Educação Física na Unisuam

  • Bolsas a partir de R$ 39,90
4,5

Muito boa

(47)

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Como é o curso de Educação Física na Unisuam?

Educação Física é a área que estuda e promove atividades físicas, visando o desenvolvimento corporal e mental. Ela é importante para a promoção da saúde, melhoria da qualidade de vida, e desenvolvimento de habilidades motoras, sociais e cognitivas.

Resumo do curso

  • Área de conhecimento: Humanas e Biológicas

  • Duração: em média, 4 anos

O que você vai aprender?

  • Raciocínio Lógico

  • Tcc Bacharelado

  • Introdução À Educação Física

  • Jogo

Como é a faculdade Unisuam

Avaliação dos Alunos

4,5

Muito boa

47 avaliações

  • Empregabilidade
    4,2
  • Estrutura
    4,5
  • Professores
    4,7
  • localização
    4,6

Resumo da faculdade

  • mais de 25.000 alunos matriculados
  • mais de 590 docentes
  • 72 cursos de graduação e 146 de pós-graduação
  • 27 unidades

Dúvidas mais frequentes

A UNISUAM possui serviços acadêmicos complementares, desenvolvidos em núcleos de Prática Jurídica, Práticas de Projetos, Apoio ao Empreendedorismo, Relações Internacionais, Apoio Psicopedagógico e Psicologia Aplicada.

A instituição também disponibiliza aos egressos o programa Alumni Unisuam. O serviço oferece descontos em uma nova graduação ou em cursos de especialização, vagas de emprego, direcionamento para estruturação de negócios e programas de divulgação.

São mais de 40 opções, distribuídos entre as modalidades presencial e EAD, nas áreas de Ciências Biológicas, Ciências Exatas e da Terra, Ciências Humanas, Ciências Sociais, Engenharias e Saúde,

A faculdade de Educação Física é composta por conteúdos da área de Ciências Biológicas, como fisiologia, anatomia e ortopedia, que fundamentam às práticas físicas no combate ao sedentarismo e estimulo do bem-estar.

Para o desenvolvimento do curso, o aluno pode optar pela licenciatura ou bacharelado. A licenciatura é voltada à formação de educadores, que atuam em escolas e ambientes pedagógicos. Já o bacharelado amplia as perspectivas profissionais, para a atuação em academias, hospitais, clínicas e outros ambientes.

A duração média da graduação em Educação Física é de quatro anos, com estágio obrigatório. O curso pode ser desenvolvido de forma presencial ou à distância.

O curso de Educação Física EaD apresenta as disciplinas de forma on-line, permitindo que o aluno desenvolva seus estudos quando e onde quiser, por meio da plataforma virtual da instituição. Além disso, o estudante conta com o apoio de ferramentas e recursos digitais, como videoaulas, chats interativos e materiais on-line. Já na modalidade presencial, o estudante tem acesso à infraestrutura da instituição de ensino, incluindo os laboratórios e quadras demandadas para a realização do curso.

Após formado, o profissional graduado em Educação Física pode ingressar em uma pós-graduação, seja de nível lato sensu (especialização e MBA) ou stricto sensu (mestrado e doutorado).

O mestrado em Educação Física forma pesquisadores e professores com habilidade para realizar ensaios e propagar os conhecimentos da área. O programa inclui disciplinas teóricas avançadas e a realização de uma pesquisa original, que culmina na defesa de uma dissertação. Já o doutorado, que geralmente dura cerca de quatro anos, aprofunda-se ainda mais no contexto dissertativo, formando pesquisadores capazes de produzir novos conceitos ligados às práticas físicas.

Entre as possibilidades de pós-graduação destinadas a profissionais formados em Educação Física, destacam-se:

  • Educação Física Escolar;
  • Treinamento Desportivo;
  • Fisiologia do Exercício;
  • Personal Training;
  • Gestão Esportiva;
  • Musculação e Condicionamento Físico.

Por fim, também é possível realizar o curso de Educação Física como segunda graduação. Esse nível de ensino é destinado a licenciados que desejam se aprofundar nos estudos das práticas físicas, para lecionar em escolas.

O curso de Educação Física é o oitavo curso de graduação com o maior número de matrículas no Brasil em 2022. 254.383 estudantes realizaram matrículas no curso, sendo a maioria na modalidade EaD (171.756). Vale destacar que Educação Física (licenciatura) é o nono curso em número de vagas ofertadas na modalidade EaD para instituições privadas de ensino (248.954).

