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Evento reúne escritores de diferentes países; conheça obras dos convidados internacionais que podem ser usadas para ampliar o vocabulário e praticar a leitura em outros idiomas
Em resumo:
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A 28ª edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo começa nesta sexta-feira (4), e segue até 13 de setembro, no Distrito Anhembi.
Para quem estuda outros idiomas, a programação também pode servir como ponto de partida para conhecer obras estrangeiras e, dependendo do nível de proficiência, experimentar a leitura no idioma em que foram originalmente publicadas.
Entre os destaques está a britânica Alice Oseman, criadora de Heartstopper, que participa da Bienal nos dias 5 e 7 de setembro. Outra presença é a norte-americana Lynn Painter, conhecida por Melhor do que nos filmes, além de autoras como Ana Huang, Leia Stone e Danielle L. Jensen.
A edição ainda tem a Espanha como país convidado de honra, com uma programação dedicada à literatura espanhola contemporânea e à diversidade de regiões, idiomas e tradições literárias do país.

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+ Leitura em inglês: como praticar e evoluir no idioma?
A seguir, conheça alguns dos autores estrangeiros da Bienal do Livro 2026 e obras que podem entrar na lista de quem quer praticar outro idioma.

A britânica Alice Oseman é um dos principais nomes internacionais desta edição. Criadora de Heartstopper, a escritora participa da Bienal nos dias 5 e 7 de setembro.
A série Heartstopper, originalmente publicada em inglês, acompanha a relação entre os adolescentes Charlie Spring e Nick Nelson. Por ser uma história em quadrinhos e ter forte presença de diálogos, a obra pode ser uma porta de entrada para quem ainda não tem o hábito de ler livros inteiros em inglês.
Além de Heartstopper, Oseman é autora de títulos como Solitaire, Radio Silence, I Was Born for This e Loveless.

Conhecida pelos romances que ganharam popularidade entre leitores nas redes sociais, Ana Huang também está entre as convidadas internacionais confirmadas para a Bienal.
Entre seus trabalhos mais conhecidos está a série Twisted, iniciada por Twisted Love. Também fazem parte da bibliografia da escritora livros como King of Wrath e outros títulos da série Kings of Sin.
Para estudantes de inglês, os romances contemporâneos podem proporcionar contato com diálogos e situações do cotidiano, embora o nível de dificuldade varie conforme a obra e a familiaridade do leitor com o idioma.

Apesar de ser espanhola, Elena Armas escreve seus romances em inglês. A autora também integra o grupo de atrações internacionais da Arena Cultural da Bienal 2026.
Ela ficou conhecida por The Spanish Love Deception, publicado no Brasil como Uma farsa de amor na Espanha. A comédia romântica acompanha Catalina Martín e Aaron Blackford em uma história que parte de uma viagem à Espanha para um casamento.
Armas também escreveu The American Roommate Experiment e The Long Game.

Outra convidada é a norte-americana Lynn Painter, autora de comédias românticas e livros voltados ao público jovem. Ela esteve entre os primeiros nomes internacionais anunciados pela organização para a edição de 2026.
Um de seus maiores sucessos é Better Than the Movies, lançado no Brasil como Melhor do que nos filmes. O romance acompanha Liz Buxbaum, uma adolescente apaixonada por comédias românticas que decide pedir ajuda ao vizinho Wes para se aproximar de seu interesse amoroso.
A combinação de ambiente escolar, personagens jovens e diálogos pode tornar a obra interessante para quem busca contato com um inglês mais próximo de situações cotidianas.

Os leitores de fantasia também encontram opções entre os convidados. Danielle L. Jensen está confirmada na Bienal e é conhecida por romances que misturam fantasia, aventura e romance. Entre suas obras está A Fate Inked in Blood, além da série iniciada por The Bridge Kingdom.
Por se tratar de fantasia, a leitura pode apresentar um desafio maior para estudantes do idioma. O gênero costuma trazer vocabulário específico e descrições de universos fictícios que nem sempre aparecem em conversas cotidianas.

Também ligada à fantasia, a norte-americana Leia Stone faz parte da programação internacional anunciada para a Bienal. Entre seus títulos está The Last Dragon King, primeiro livro da série Kings of Avalier.
Assim como acontece com outras obras de fantasia, o vocabulário pode exigir mais do leitor do que aquele encontrado em romances ambientados no cotidiano.

O australiano Jay Kristoff é outro nome da fantasia internacional confirmado para a Bienal. A organização destaca o escritor entre as atrações internacionais da edição de 2026.
Entre seus trabalhos estão Nevernight, Empire of the Vampire e livros escritos em parceria com Amie Kaufman, como a série The Illuminae Files.
As obras de Kristoff tendem a representar um desafio maior para quem ainda está começando a ler em inglês, principalmente pelo tamanho das narrativas e pelo vocabulário característico da fantasia.
Quem estuda espanhol também encontra um motivo para acompanhar a programação. A Espanha é o País Convidado de Honra da Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2026.
A participação espanhola conta com um espaço de 500 m² e prevê debates, exposições, encontros e a presença de autores contemporâneos. A curadoria é da escritora Marta Sanz e busca apresentar a pluralidade geográfica e linguística da produção literária espanhola.
Para estudantes do idioma, a literatura espanhola pode complementar os estudos ao colocar o leitor em contato com vocabulário, estruturas e usos da língua dentro de diferentes contextos.
Não é necessário entender todas as palavras para começar a ler em outro idioma. A escolha de uma obra compatível com o nível de conhecimento pode tornar a experiência mais produtiva.
Quem está começando pode priorizar histórias já conhecidas, quadrinhos ou livros com bastante diálogo. Outra possibilidade é ter a edição em português como apoio, evitando interromper a leitura a cada palavra desconhecida.
Conforme o domínio do idioma aumenta, romances mais extensos e gêneros com vocabulário específico, como fantasia e ficção científica, podem representar um próximo passo.
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