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Biografias

Edward Hopper

Gabriela Costa Costa
Publicado por Gabriela Costa Costa
Última atualização: 1/6/2019

Introdução

“Se você pudesse dizer em palavras não haveria razão para a pintura”, é uma das frases de Edward Hopper, pintor norte-americano que  ficou conhecido como “o pintor da solidão”. 

Edward Hopper (1882 – 1967) pintor modernista norte-americano. 

Com suas representações e cenas, Hopper conseguiu retratar o estilo de vida americano do começo do século XX. As angústias diante das transformações do mundo estavam por trás das figuras solitárias de suas telas.

Além da solidão, a melancolia também é tema de suas obras, revelando os traumas de um artista que passou pela Primeira e Segunda Guerra Mundial.

Trajetória

Edward Hopper nasceu no estado de Nova Iorque no dia 22 de julho de 1882. Para estudar design gráfico, ilustração e pintura, Hopper mudou-se para a cidade de Nova Iorque, com apoio de seus pais.

Seu professor Robert Henri foi uma grande influência no seu trabalho, encorajando-o a aproximar sua arte dos contextos sociais em que viviam. Desse modo, Hopper e seus colegas aproximaram-se dos cenários urbanos da Nova Iorque do começo do século XX.

O trabalho desses artistas culminou no reconhecimento de uma escola: a Escola de Ashcan

Hopper fez três viagens para Europa, o que possibilitou que ele entrasse em contato com a arte europeia de vanguarda que emergia então. No entanto, Hopper seguiu outros caminhos, ao aproximar-se do idealismo de pintores impressionistas.

Hopper trouxe o tema de suas obras das características comuns da vida urbana e também rural norte-americana - estações de gasolina, hotéis, ferrovia, ou uma rua vazia.

Obras – A solidão e a melancolia

A obra de Hopper sofreu influência dos estudos psicológicos de Freud e da teoria intuicionista de Bergson. Desse modo, Hopper buscava em suas telas a representação subjetiva do homem e de seus problemas.

Além de retratar figuras solitárias e melancólicas, o trabalho de Hopper também, explora espaços vazios como, por exemplo, postos de gasolina perdidos numa estrada rural.

O jogo de luz se mostra de extrema importância para construir o cenário de melancolia e solidão: há a luz natural em contraste com a luz artificial.

Em 1915, Hopper começou a ganhar reconhecimento no meio artístico dos Estados Unidos. Em 1924, casou-se com Josephine Verstille Nivison, também pintora e empresária de Hopper.

Em 1925, produziu sua obra mais famosa, “Casa perto da estrada de ferro”. Com ela, Hopper ganhou grandes elogios da crítica e alcançou o ápice de seu reconhecimento.

Edward Hopper faleceu, em 15 de maio de 1967, aos 84 anos de idade, na cidade de Nova Iorque.

Ilustração: Rapaz corpulento de camiseta, shorts e tênis acenando

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