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Estudantes da USP aprovam paralisação e apoiam greve de servidores; saiba as reivindicações

Estudantes da USP aprovam paralisação por tempo indeterminado em apoio à greve de servidores. Entenda os motivos, reivindicações e próximos passos.

Em resumo:

  • Estudantes da USP aprovaram paralisação por tempo indeterminado no campus Butantã
  • Movimento ocorre em apoio à greve dos servidores da universidade
  • Reivindicações incluem bolsas, permanência estudantil e serviços no campus

Veja mais informações abaixo.

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Foto: Cecilia Bastos/USP Imagens

Estudantes da Universidade de São Paulo aprovaram, no dia 15 de abril, a paralisação das atividades por tempo indeterminado no campus Butantã.

A decisão foi tomada em assembleia geral organizada pelo Diretório Central dos Estudantes Alexandre Vannucchi Leme.

A medida marca a adesão dos alunos à mobilização em curso na universidade e estabelece um calendário de debates em cada unidade para definir o nível de participação na greve.

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Paralisação ocorre em apoio à greve dos servidores

A decisão dos estudantes está diretamente ligada à greve dos funcionários da USP, iniciada em 14 de abril. O movimento é conduzido pelo Sindicato dos Trabalhadores da USP.

Os servidores reivindicam:

  • Reajuste salarial
  • Revisão de benefícios
  • Maior equidade entre categorias da universidade

Antes da assembleia que aprovou a paralisação, os estudantes já haviam realizado um ato em apoio aos trabalhadores.

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Gratificação a professores motivou mobilização

Um dos fatores que impulsionaram a greve foi a aprovação de uma gratificação para docentes da universidade.

A medida prevê pagamento adicional de R$ 4.500 mensais para professores em regime de dedicação exclusiva que apresentarem projetos em áreas estratégicas.

A proposta foi aprovada pelo Conselho Universitário em 31 de março e estabelece:

  • Pagamento por até 24 meses
  • Início dos repasses previsto para 2027
  • Projetos nas áreas de ensino, pesquisa, inovação, cultura e gestão

A decisão gerou questionamentos entre estudantes e servidores sobre a distribuição de recursos dentro da universidade.

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Reivindicações dos estudantes incluem permanência

Além do apoio aos servidores, os estudantes também apresentam demandas próprias, relacionadas às condições de permanência na universidade.

Entre os principais pontos estão:

  • Aumento no valor de bolsas e auxílios estudantis
  • Melhorias nos restaurantes universitários
  • Condições de permanência para estudantes de baixa renda

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Cursos já aderiram e novas assembleias estão previstas

De acordo com o portal Metrópoles, alguns cursos e institutos já decidiram aderir à paralisação, como:

Outras unidades seguem em discussão, com assembleias programadas.

16 de abril

  • Psicologia (Butantã)
  • Instituto de Matemática e Estatística (IME)
  • Instituto de Oceanografia (IO)
  • USP São Carlos
  • Letras
  • Escola Politécnica (Poli)
  • Geografia
  • Enfermagem
  • Ciências Sociais

Foto: Cecília Bastos/USP Imagens

17 de abril

  • Instituto de Relações Internacionais (IRI)
  • Farmácia (Butantã)
  • Biologia
  • FOFITO
  • Escola de Comunicações e Artes (ECA)

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O que acontece agora

A paralisação segue sem prazo definido para encerramento.

A adesão depende das decisões tomadas em cada unidade e do andamento das negociações com a reitoria da Universidade de São Paulo.

O movimento combina apoio aos servidores e reivindicações estudantis, com impacto nas atividades acadêmicas do campus Butantã.

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Obs: As informações acima foram veicualdas primeiramente pelos portais Estadão, Folha de São Paulo, Metrópoles, Carta Capital e Jornal de Brasília.

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