Saiba as últimas notícias sobre Educação Física

Câmara debate piso salarial do professor de educação física

O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino (Sase), participou nesta terça-feira, 9 de julho, de audiência pública sobre o piso salarial do profissional de educação física. O encontro foi promovido pela Comissão de Esporte da Câmara dos Deputados, a pedido dos deputados Douglas Viegas (São Paulo) e Julio Cesar Ribeiro (Distrito Federal).

Vale lembrar que o salário-mínimo do professor de educação física é determinado pelos conselhos regionais de Educação Física e o valor pode variar de acordo com alguns fatores, como por exemplo a região, tipo de contratação (pela Consolidação das Leis do Trabalho ou prestação de serviços como autônomo), experiência, formação acadêmica e especializações.

O MEC foi representado pela coordenadora-geral de Valorização dos Profissionais da Educação, da Sase, Maria Stela Reis, que iniciou sua exposição destacando a importância do esporte em geral para a educação e para a constituição plena de um cidadão.

“Além de todos os benefícios que já foram citados aqui a respeito da atividade esportiva, sua dimensão educacional, ela é emancipatória. A gente tem visto que muitas pessoas são resgatadas a partir do esporte. Então, é fundamental esporte, mais cultura, mais educação e mais saúde na constituição da pessoa”, opinou.

Segundo ela, o artigo 206 da Constituição Federal prevê que deve ter um piso salarial para os profissionais da educação, formação profissional, carreira, jornada e condições de trabalho. Já o artigo 212 diz que lei específica definiria qual é o piso salarial do magistério da educação básica. Além disso, essa previsão também está na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB).

Câmara debate registro de professor de educação física

O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), participou na quinta-feira, 4 de julho, de uma audiência pública para discutir a necessidade de registro em conselho regional para professores de educação física que atuam em escolas. O debate foi promovido pelas comissões de Educação e Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados, a pedido das deputadas Professora Luciene Cavalcante (SP) e Sâmia Bomfim (SP).

As informações foram veiculadas pelo site do MEC.

A discussão surgiu devido ao questionamento, nos últimos anos, sobre a necessidade de flexibilizar a exigência de registro nos conselhos regionais de educação física para profissionais que atuam exclusivamente na docência.

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n° 9.394/1996 (LDB) estabelece os requisitos para o exercício da docência, sem exigir registro em conselhos de classe. Em contrapartida, a Lei 9.696/98, que regulamenta a profissão de Educação Física, exige tal registro. Atualmente, tramita na Câmara o Projeto de Lei 2062/23, da deputada Professora Luciene Cavalcante, que propõe dispensar os professores dessa obrigação e do pagamento da anuidade em conselho regional.

Durante a audiência, o diretor de Formação Docente e Valorização de Profissionais da Educação da SEB, Lourival José Martins Filho, ressaltou que o MEC adota como base a LDB; as resoluções e diretrizes do Conselho Nacional de Educação para a Educação Básica; a formação inicial e continuada de docentes; as áreas de conhecimento e os componentes curriculares. Ele também destacou que a docência na Educação Física requer nível superior, com graduação plena em licenciatura, obtida em instituições de educação superior.

Combate ao bullying nos esportes agora é lei

Prática recorrente em muitos esportes, a intimidação sistemática — conhecida como bullying — agora está sendo formalmente coibida pela Lei 14.911, de 2024, publicada nesta quinta-feira (4) no Diário Oficial da União. A norma é resultado do PL 268/2021, que altera a Lei Geral do Esporte (LGE — Lei 14.597, de 2023) para determinar a adoção de medidas de prevenção e enfrentamento desse tipo de agressão em todos os níveis esportivos.

As informações foram veiculadas pela Agência Senado.

Segundo a lei, a intimidação sistemática é definida como qualquer ato de violência (física ou psicológica) intencional e repetitivo, sem motivação evidente, praticado por indivíduo ou grupo contra uma ou mais pessoas. O objetivo é intimidar ou agredir, causando humilhação, dor e angústia à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas.

A norma prevê a adoção de medidas para conscientizar, prevenir e combater a prática de bullying, bem como práticas que atentem contra a integridade esportiva e o resultado esportivo. Além disso, a nova lei estabelece que os estados, o Distrito Federal e os municípios com sistemas próprios de esporte deverão incluir em seus projetos esportivos ações educativas e de conscientização contra a intimidação sistemática.

Comissões discutem necessidade de registro para professor de educação física dar aula em escola

As comissões de Administração e Serviço Público; e de Educação da Câmara dos Deputados promovem nesta quinta-feira (4) audiência pública sobre a necessidade de registro em conselho regional para professor de educação física dar aula em escola.

