
IA chinesa Kimi K3 supera ChatGPT em testes e derruba ações de big techs
redacao revista quero | 24/07/26Com código aberto e custo de uso reduzido, o novo modelo Kimi K3 lidera rankings de programação e desafia sistemas americanos
Descubra como a inteligência artificial pode reduzir custos ou aumentar despesas nas empresas e veja por que planejamento e hiperautomação fazem a diferença.
Em resumo:
Veja mais detalhes abaixo!
A inteligência artificial (IA) vem sendo apontada como uma das principais tecnologias para aumentar a produtividade e reduzir custos nas empresas.
Porém, especialistas alertam que adotar ferramentas de IA sem planejamento pode gerar exatamente o efeito contrário: elevar despesas sem trazer ganhos reais de eficiência.
Isso acontece porque muitas organizações implementam soluções apenas para acompanhar uma tendência de mercado, sem antes identificar quais problemas precisam resolver ou quais resultados esperam alcançar.
A seguir, entenda por que isso acontece e como a hiperautomação pode ajudar empresas a aproveitar melhor o potencial da inteligência artificial.

Saiba mais: Inteligência Artificial no mercado de trabalho: veja o impacto nas áreas
+ 7 dicas para começar a carreira em inteligência artificial
Um dos principais erros das empresas é começar a transformação digital pela tecnologia, em vez de analisar os processos internos.
Na prática, isso significa utilizar ferramentas de IA em atividades que continuam mal estruturadas, fazendo com que antigos problemas apenas sejam automatizados.
Antes de implementar soluções baseadas em inteligência artificial, o ideal é:
Sem esse planejamento, a empresa pode trocar um custo por outro, sem aumentar a produtividade.
Outro desafio envolve o consumo de tokens, que são as unidades de processamento utilizadas pelos modelos de inteligência artificial generativa.
Quanto maior o volume de solicitações feitas às ferramentas de IA, maior tende a ser o custo operacional.
Algumas empresas chegaram a incentivar o uso intensivo dessas plataformas em tarefas como programação, prática conhecida como tokenmaxxing. Em muitos casos, isso resultou em contas elevadas e obrigou as organizações a reverem suas estratégias de uso, adotando políticas de governança e modelos mais econômicos para controlar os gastos.
Mais do que utilizar inteligência artificial em tarefas isoladas, especialistas apontam a hiperautomação como um caminho para obter ganhos consistentes.
A hiperautomação combina tecnologias como IA, automação de processos e integração entre sistemas para conectar diferentes áreas da empresa.
Com isso, é possível:
Em vez de automatizar apenas uma atividade, a proposta é otimizar todo o fluxo de trabalho.
Apesar das preocupações sobre o impacto da inteligência artificial no mercado de trabalho, especialistas afirmam que o objetivo da tecnologia não é substituir completamente os profissionais.
A tendência é que a IA assuma atividades repetitivas e operacionais, permitindo que as pessoas dediquem mais tempo a funções estratégicas, analíticas e criativas.
Dessa forma, a tecnologia passa a atuar como uma ferramenta de apoio, aumentando a produtividade sem eliminar a necessidade do trabalho humano.
Veja também: Inteligência Artificial na Educação: veja os benefícios entre as áreas
+ Inteligência Artificial no Direito: confira as tendências na área
+ Profissões técnicas que não serão substituídas pela IA
Diversas organizações já vêm colhendo resultados com o uso planejado da inteligência artificial.
A Netflix, por exemplo, utiliza IA generativa em centenas de produções, principalmente durante a etapa de pós-produção. Segundo a empresa, a tecnologia ajuda a acelerar processos e melhorar a qualidade do conteúdo, funcionando como apoio ao trabalho das equipes criativas.
Outro exemplo é o da Desktop, provedora de internet que utiliza hiperautomação para integrar operações e automatizar processos críticos, aumentando a padronização e a rastreabilidade das atividades.
No setor público, a digitalização de serviços por meio do Gov.br também demonstrou o potencial econômico da tecnologia ao integrar processos e ampliar a eficiência na prestação de serviços aos cidadãos.
A inteligência artificial pode, sim, reduzir custos e aumentar a produtividade. No entanto, especialistas reforçam que esses benefícios dependem de uma estratégia bem definida.
Antes de investir em novas ferramentas, é importante revisar processos, definir objetivos claros e implementar práticas de governança. Assim, a IA deixa de ser apenas uma tendência e passa a gerar resultados concretos para empresas e profissionais.
A matéria acima foi veiculada primeiramente pela Foqa News.
Nele você encontra notícias do Brasil e do mundo e fica por dentro do que acontece em tempo real.
Acompanhe o que realmente importa, sem perder tempo!
