Quais setores estão mais pessimistas?
Entre os segmentos com os menores índices de confiança em julho estão:
- Biocombustíveis (37,7 pontos);
- Couro (40,7 pontos);
- Produtos de borracha (41,5 pontos);
- Madeira (42,2 pontos).
Além disso, os setores de produtos diversos e de impressão e reprodução passaram a integrar o grupo dos pessimistas neste mês.
Embora 11 setores tenham registrado melhora em relação a junho, nenhum deles conseguiu ultrapassar a marca de 50 pontos.
Como está a confiança nas diferentes regiões do Brasil?
O levantamento também mostra diferenças entre as regiões brasileiras.
O Centro-Oeste voltou ao campo da confiança, alcançando 50,4 pontos. O Nordeste também permaneceu otimista, com 50,8 pontos.
Já as demais regiões continuam abaixo da linha considerada positiva:
- Norte: 48,6 pontos;
- Sudeste: 45,7 pontos;
- Sul: 45,7 pontos.
O Sudeste apresentou a maior queda entre as regiões avaliadas.
Quando a análise considera o porte das empresas, as médias indústrias foram as que registraram maior piora na confiança.
Os resultados foram:
- Pequenas empresas: 46,2 pontos;
- Médias empresas: 46,3 pontos;
- Grandes empresas: 48 pontos.
Apesar de as grandes indústrias apresentarem o melhor resultado entre os três grupos, elas também permanecem abaixo da linha de confiança.
Como a pesquisa foi feita?
Os dados fazem parte do Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
A edição de julho de 2026 ouviu 1.656 empresas de todo o país entre os dias 1º e 10 de julho, avaliando a percepção dos empresários sobre o cenário econômico atual e suas expectativas para os próximos meses.
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