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História Geral

Cleópatra

Publicado por | Última atualização: 27/9/2022
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Índice

Introdução

Cleópatra, a rainha egípcia (faraó), nasceu em meados de 69 a.C. na cidade de Alexandria (Egito), onde faleceu em 30 a.C.

Filha de Ptolomeu XII, foi a última rainha a governar na dinastia de Ptolomeu, general macedônio que deu início a essa dinastia ao proclamar-se, em 304 a.C., rei do Egito quando os territórios de Alexandre Magno (Alexandre, o Grande) foram divididos entre seus generais.

Cleópatra foi uma mulher famosa na história por suas habilidades diplomáticas, estratégicas e administrativas e por dominar diversas línguas (ela era poliglota), como os idiomas grego, egípcio e aramaico. Além disso, ela era a mulher mais rica do mundo Mediterrâneo.

Principais conclusões

  • Cleópatra foi a rainha egípcia (faraó) nascida em Alexandria, última governante da dinastia ptolomaica; conhecida por liderança política, riqueza e poliglotismo, governou como soberana ao lado do filho Cesarião até sua morte em 30 a.C.
  • Subiu ao trono como co-regente com o irmão Ptolomeu XIII, enfrentou conflitos internos, exilou-se na Síria e buscou apoio romano; usou aliança com Júlio César e depois com Marco Antônio para consolidar poder e manter a independência do Egito.
  • Surgida na sequência das divisões do império de Alexandre, sua dinastia foi fundada por Ptolomeu, general macedônio, e Cleópatra se destacou como poliglota e mulher mais rica do Mediterrâneo, marcando o encontro entre cultura helênica e egípcia.
  • Em provas como o ENEM, evite confundir a cronologia: primeiro a aliança com Júlio César, depois o relacionamento com Marco Antônio; destaque interdisciplinar entre história, política e cultura e o papel estratégico das alianças pessoais.
  • Cleópatra ilustra o impacto de lideranças individuais nas relações internacionais: sua diplomacia e alianças com Roma moldaram a expansão romana, promoveram trocas culturais e culminaram na perda da independência egípcia em 30 a.C.
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Ascensão ao trono e relação com Júlio César

Cleópatra subiu ao poder juntamente com seu irmão, Ptolomeu XIII, após a morte de seu pai, Ptolomeu XII. Os irmãos se casaram conforme a tradição estabelecida pela sua dinastia.

No entanto, Cleópatra entrou em conflito com pessoas que detinham poder sobre seu irmão e que cobiçavam o trono. Por conta desses conflitos, ela procura exílio na Síria para traçar um plano com o objetivo de governar o Egito como única rainha.

Para se consolidar no poder, Cleópatra recorre a Roma, grande potência daquele momento. Desse modo, ela visa a estabelecer alianças para se firmar como rainha do Egito.

Júlio César, governante de Roma que subiu ao poder a partir do Primeiro Triunvirato (formado por Pompeu e Crasso, além do próprio Júlio César), visita Alexandria. Cleópatra cria uma estratégia para encontrá-lo a fim de que ele a ajude a se estabilizar no poder. 

Para que o encontro com Júlio César fosse possível, já que ela estava em exílio, Cleópatra presenteia Júlio César com um tapete enquanto ele está em Alexandria. Ao receber o presente, o tapete se desenrola e revela a rainha em seu interior.

Dessa maneira, Cleópatra torna-se amante de Júlio César e estabelece relações políticas com ele. Júlio César auxilia na consolidação do poder de Cleópatra como rainha do Egito e como aliada de Roma. Além disso, tiveram um filho fruto desse relacionamento em 47 a.C., Cesarião.

Posteriormente, Cleópatra e seu filho se instalam em Roma a convite de Júlio César. Entretanto, a sua presença não é querida pela população.

Após o assassinato de Júlio César, Cleópatra retorna ao Egito com seu filho. Como Ptolomeu XIII já havia falecido, ela governa ao lado de seu filho.

Relação com Marco Antônio e queda

Após a morte de Júlio César, formou-se o Segundo Triunvirato (constituído por Caio Otávio e Marco Lépido, além do próprio Marco Antônio). Em 40 a.C., os governantes repartiram entre si a administração do território romano. Marco Antônio obteve o Oriente, e, dessa forma, precisava manter contato com o Egito (aliado de Roma).

Para tanto, ele se reúne com Cleópatra. Nesse encontro, a rainha egípcia ostenta riquezas, comidas e fornece atenção ao triúnviro. Ele, então, se apaixona por ela e eles estabelecem um relacionamento.

Deste relacionamento, Cleópatra dá à luz gêmeos, Cleópatra Selene II Alexandre Hélio, em 40 a.C., e, posteriormente, tem mais um filho de Marco Antônio, Ptolomeu Filadelfo, em 36 a.C.

Marco Antônio estava governando o território designado a ele de fora do território romano (estava governando no Egito) e não estava enviando a Roma os tributos arrecadados. Em resposta, o Senado romano declarou guerra a Marco Antônio, sendo Caio Otávio o comandante militar.

Em 31 a.C., Marco Antônio fugiu da frota romana perto da costa da Grécia, abandonando sua tropa, que se rendeu a Caio Otávio sem batalhar. Depois, retornou ao Egito e suicidou-se em 30 a.C.

Após perceber que seria aprisionada por Caio Otávio, Cleópatra também se suicidou em 30 a.C. Embora não haja certeza quanto ao método utilizado, a hipótese mais aceita é a de que ela tenha deixado uma cobra a picar.

Em 30 a.C., Caio Otávio chega em Alexandria e declara o Egito território romano.

Exercício de fixação

Exercícios sobre Cleópatra para vestibular

Passo 1 de 3

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Cleópatra foi a última rainha de qual dinastia?

A Dinastia Tudor
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