
O local de votação muda no segundo turno das eleições?
| 20/10/26Saiba como consultar seu local de votação para o segundo turno das eleições 2026 pelo site do TSE, e-Título ou presencialmente.
Relógios esportivos, aplicativos, GPS e outros recursos tecnológicos podem ajudar corredores a organizar os treinos, acompanhar o ritmo e monitorar o desempenho antes e durante a São Silvestre 2026.
Em resumo:
Veja mais informações a seguir!

São Silvestre / Divulgação
As inscrições para a 101ª Corrida Internacional de São Silvestre começam nesta quarta-feira (30), às 10h, para o público geral.
A prova será realizada em 31 de dezembro de 2026, em São Paulo, com percurso de 15 km e largada e chegada na Avenida Paulista. A organização disponibilizou 55 mil vagas, com inscrições pela plataforma Ticket Sports by Ingresse.
Para quem pretende participar, a tecnologia pode ser utilizada antes, durante e depois da corrida. Relógios esportivos, aplicativos de treinamento, GPS e ferramentas de monitoramento de desempenho ajudam o corredor a acompanhar métricas e organizar a preparação.
Um dos recursos mais conhecidos entre corredores são os relógios esportivos com GPS. Esses dispositivos podem registrar informações como distância percorrida, velocidade, ritmo e frequência cardíaca.
Durante a preparação para a São Silvestre, esses dados podem ser usados para acompanhar a evolução do corredor e comparar diferentes sessões de treinamento.
Alguns dispositivos também oferecem métricas relacionadas à cadência, tempo de contato com o solo e outras variáveis de corrida.
Estudos sobre tecnologias vestíveis aplicadas à corrida apontam que esses dados podem auxiliar no monitoramento do treinamento e na análise da técnica de corrida.
Para quem está começando, entretanto, não é necessário utilizar todos os recursos disponíveis. Monitorar distância e ritmo já pode ser suficiente para organizar os treinos.
Outra possibilidade são os aplicativos voltados para corrida. Eles permitem registrar os treinos e acompanhar indicadores ao longo das semanas.

Paulo Pinto / Agência Brasil
O corredor pode, por exemplo, observar:
Esses registros ajudam a transformar os treinos em um histórico. Com isso, o participante consegue identificar como seu desempenho muda ao longo da preparação.
A tecnologia também pode ser utilizada para estabelecer metas de treino.
Em vez de simplesmente correr determinada distância, o atleta pode acompanhar sessões com diferentes ritmos e durações, conforme o planejamento elaborado para sua preparação.
O GPS é outro recurso que pode ser aproveitado antes da prova.
A São Silvestre terá 15 km de percurso, com largada e chegada na Avenida Paulista. O site oficial também informa os pontos de hidratação distribuídos pelo trajeto, incluindo os quilômetros 3, 5,8, 8, 10,4 e 13.
Conhecer previamente a distância e o perfil do percurso pode ajudar o corredor a organizar sua estratégia.
Aplicativos de mapas e corrida podem ser utilizados para visualizar trechos do trajeto e entender quanto representam determinadas distâncias. O atleta também pode utilizar seus próprios treinos para verificar como responde a diferentes ritmos.
Uma das utilidades mais práticas de um relógio ou aplicativo durante uma corrida é o acompanhamento do pace, ou ritmo médio por quilômetro.
Na São Silvestre, esse dado ganha importância porque a organização utiliza faixas de pace para organizar os pelotões. As referências divulgadas atualmente consideram diferentes ritmos, de conclusões abaixo de 1h15 até tempos acima de 2h20. A própria organização ressalta que essas faixas são baseadas na 100ª edição e podem ser atualizadas.
Durante a prova, acompanhar o ritmo pode ajudar o corredor a evitar começar em uma velocidade incompatível com seu planejamento.
Isso é especialmente relevante em uma corrida de 15 km, na qual manter um ritmo sustentável pode ser mais importante do que acelerar nos primeiros quilômetros.
Relógios e sensores também podem monitorar a frequência cardíaca durante os exercícios.
Esse indicador permite observar como o organismo responde a diferentes intensidades de esforço. Ao longo da preparação, o histórico pode ser utilizado para comparar treinos realizados em diferentes condições.
É importante, porém, interpretar esses dados dentro do contexto individual. Temperatura, sono, hidratação, estresse e outros fatores podem influenciar a frequência cardíaca.
Por isso, os dados de um dispositivo devem ser utilizados como ferramenta de acompanhamento, e não como substituto de orientação profissional.
A tecnologia não está presente somente na preparação física. Ela também faz parte do processo de inscrição da São Silvestre.
Segundo a organização, as inscrições gerais começam às 10h desta quarta-feira, 30 de setembro, exclusivamente pela plataforma Ticket Sports by Ingresse. São 55 mil vagas disponíveis.
A organização informa ainda que é necessário criar uma conta na Ingresse. O cadastro anterior da Ticket Sports não é migrado automaticamente para a nova plataforma.
Por isso, quem pretende participar pode antecipar o cadastro e conferir seus dados antes da abertura das inscrições.
A organização também alerta para páginas falsas e orienta os participantes a utilizarem os canais oficiais para evitar golpes.
O processo de participação de pessoas com deficiência também envolve o envio digital de documentação.
Para a edição de 2026, a organização informa 200 vagas de cortesia e, depois desse limite, 50% de desconto no Kit Básico, mediante análise da documentação. Entre os documentos exigidos estão identificação, CPF e laudo médico dentro das condições estabelecidas pela organização.
Conforme o calendário divulgado para esta edição, o envio dos documentos de comprovação PCD ocorre nos dias 24 e 25 de setembro.
A partir de 7 de outubro, às 10h, será a vez de grupos, assessorias e agências de turismo realizarem as inscrições de seus atletas.
Para grupos e assessorias, é necessário ter CNPJ ativo. Os atletas também precisam realizar previamente o cadastro no novo ambiente da Ticket Sports by Ingresse.
A organização disponibiliza informações específicas para grupos e assessorias no site oficial da prova.
A quantidade de dados disponíveis atualmente pode ser útil, mas também pode tornar o treinamento mais complexo do que precisa ser.
Para quem vai correr a São Silvestre, algumas funções podem ser suficientes:
O principal objetivo é transformar os dados em informações que façam sentido para a preparação.
Na corrida de rua, tecnologia e treinamento podem trabalhar juntos, mas o dispositivo não substitui o planejamento adequado, o descanso e a atenção aos sinais do próprio corpo.
Se a tecnologia pode ajudar o corredor a acompanhar ritmo, distância e evolução nos treinos, ela também pode ser uma aliada para quem busca acompanhar a própria evolução profissional.
Ferramentas de inteligência artificial, análise de dados e novas tecnologias já fazem parte da rotina de diferentes áreas e exigem atualização constante.
Assim como na preparação para a São Silvestre, em que dados podem ajudar a entender o desempenho ao longo do tempo, o desenvolvimento de habilidades em tecnologia pode contribuir para profissionais que querem se preparar para as transformações do mercado de trabalho.
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