As informações foram veiculadas primeiramente pela Agência Câmara de Notícias.

O debate atende a pedido das deputadas Professora Luciene Cavalcante (SP) e Sâmia Bomfim (SP) e será realizado às 10 horas, no plenário 10.

"Nos últimos anos, tem havido discussões significativas sobre a necessidade de flexibilizar a exigência de registro nos conselhos regionais de educação física para profissionais que atuam especificamente na área de docência", afirma Professora Luciene.

Veja mais informações no site da Câmara.

Comissão discute participação dos atletas nas decisões de confederações esportivas

A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados promove nesta terça-feira (2) audiência pública sobre a participação dos atletas nos processos decisórios das entidades esportivas. As informações foram veiculadas primeiramente pela Agência Câmara de Notícias.

O debate atende a pedido dos deputados do PL Luiz Lima (RJ) e Maurício do Vôlei (MG). Eles lembram que, com a Lei 13.756/18, foi garantido o direito de que 1/3 dos votos dos colégios eleitorais das confederações esportivas seja exercido por atletas. A Lei Geral do Esporte, de 2023, manteve esse dispositivo.

Os parlamentares afirmam que, prestes a iniciar um novo ciclo olímpico, é fundamental trazer os atletas para o debate sobre governança, resultados e decisões dentro das entidades esportivas.

O debate será realizado no plenário 4, a partir das 10 horas.

MEC e Inep oficializam Enade das Licenciaturas

O Ministério da Educação (MEC) instituiu, nesta segunda-feira, 1º de julho, o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) das Licenciaturas. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) por meio da Portaria nº 610/2024.

Com isso, o MEC oficializa a reformulação da avaliação dos cursos de formação de professores no Brasil. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) aplicará o novo formato já na edição de 2024, conforme os procedimentos estabelecidos na Portaria nº 611/2024, também publicada no DOU desta segunda-feira (1º).

O objetivo é aprimorar os processos avaliativos dos cursos de formação docente. Nesse contexto, as principais mudanças referem-se às matrizes de referência e ao formato das provas, que passarão a focar mais na avaliação das competências docentes do que nos conteúdos disciplinares de cada curso. Além de um novo modelo de itens, o exame contará com a avaliação das competências e habilidades práticas docentes desenvolvidas pelos estudantes nos estágios supervisionados obrigatórios.

Estima-se que mais de 370 mil alunos, distribuídos por todas as unidades da Federação, participem do Enade 2024. O exame será aplicado a cursos de 17 áreas de conhecimento diferentes.

A edição de 2024 avaliará cursos de licenciatura nas áreas de artes visuais; ciências biológicas; ciências sociais; computação; educação física; filosofia; física; geografia; história; letras (inglês); letras (português); letras (português e espanhol); letras (português e inglês); matemática; música; pedagogia e química.

Comissão aprova projeto que amplia prazo mínimo de contratos de atletas profissionais

A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4466/23, que amplia para quatro meses o prazo mínimo de vigência do contrato de trabalho do atleta profissional. O texto altera a Lei Geral do Esporte.

As informações foram divulgadas inicialmente pela Agência Câmara de Notícias.

Atualmente, de acordo com essa lei, o atleta profissional pode manter relação de emprego com organização esportiva em contrato especial de trabalho com vigência mínima de três meses e máxima de cinco anos.

O relator, deputado Júlio Cesar Ribeiro (Distrito Federal), recomendou a aprovação da proposta. “Esse projeto de lei, além de oferecer maior segurança jurídica, beneficia o desempenho dos atletas”, afirmou Ribeiro.

“Como a duração de grande parte dos campeonatos regionais é de três meses, essa ampliação é fundamental para que o atleta tenha tempo de se condicionar fisicamente”, explicou o autor da proposta, deputado Jonas Donizette (São Paulo).

O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Comissão aprova isonomia de verbas federais entre homens e mulheres na formação de atletas

A Comissão do Esporte aprovou uma proposta que condiciona o repasse de recursos públicos federais e de loterias a entidades que garantam isonomia entre categorias feminina e masculina na formação de atletas, conforme acrescentado à Lei Geral do Esporte. Atualmente, a lei já exige isonomia nas premiações a atletas e paratletas homens e mulheres.

