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Universidades

Universidades cariocas adaptam cardápios sem carne com crescimento de vegetarianos

por Raphael Fernandes em 16/12/19

Em pesquisa realizada pelo IBGE no último ano, 14% da população brasileira se declara vegetariano. Esses dados representam quase 30 milhões de brasileiros. No Rio de Janeiro, a estimativa também subiu para 16%. O que equivale a 2,7 milhões de cariocas. Vale ressaltar que ainda não há pesquisas no Brasil sobre o número de veganos. 

A popularidade crescente do vegetarianismo e do veganismo não está restrita aos adultos. Cada vez mais jovens estão adotando esse estilo de vida, e as universidades mostram esse movimento. É o caso da estudante Gabrielle Catorza, do curso de Relações Públicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

"Faz 4 meses que eu sou vegana. Não é muito tempo, mas eu descobri que não é tão difícil. Tudo que fazemos, que são derivados de animais, dá pra ser feito de outra forma. Eu, por exemplo, sempre amei estrogonofe. E hoje em dia, eu como estrogonofe vegano", conta Gabrielle.

Foto: Marcos Fernandes/CoordCOM UFRJ/Reprodução)
Bandejão de Letras da UFRJ

Com o intuito de preservar o meio-ambiente e garantir a defesa dos direitos dos animais, os vegetarianos não consomem carnes, aves, peixes e frutos do mar. Já os veganos, são mais rígidos e não utilizam nenhum derivado animal na alimentação, como laticínios, ovos e mel. Além disso, produtos de origem animal, incluindo higiene, cosméticos e vestuário, não são permitidos.

"Não é uma moda ou algo flexível. Eu levo como uma posição política extremamente séria", complementa Gabriella Souza, estudante de Jornalismo da Uerj e vegana há 3 anos.

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As opções do Bandejão

Tentando se adaptar aos novos tempos, as universidades ainda apresentam um cardápio limitado para os alunos não-adeptos à carne. Apesar de tentar atender às demandas desse público, as principais reclamações são as repetições de pratos e o uso excessivo de ovos e laticínios, impossibilitando que os veganos possam comer no restaurante universitário com mais frequência.

"O bandejão da UFRJ tem opção vegetariana, só que eu vejo que a qualidade não é tão boa. Parece que estamos comendo a mesma coisa todo dia. Então, seria melhor pesquisar, ver outras opções de receita e cardápio para trazer mais variedade e com isso mais saúde para os estudantes veganos e vegetarianos da universidade", afirma Juliana Marins, estudante de Publicidade e Propaganda na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e vegetariana há dois anos.

Já Brenda Ferreira, aluna de Relações Públicas da Uerj, afirma que não consegue frequentar o bandejão da universidade devido ao cardápio não contemplar os veganos diariamente. “Tudo leva ovo ou laticínios. E, muitas vezes, até os legumes são feitos com margarina, nos impedindo de comer. Então tem que melhorar e muito", relata a estudante, também vegana há 3 anos.

Como surgiu o Veganismo?

De acordo com a The Vegan Society – a primeira instituição de caridade estabelecida sobre o assunto – o tema começou a ganhar o mundo a partir do momento que médicos e especialistas passaram a se opor publicamente ao consumo de ovos e laticínios.

A “revolução” teria começado em 1944, quando um homem chamado Donald Watson decidiu se juntar a outros vegetarianos que desejavam retirar os alimentos lácteos da dieta. Seu propósito era transformar a relação do homem com os animais e fazer com que tivessem uma relação digna, sem exploração ou ódio.

Na ocasião, o grupo sentiu que era necessária uma nova palavra para descrevê-los. Uma das primeiras ideias foi “vegetarianos não lácteos”. Mas, após muito pensar, perceberam que precisavam de algo mais conciso. Foi quando o termo ‘vegan’ – que contém as três primeiras e duas últimas letras de ‘veg(etari)an’ – serviu perfeitamente. A palavra ganhou adeptos e força e, hoje, existem praticantes do veganismo em todas as partes do mundo.

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