulanda até a conquista da vaga no Ensino Superior. Ela já está quase terminando a faculdade, por isso também compartilha impressões sobre o curso escolhido que podem ajudar você na sua decisão.

Ao longo deste bate-papo, é possível perceber que a força de vontade foi um ponto-chave na vida da estudante e trouxe uma enorme superação para vida dela. “Tive que me esforçar para conseguir acompanhar a turma. Pensar no meu futuro, na minha família e no lugar de onde vim me deu forças para continuar”, revelou.

Confira a seguir os melhores trechos da entrevista.

Revista Quero: Como foi a sua escolha pelo curso?
Dhébora Marques:
Em fevereiro de 2013, aos 16 anos, fui para Brasília (DF) prestar o vestibular da Universidade de Brasília (UnB). Como estudei em escolas públicas com uma preparação bastante precária, não consegui passar. Uma das minhas tias que mora no DF me ofereceu a oportunidade de alojamento em sua casa para que eu pudesse estudar em um cursinho da região, e eu aceitei. Entrei no cursinho como bolsista e, durante quatro meses, preparei-me para o vestibular e consegui ser aprovada no curso de Serviço Social. Sempre fui motivada pela minha família a fazer um curso superior. A minha família é de origem humilde, e eles sempre entenderam que o estudo é a melhor forma de conseguir alguma coisa na vida.


RQB: Quais foram seus maiores desafios nessa caminhada rumo à aprovação e na faculdade? O que contribuiu para superá-los?
DM:
O maior desafio foi lidar com a saudade de casa e da minha família no Piauí. Foi difícil minha adaptação ao novo estilo de vida e aos costumes da nova cidade. Na faculdade, a maior dificuldade foi acompanhar o ritmo de estudos, pois percebi claramente que os outros alunos tinham mais conhecimento que eu. Tive que me esforçar para conseguir acompanhar a turma. Pensar no meu futuro, na minha família e no lugar de onde vim me deu forças para continuar.

RQB: Como era a sua rotina de estudos para o vestibular?
DM:
Eu ia para o cursinho de manhã e voltava para casa dos meus tios para almoçar. Depois, ia para biblioteca e ficava estudando até umas 21h. Só saía no final de semana com meus parentes ou para a igreja. Estudava as matérias do dia, aquelas que estavam na grade horária do cursinho. Fazia uma leitura do que se aplicava em sala de aula e os exercícios das apostilas.

RQB: Você prestou outros vestibulares?
DM:
Além da UnB, participei do vestibular da Universidade Católica de Brasília (UCB) para curso de Biomedicina e passei. Mas, a universidade não estava mais oferecendo bolsas de estudo, então não tinha como pagar o curso. Naquele mesmo ano, utilizando a nota do Enem passei em cursos na Universidade Federal de Goiás (UFG) e no Centro Universitário Euro-americano (Unieuro). Neste último, ganhei uma bolsa de 50% para o curso de Direito. Já estava tudo certo para começar a faculdade quando saiu o resultado do vestibular da UnB, que foi a minha escolha. Logo quando comecei na UnB, consegui benefícios da assistência estudantil que, além do auxílio financeiro, garantiu-me uma vaga na Casa do Estudante Universitário (CEU).

RQB: A reta final é sempre um período muito estressante. Como você levou seus estudos nessa época?
DM: Foquei mais em fazer os simulados e no aprofundamento de possíveis temas de redação. Acredito que a gente não consegue assimilar muitas coisas em um curto período de tempo, então, aconselho que relaxe, desacelere ou mantenha a rotina de estudos, mas sem intensificar.

RQB: Quais foram seus maiores erros e acertos nessa preparação para o vestibular?
DM:
Posso apontar a timidez como um erro. Ela me impediu diversas vezes de levantar a mão e tirar dúvidas com os professores ou monitores. Como acertos, eu considero a forma como distribuí minha rotina de estudos e o foco que tive nesse período.

RQB: Por que você escolheu esse curso? Você está satisfeita com a escolha?
DM:
Gostaria de ter cursado Biomedicina, mas a UnB não oferece esse curso. Pensei em Psicologia, mas fui desencorajada pelos meus familiares. Minha mãe trouxe a possibilidade do Serviço Social. No início, fiquei frustrada por descobrir que se tratava de um curso sem nenhuma ligação com a Igreja, que eu tanto admirava. Durante o curso, pude compreender algumas coisas e passei a amá-lo.

RQB: Como foi o primeiro dia de aula na faculdade? Arriscaria algumas dicas para os calouros?
DM:
Os veteranos e os professores do meu curso foram bem receptivos. Os alunos mais experientes passaram a ser um grande suporte durante o curso. O termo “amadrinhamento” substituiu o termo comumente usado “apadrinhamento” devido à quantidade elevada de mulheres no curso. Tivemos um trote diferente. Não fomos obrigados a participar nem a nos sujar de tinta e farinha. Quem quis participou.

RQB: Como o curso na UnB está estruturado?
DM:
O limite de permanência no meu curso é de no mínimo oito períodos e no máximo quatorze. A partir do quinto período, é preciso fazer dois semestres de estágio. As áreas de Ciência Política, Sociologia, Antropologia, Economia, Filosofia e História são bastante exploradas. Na UnB, o Departamento de Serviço Social conta com diversos grupos de pesquisa nas mais diversas áreas do conhecimento. Além disso, há o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) e o Programa de Educação Tutorial (PET). Atualmente, sou bolsista do PET, um programa que alia o ensino, pesquisa e extensão.

RQB: Em quais setores um assistente social pode atuar?
DM:
O assistente social é um profissional que trabalha com as políticas sociais e públicas, seja formulando, gestando, executando ou analisando tais políticas. Ou seja, trabalha-se na viabilização do acesso aos direitos sociais e políticas públicas. Ele pode atuar em vários setores: educação, saúde, assistência social, previdência social, na formulação, gestão e monitoramento das políticas sociais, no terceiro setor e no sócio-jurídico.

RQB: Como está o mercado de trabalho na área?
DM:
Atualmente, o mercado de trabalho é muito amplo. Há a possibilidade de trabalhar em diversos espaços ocupacionais, principalmente em órgãos públicos, federais, estaduais e municipais.

RQB: O que você diria para aqueles que pretendem fazer o curso?
DM:
O curso de Serviço Social é extremamente politizado, pois somos formados para estar ao lado das lutas da classe trabalhadora. É um curso que mexe com suas bases ideológicas fazendo você enxergar o mundo social, político e econômico de uma forma muito mais abrangente. Além disso, somos constantemente preparados a respeitar as diferenças e superar os preconceitos, a fim de desempenharmos uma atividade profissional justa e ética, principalmente por termos uma atuação profissional pautada na luta e garantia de direitos aos cidadãos da classe trabalhadora, independente das diferenças, como raça, religião e orientação sexual. 

 


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