A relatora, deputada Helena Lima (Roraima), incluiu a alteração ao Projeto de Lei 1891/22, proposto pelas deputadas Tabata Amaral (São Paulo) e Lídice da Mata (Bahia). O projeto original propunha alterações na Lei Pelé para garantir paridade de investimento dos recursos públicos a partir de 2025 nas modalidades esportivas entre as categorias feminina e masculina. Helena Lima destacou que a paridade na destinação dos recursos pode não ter o mesmo efeito em todas as modalidades esportivas, podendo, em alguns casos, reduzir os recursos destinados às mulheres, especialmente em modalidades onde a categoria feminina tem maior projeção.

A proposta seguirá para análise conclusiva pelas comissões de Finanças e Tributação, e de Constituição e Justiça e de Cidadania. As informações foram divulgadas inicialmente pela Agência Câmara de Notícias.

Educação Física é a área que estuda e promove atividades físicas, visando o desenvolvimento corporal e mental. Ela é importante para a promoção da saúde, melhoria da qualidade de vida, e desenvolvimento de habilidades motoras, sociais e cognitivas.

O curso de Educação Física prepara profissionais para atuar no ensino, treinamento esportivo, saúde e lazer, promovendo o bem-estar físico dos indivíduos. A formação pode ser dividida em duas modalidades principais: licenciatura, para aqueles que desejam atuar na educação, e bacharelado, voltado para atuação em áreas como treinamento esportivo, recreação e saúde.

As disciplinas do curso incluem Anatomia Humana, que aborda a estrutura do corpo; Fisiologia, que estuda o funcionamento do organismo; Biomecânica, focada na mecânica do movimento humano; e Psicologia do Esporte, que explora os aspectos psicológicos relacionados à atividade física. Além disso, os conteúdos de Nutrição Esportiva, Gestão e Organização de Eventos Esportivos, e Metodologia do Treinamento Desportivo complementam o curso.

Na licenciatura, há um enfoque em disciplinas pedagógicas, preparando o aluno para lecionar Educação Física em escolas. Isso inclui Didática, Metodologia do Ensino da Educação Física e Prática de Ensino. Já no bacharelado, o foco é mais amplo, abrangendo gestão esportiva, treinamento personalizado, atividades em academias, clubes e clínicas.

A metodologia do curso valoriza a combinação entre teoria e prática. Os alunos participam de aulas em quadras, piscinas e academias, e realizam estágios supervisionados em diferentes contextos, como escolas, clubes esportivos e centros de reabilitação.

Além disso, muitos cursos oferecem disciplinas optativas, que permitem ao aluno se especializar em áreas específicas de interesse, como esportes para indivíduos com necessidades especiais, atividade física para idosos, entre outras.

Os estudantes graduados em Educação Física são capazes de compreender o processo de treinamento em relação à saúde e ao bem-estar, além de desenvolver programas de atividade física que possam melhorar a condição física dos seus clientes.

Para atuar na área, os profissionais devem contar com registro no Conselho Regional de Educação Física (CREF). A entidade é responsável por supervisionar a atuação dos formados em cada região e contribuir para a regulamentação do campo.

Veja também: Todos os detalhes sobre o curso de Gestão Desportiva no site da Quero Bolsa.

Quanto tempo dura a faculdade de Educação Física?

A faculdade de Educação Física tem duração média de três anos para a licenciaturas, com carga horária de 2.800 horas, e quatro anos para o bacharelado, com cerca de 3.200 horas de extensão.

Qual é a diferença entre bacharelado e licenciatura em Educação Física?

A licenciatura em Educação Física prepara o profissional para atuar no ensino público e privado, lecionando aulas e promovendo atividades físicas em escolas. O bacharelado, por outro lado, habilita o profissional a trabalhar em áreas recreativas fora do ambiente escolar, como academias, hotéis e clubes.

Vale ressaltar que um bacharel em Educação Física pode dar aulas, mas com algumas restrições. Ele está qualificado para ensinar, mas apenas em contextos fora do sistema educacional formal. Ele pode lecionar atividades em academias e clubes esportivos. Para dar aulas no ensino básico e médio, é necessário ter a licenciatura, que o habilita especificamente para a prática pedagógica em escolas.

Qual é a importância da Educação Física?

A Educação Física contribui significativamente para a prevenção de doenças crônicas, auxilia no controle do peso e do diabetes, previne a perda óssea, reduz a pressão arterial, diminui o risco de doenças cardiovasculares, ajuda no controle do colesterol e melhora o condicionamento físico geral.

Em contextos escolares, a Educação Física é determinante para estimular o desenvolvimento físico, social e emocional dos alunos, além de promover hábitos saudáveis e colaborar no combate ao sedentarismo.

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