Info Icon Help Icon Como funciona Ajuda
Whatsapp Icon 0800 123 2222
Envie mensagem ou ligue
Biografias

Gustav Klimt

Gabriela Costa Costa
Publicado por Gabriela Costa Costa
Última atualização: 3/6/2019

Introdução

Gustav Klimt foi um pintor austríaco simbolista que se destacou dentro do movimento Art Nouveau, tornando-se um de seus principais representantes. 

Gustav Klimt (1876 – 1918) um dos representantes mais importantes do Art Nouveau. 

A obra mais conhecida de Gustav Klimt é o quadro “O beijo” (1908), pintado com tons de dourado, características presentes em outros quadros dele, dá pistas do estilo do artista.

O beijo (1908) 

Suntuoso e extravagante, Klimt marcou a história da arte, sendo um dos fundadores do movimento da Secessão de Viena.

Trajetória

Gustav Klimt nasceu no dia 14 de julho de 1862, em Baumgarten, Viena. Seu pai, Ernest Klimt, era um gravador de metais e sua mãe, a cantora Anna Flinster Klimt. Devido às ocupações de seus pais, desde pequeno esteve próximo das artes.

Aos 14 anos, Klimt passou a frequentar os cursos da Escola de Artes Aplicadas, passaria, então, a vender suas gravuras. 

Em 1883, Klimt abriu um ateliê com o irmão Ernest e com o amigo Franz Matsch. Os três decoraram edifícios públicos, uma avenida de Viena e o Kunsthistorisches Museum, isso permitiu a entrada de Klimt em um mundo de cultura, pertencente à burguesia.

Com a morte de seu irmão Ernest, Klimt fechou o ateliê e ingressou em um grupo formado por conservadores, a Sociedade dos Artistas Vienenses, formado por outros artistas.

Klimt foi convidado, em 1894, pela universidade de Viena para fazer três pinturas no anfiteatro: A Medicina, A Filosofia e A Jurisprudência. Klimt rejeitou o tema desejado para os quadros. As obras que produziu receberam muitas críticas por seu grande simbolismo erótico. 

Surgiu, assim, a Secessão, movimento liderado por Klimt, resultado da separação de alguns membros da Sociedade dos Artistas Vienenses contra a hostilidade de seus dirigentes às novas propostas artísticas que brotavam na Europa.

A Secessão e outras obras

Os artistas da Secessão eram escritores, pintores e políticos de correntes de esquerda. Eles acreditavam numa arte inteiramente nova e que ainda assim pudessem estimular as almas, mais uma vez, a influência do Simbolismo.

A Secessão foi importante porque revelou o espírito da época manifestada através da arte, pela sua efervescência e transformação. Klimt, desse modo, foi uma figura fundamental para a quebra dos padrões estéticos vigentes.

Concretizava-se assim, o movimento Art Nouveau, movimento que tinha como intuito buscar um estilo que refletisse e acompanhasse as inovações da sociedade industrial. O movimento se opunha ao historicismo e tinha enfatizava a originalidade, a qualidade e propunha a volta ao artesanato.

Em 1909, Klimt viaja pela primeira vez a Paris e conhece a pintura pós-impressionista, que exerce forte influência em sua obra, a ponto de até mesmo seu estilo mudar. 

Klimt possuía uma situação financeira tranquila até que, em 1914, a Segunda Guerra Mundial começou, e no ano seguinte, sua mãe morreu. Os dois fatos refletiram no trabalho de Klimt, por exemplo, nas escolhas das cores que utilizava para pintar suas paisagens.

Klimt sofreu um acidente vascular que paralisou o lado direito do corpo, e após ficar uns dias internado, faleceu no dia 06 de fevereiro, aos 55 anos vítima de pneumonia.


Exercícios

Exercício 1
(IDECAN – 2016 – SEARH – RN)

Retrato de Adele Bloch-Bauer I (1907) 

Nesta obra Klimt utilizou pequenas áreas de cor e tinta feita de ouro para esconder o corpo da modelo, formando uma espécie de manto que deixa visível apenas o rosto, os ombros e as mãos. Estes desenhos que se repetem como em um mosaico nas obras de Klimt acompanham as tendências do movimento:

Ilustração: Rapaz corpulento de camiseta, shorts e tênis acenando

Inscreva-se abaixo e receba novidades sobre o Enem, Sisu, Prouni e Fies:

Carregando...