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Idiomas

Tudo que você precisa saber para fazer um intercâmbio de inglês

por Redação Revista Quero em 18/03/19 800 visualizações


Para muita gente, passar um tempo fora e aprender um idioma novo é um sonho de longa data. Mas, sonho que se planeja, em um instante, pode virar realidade. Para começar esse planejamento e realizar seu intercâmbio de inglês, alguns pontos devem ser considerados: onde estudar? O que considerar ao escolher o curso? E o que impacta no preço?

Veja o que você precisa saber antes de para fazer seu intercâmbio de inglês:

Há muitas vantagens



  • Impacto no currículo: recrutadores são unânimes em dizer que estudar fora é diferencial para cargos em organizações internacionais. Mas, mesmo em empresas nacionais, a fluência no inglês pode aumentar sua empregabilidade e até sua média salarial. Um intercâmbio, portanto, não só ajuda a dar credibilidade ao nível de proficiência que você indicar no seu currículo, como mostra que você é alguém empenhado em investir no seu próprio desenvolvimento.
  • Imersão total: um intercâmbio facilita o aprendizado não só por causa das aulas, mas pela vivência local. Imagine ser obrigado a falar inglês toda vez que precisar ir ao supermercado, à farmácia, ao entrar em um ônibus… Não é ótimo?
  • Troca cultural: viver em um país diferente permite conhecer muito sobre hábitos, comportamentos, a arte e a história do lugar, assim como de outras nacionalidades que podem fazer parte da sua turma. Mas para isso ter efeito (e também ajudá-lo a praticar mais o inglês), uma regra é fundamental: nada de só fazer amigos brasileiros!

Há muitos lugares para escolher

Quando pensamos em intercâmbio de inglês, é comum ser transportado automaticamente para os EUA ou a Inglaterra, mas há vários países que têm o inglês como língua oficial e que o permitem descobrir culturas menos exploradas.

Além dos dois já mencionados, a lista inclui: Canadá, Austrália, Nova Zelândia, África do Sul, Bahamas, Jamaica, Malta, Irlanda, Escócia, País de Gales, Singapura, entre outros inúmeros que merecem também considerados.

Não deixe pensar ainda na cidade, mais especificamente. Morar nos Estados Unidos vai significar duas experiências distintas se compararmos Nova York eà Califórnia, assim como, na Austrália, Perth vai ser muito diferente de Melbourne.

Para fazer sua escolha, você pode levar em conta aspectos como custo de vida, segurança, a cultura do lugar, e o clima. Se você é uma pessoa que prefere o frio, talvez não queira ir para Miami. Se curte praia, de repente Londres não vai ser a melhor pedida.

Por fim, atenção aos sotaques: pode ser que os acentos caribenhos, africanos ou do norte do Reino Unido sejam mais distantes do que você está acostumado a escutar em filmes ou em músicas — o que também pode ser muito positivo para treinar o ouvido.

Há muitas opções de programa


  • Você quer aprender o inglês desde o início ou fortalecer um conhecimento que você já tem?
  • Você tem semanas ou meses para realizar seu intercâmbio? A qualquer momento do ano ou somente nas férias?
  • Prefere que aconteça de forma ágil e intensiva, ou de uma maneira que o permita desfrutar o local e absorver o idioma no seu tempo?
  • O curso é complementar a um que você já faz no Brasil? Os módulos que você cursar podem ser aproveitados para que você avance de etapa mais rapidamente quando voltar?
  • Você tem um objetivo específico, como ampliar seu vocabulário no tema de negócios ou sua habilidade de conversação?

Para cada uma dessas respostas, há um tipo de programa. Não deixe de pesquisar o método e formato que se adeque melhor ao seu perfil.

Há muitas faixas de preço

Todas as questões das quais tratamos acima vão influenciar no valor que você paga, da cidade escolhida à duração do curso e carga horária. Quando for avaliar preços, não se esqueça também de conferir tudo que está incluído e considerar outros fatores que podem acabar sendo traduzidos em custos extras:

  • Passagem aérea: se ela está no pacote, costuma ser porque as agências conseguem descontos junto a companhias aéreas, o que pode ser uma vantagem para você. Mas se você prefere comprar seu próprio bilhete (talvez porque você tenha milhas ou antecedência e flexibilidade suficiente que podem representar uma redução no valor total), não deixe de mencionar isso ao solicitar seu orçamento.
  • Alimentação: o programa oferece café da manhã e jantar, mas não almoço? Quanto custa almoçar fora na região onde as aulas acontecem? Ou você terá a possibilidade de preparar e levar sua própria comida para economizar nesse quesito?
  • Acomodação: geralmente agências de intercâmbio dão a opção de você se hospedar em uma casa de família, em um hotel ou em uma residência de estudantes. Mas vai que você tem uma tia que mora em Dublin e topa recebê-lo durante seu programa na Irlanda? Será que é possível eliminar os gastos com acomodação nessa história, ou buscar sozinho opções mais baratas?
  • Transporte local: esse é um gasto que raramente é incluído e que pode impactar bastante ao final, especialmente em programas de longa duração ou em locais com transporte público mais caro. Contabilize seu custo de locomoção entre casa e escola, e confira se há um cartão de transporte (mensal ou por número de passagens) que o ajude a reduzir essa despesa.
  • Material didático: via de regra, seus livros estarão incluídos, mas não custa perguntar antes. Algumas escolas usam a venda do material didático obrigatório como uma segunda fonte de receita.

Além disso, fatores como acesso a internet, certificações, e seus gastos pessoais com lazer, seguro de saúde/viagem e outras necessidades devem ser adicionados à soma total quando você estiver comparando suas opções.

Há muitas escolas disponíveis


Dentre as empresas de intercâmbio mais conhecidas no Brasil, algumas são:

  • EF (Education First)
  • Egali
  • IE Intercâmbio
  • CI Intercâmbio
  • STB (Student Travel Bureau)

Você tem a opção não apenas de recorrer a agências e escolas com representação no Brasil, apesar de elas geralmente cuidarem de todo o processo, ou boa parte dele. Uma alternativa é entrar em contato com escolas internacionais que atuam exclusivamente onde você pretende estudar. Pode ser que você precise providenciar detalhes de acomodação, transporte e alimentação por conta própria, e que isso tome um tempo considerável — mas também que impacte positivamente no preço e deixe sua experiência mais com sua cara.

Não deixe de verificar selos, certificações e referências de outros alunos, além de garantir que o suporte necessário será dado no processo de retirada de visto e na preparação para a viagem.

Pronto para fazer as malas? Então aproveite seu intercâmbio de inglês e bons estudos!

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