O trote — O curso não possui a tradição do trote. “Preferimos fazer uma festinha no Centro Acadêmico (C.A.) ou algo do tipo”, revela.
Seu primeiro dia de aula trouxe algumas experiências não tão agradáveis, como o fato de ter se perdido na universidade. Mas, as descobertas não demoraram muito para aparecer. “Calouros, fiquem espertos! Universidade pública é para quem tem sangue nos olhos, então, deixem a timidez de lado e tentem fazer o máximo de amigos. Eles podem te ajudar muito”, explica.
O mercado — Os historiadores são profissionais fundamentais para o fortalecimento da identidade das pessoas. A principal atuação deles está na Educação Básica, especialmente para os licenciados. Para os bacharéis, há oportunidades em bibliotecas, arquivos de órgãos públicos, entre outros.
“Meu curso estuda a história das Américas, Europa e África. A História desperta em você o senso crítico de assuntos importantes do presente e do passado. Não estamos falando de uma formação que trabalha com a simples memorização de datas e fatos. É algo maior que isso. Tudo é História”, ressalta o futuro historiador.
O trabalho final — O estudante já tem em mente o tema que irá abordar em seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Será sobre homossexualidade masculina negra. O assunto também foi desenvolvido em sua pesquisa do Programa Institucional e Bolsas de Iniciação Científica (Pibic), que começou no sexto semestre. “A ideia desse trabalho é pesquisar grupos de gays negros no Facebook”, afirma.
Dica do Taffarel para quem pretende estudar História:
“Não desista! O curso é puxado, mas você se acostuma. Até ler em outras línguas você aprende!”
Mensagem para aqueles que almejam chegar aonde o Taffarel chegou:
“Faça a sua história, construa um destino diferente. Não repita aquilo que todos já escreveram. Deixe a sua marca.”