“Falar da medicalização da vida é falar de uma sociedade que se vê doente e que procura o médico como uma espécie de novo sacerdote, é aquele que dá a palavra final a respeito de todos os aspectos da vida, e é como se o medicamento fosse a antiga poção mágica, ou fosse algo como uma oração, ou aquilo que nos vai dar uma libertação dos nossos problemas. De certo modo, então, se vê o remédio e a prática médica como coisas divinizadas, como coisas colocadas como superiores às outras atividades sociais”, completa.
A redação da Unesp exige que os candidatos elaborem um texto dissertativo-argumentativo de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, com uma estrutura do texto que contenha introdução, desenvolvimento e conclusão.
A redação também deve conter entre 20 e 30 linhas, no entanto, diferente do Enem, a Unesp não exige uma proposta de intervenção na conclusão.
Segundo o Manual do Candidato da Unesp, a prova de redação terá, na sua correção, a atribuição de nota de 0 a 28 pontos.
Os critérios avaliados serão: atendimento ao tema proposto, atendimento ao gênero/tipo de texto e coerência das ideias, uso da modalidade formal da língua portuguesa (gramática, concordância, regência, ortografia, acentuação, pontuação, etc) e o uso dos recursos coesivos da língua (anáforas, catáforas, substituições, conjunções etc.)