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Explore a origem do mau comportamento do seu filho, uma vez que muitas crianças alteram o seu comportamento, como consequência de um mal estar interno, outras vezes para chamar a atenção dos pais.
O que fazer para que seu filho te respeite?
Um dos pontos mais importantes é saber colocar limites e administrar o que é realmente inaceitável, e aquilo que é indesejado, garantindo também que as crianças façam algo para recompensar seus erros. Lembrando que é fundamental que na fase de reparação você aja de forma consistente e não abra exceções, pois qualquer abertura pode significar que nada daquilo é realmente sério.
Criar um diálogo é essencial para se manter a ordem. Aproveite os momentos em que algo lhe incomoda e seja aberto o suficiente para explicar ao pequeno os motivo de aquele tipo de atitude não ser adequado. Após isso, escute o que as crianças têm a dizer. Muitas vezes eles sentem coisas que não sabem bem explicar, e é necessário paciência para chegar ao fundo da questão. Só de se sentir ouvido e acolhido, as crianças já costumam se sentir bem melhor.
Outro ponto a se ter consideração é de que criar correções através de castigos, é sim interessante, porém há cuidados a se tomar. As ações corretivas não podem ser vistas como ato de vingança, elas também não devem envolver castigos físicos. As tarefas sugeridas devem ser realizadas na medida para reparar o dano causado à situação, mesmo que de forma simbólica.
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A ação corretiva deve ser tomada logo após a constatação de um ato que viole as regras estabelecidas previamente, assim a relação entre a infração e a indenização fica mais clara para as crianças. Também há um ponto que precisa ser sempre lembrado, você é um exemplo para o seu filho, logo suas atitudes, não simplesmente serão copiadas, mas sim assimiladas, tornando aquelas decisões boas ou ruins parte do modo de pensar e agir das crianças.
Como lidar com o mau comportamento dos filhos?
O mau comportamento recorrente das crianças pode ser um sintoma de necessidades emocionais não atendidas. A falta de afeto e conexão geram agitação e malcriação. Muitas vezes um beijo, um abraço silencioso, uma troca de olhar sincera e a sua presença emocional podem trazer uma solução imediata para o problema.
A próxima vez que seu filho começar a se comportar mal, mantenha-se calmo e em vez de reagir de maneiras punitivas, pare por um momento e pergunte a si mesmo: “O que pode estar por trás desse comportamento?”, “Qual necessidade emocional pode não estar sendo atendida e eu, na correria da vida, nem estou percebendo?” Esse exercício pode trazer grandes descobertas e consciência para você.
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Outra questão interessante é que as crianças nos bombardeiam com inúmeras perguntas todos os dias e muitos de nós temos a tendência a responder “não”, até mesmo para aquilo que poderia ser um SIM e isso pode deixar as crianças frustradas ou irritadas. Pense antes de dar sua resposta, use o NÃO apenas para que for realmente NÃO. Se for “sim”, diga “sim” de uma vez, com certeza será bem melhor e mais assertivo do que dizer “não” e depois esse “não” virar um SIM. Use o “sim” sempre que puder.
Aprenda a confiar na capacidade dos seus filhos de resolverem seus problemas. Não os subestimem. Isso, além de refletir diretamente na relação entre pais e filhos, estabelece um elo de confiança nesta relação, além de ser positivo para a autoconfiança da criança.