O avanço mais significativo ocorreu em maio deste ano, quando a matéria foi aprovada de forma unânime pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara.
Após passar por diversas comissões temáticas, a redação final foi concluída, sendo o primeiro item votado em uma pauta de 46 matérias. O texto foi enviado oficialmente ao Senado um dia antes do início do recesso parlamentar.
Pressão no Senado e os próximos passos da lei
Para que o projeto comece a tramitar na Casa revisora, o texto precisa ser formalmente despachado pela presidência do Senado, atualmente sob o comando do senador Davi Alcolumbre, para as comissões competentes.
Diante da espera, o Conselho Federal de Psicologia (CFP) assumiu a frente das articulações institucionais. A autarquia orienta profissionais de todo o país a manterem a pressão sobre os senadores e a própria presidência da Casa para que a pauta não fique travada.
Se o projeto for analisado pelas comissões do Senado e aprovado no Plenário sem sofrer alterações, o texto seguirá diretamente para a sanção presidencial, transformando-se em lei.
No entanto, caso os senadores decidam modificar o conteúdo original, a matéria precisará retornar obrigatoriamente à Câmara dos Deputados para uma nova rodada de deliberações.
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