Índice
Introdução
Os gráficos são representações que ilustram dados de uma determinada variável, obtidos por meio de uma pesquisa. A construção de um gráfico é feita a partir de uma tabela que contém as frequências dos dados da variável a ser estudada.
A maior vantagem dos gráficos está na visualização e análise rápidas que podem ser feitas. Por exemplo, a partir de um gráfico, pode-se verificar facilmente qual dado tem maior frequência, como se dá a variação (crescimento/decrescimento) dos valores e assim por diante.
A partir dos gráficos, por exemplo, se torna mais fácil saber quais medidas tomar no futuro. É o caso de uma empresa que possui um gráfico de seus gastos e, a partir de uma análise, consegue observar de qual modo ela pode diminuir seus custos e, ainda, aumentar sua receita.
Há diversos tipos de gráficos. Apresentaremos alguns através de exemplos. Mas todos possuem, em comum, esses três elementos:
- Título: geralmente na parte superior do gráfico, indica sobre qual assunto/dados ele trata;
- Legendas: indicam as informações contidas no gráfico, de modo a facilitar suas identificações;
- Fonte: mostra de onde o dados foram retirados (pesquisas, sites, revistas, jornais etc).
Principais conclusões
- Gráficos são representações visuais de dados de uma variável, construídas a partir de tabelas de frequência geradas por pesquisas; apresentam valores e distribuições de maneira condensada para facilitar comparação de frequências, variações e proporções de forma clara.
- Constrói‑se um gráfico a partir da tabela de frequências e de três elementos essenciais — título, legendas e fonte —; barras indicam magnitude por tamanho, histograma agrupa dados em classes sem espaçamento, linhas ligam pontos no tempo e setores mostram proporções.
- No contexto científico e social, gráficos aceleram a análise e comunicação de resultados: permitem identificar tendências, picos e quedas com rapidez; organizações usam‑nos para avaliar gastos, planejar ações e transformar dados brutos em decisões mais objetivas.
- Em provas como o ENEM, a interpretação exige atenção a diferenças técnicas, por exemplo confundir histograma com gráfico de barras (classes e ausência de espaçamento); analisar título, legenda e fonte evita leituras equivocadas e integra temáticas de matemática e ciências humanas.
- Como ferramenta prática, gráficos orientam decisões cotidianas e empresariais ao monitorar variação temporal, comparar frequências e proporções; tornam a visualização de dados acessível, suportando planejamento, redução de custos e comunicação eficiente de resultados.
Gráfico de barras
O gráfico de barras relaciona, de modo proporcional ao seu tamanho, as frequências dos dados com barras que podem ser horizontais ou verticais.
Histograma
O histograma é muito similar ao gráfico de barras verticais. Porém, há dois pontos que os diferem: no histograma, não há espaçamento entre as barras e, além disso, o utilizamos para tratar de dados que são acoplados em classes.
Gráfico de linhas
Conhecido também como curva poligonal ou gráfico de segmentos, o gráfico de linhas é muito utilizado quando se deseja mostrar a variação dos valores dos dados ao longo do tempo. Ele é formado por segmentos de retas.
Gráfico de setores
Também chamado de pizza, o gráfico de setores divide uma circunferência em arcos, cujas medidas são proporcionais às frequências dos dados.
Exercício de fixação
Exercícios sobre Gráficos para vestibular
ENEM
O dono de uma farmácia resolveu colocar à vista do público o gráfico mostrado a seguir, que apresenta a evolução do total de vendas (em reais) de certo medicamento ao longo do ano de 2011.
De acordo com o gráfico, os meses em que ocorreram, respectivamente, a maior e a menor vendas absolutas em 2011 foram: