
Palestrantes da B55 Conference 2026: veja a lista confirmada
| 25/09/26Veja os palestrantes da B55 Conference 2026, cargos e empresas dos nomes confirmados, além da diferença entre speakers, mentores e convidados.
Conheça David Vélez, fundador e CEO do Nubank, sua carreira, formação, história da fintech e relação com o Instituto B55.
David Vélez é um empresário colombiano, fundador e CEO do Nubank e presidente do Conselho de Administração da companhia. Ele criou o Nu em 2013 e continua à frente da gestão executiva, ao mesmo tempo em que preside o conselho. Em 2026, também passou a integrar o grupo de fundadores do Instituto B55.
Antes do Nubank, Vélez trabalhou em bancos de investimento, growth equity e venture capital. Essa trajetória passou por Goldman Sachs, Morgan Stanley, General Atlantic e Sequoia Capital e antecedeu a criação de uma empresa que nasceu no Brasil e depois ampliou sua operação para outros mercados da América Latina.
Principais pontos deste artigo:
A estrutura atual do Nu coloca David Vélez em duas posições centrais. A página de Relações com Investidores da companhia o identifica como fundador e Chief Executive Officer (CEO) e, ao mesmo tempo, como presidente do Conselho de Administração.
Isso significa que, diferentemente de fundadores que deixam a gestão cotidiana quando a empresa amadurece, Vélez continua responsável pela liderança executiva do grupo. O conselho exerce funções de governança e direção, enquanto a diretoria executiva conduz a operação; no caso dele, os dois papéis se encontram na mesma pessoa, dentro de uma estrutura que também possui maioria de conselheiros independentes.
A distinção é importante para interpretar sua atuação. Vélez não aparece apenas como fundador histórico ou acionista associado à origem da empresa. Em 2026, continua oficialmente no comando executivo do Nu e participa da governança pela presidência do conselho.
Sua formação também se conecta à área em que construiu a carreira. O Nubank informa que Vélez concluiu bacharelado em Management Science and Engineering e MBA na Universidade de Stanford. Para quem quer entender o setor em que ele atua, a Revista Quero explica como funciona o mercado financeiro e quais profissões existem na área.
A carreira de David Vélez começou antes da fintech. Segundo o próprio Nu, ele trabalhou em banco de investimento e growth equity no Goldman Sachs, Morgan Stanley e General Atlantic. Depois, tornou-se sócio da Sequoia Capital e ficou responsável pelo grupo de investimentos da gestora para a América Latina.
Essa sequência o colocou em contato com empresas, capital de crescimento e tecnologia antes de se tornar fundador. É um contexto relevante porque o Nubank surgiu justamente em um setor com barreiras regulatórias, necessidade elevada de capital e concorrentes de grande escala.
O passo para o empreendedorismo, porém, não foi uma simples continuação do trabalho como investidor. Em um relato publicado nos dez anos do Nubank, Vélez descreveu a decisão de construir uma empresa própria depois de mais de uma década de atuação em bancos e fundos de investimento nos Estados Unidos e na América Latina.
A experiência anterior ajuda a localizar sua trajetória profissional, mas não explica sozinha a criação do Nu. O problema que deu origem à empresa apareceu quando Vélez já estava no Brasil e teve contato direto com a experiência bancária local.

Em 2012, Vélez havia se mudado para o Brasil e encontrou dificuldades para abrir uma conta bancária. A própria companhia descreve o processo como demorado, burocrático e marcado por exigências e taxas pouco claras. Ele enxergou nessa experiência um problema de mercado e, em maio de 2013, fundou a startup que viria a se tornar o Nubank.
A história precisa de uma precisão que perfis muito centrados em um único fundador às vezes perdem: Vélez não construiu o Nubank sozinho. Em seu relato sobre os dez primeiros anos da empresa, ele diz ter recrutado Cristina Junqueira e Edward Wible como cofundadores para transformar a ideia em operação. A história institucional do Nu também apresenta o trio como os fundadores da companhia.
A proposta inicial combinava uma operação financeira digital com uma experiência de cliente diferente daquela que Vélez havia encontrado no sistema tradicional. O cartão de crédito sem anuidade, gerenciado por aplicativo, foi o primeiro produto de grande visibilidade e abriu caminho para uma oferta mais ampla de serviços financeiros.
Essa origem também ajuda a entender por que o Nubank costuma ser classificado como fintech — empresa que usa tecnologia para oferecer ou transformar serviços financeiros. A Revista Quero tem um guia sobre fintechs e outros segmentos de startups de tecnologia.

O Nubank nasceu em São Paulo, mas a trajetória de Vélez passou a ser ligada a uma operação regional. A empresa expandiu suas atividades para México e Colômbia, além do Brasil, mantendo o fundador no cargo de CEO durante esse processo.
Um dado ajuda a dimensionar essa mudança sem tratar uma métrica volátil como permanente. Em 19 de maio de 2026, quando completou 13 anos, o Nu informou ter alcançado 135 milhões de clientes na América Latina: 115 milhões no Brasil, 15 milhões no México e cerca de 5 milhões na Colômbia. Esses números descrevem a posição divulgada pela companhia naquela data, e não uma contagem em tempo real.
A escala muda o tipo de problema enfrentado pelo fundador. Uma startup em fase inicial precisa provar que existe demanda e construir um produto funcional; uma instituição com presença em vários países precisa coordenar operação, tecnologia, pessoas, capital e regras de mercados diferentes. Vélez permaneceu na liderança executiva durante essa transição, o que diferencia sua trajetória atual da de fundadores que migram integralmente para conselho ou investimento.
Também é por isso que uma biografia atualizada precisa separar duas afirmações: David Vélez é o fundador associado à criação do Nubank, mas continua exercendo uma função operacional concreta como CEO. Seu papel não terminou quando a empresa ganhou escala.

Em 2026, Vélez passou a integrar o Instituto B55 ao lado de Guilherme Benchimol, Andre Street e Cristhiano Faé. A página oficial do instituto o apresenta como fundador e CEO do Nubank e fundador do B55.
O B55 associa sua experiência a temas como posicionamento, cultura e simplicidade na construção de empresas. Essa é uma leitura institucional do próprio instituto e deve ser entendida como parte da proposta do projeto, não como uma fórmula universal extraída da história do Nubank.

Vélez também está entre as presenças confirmadas na primeira B55 Conference, marcada para 29 e 30 de setembro de 2026, em São Paulo. Diferentemente da página de perfil, que explica sua trajetória, a cobertura do evento deve registrar apenas o que ele efetivamente apresentar ou declarar nos painéis.
Essa separação evita transformar expectativa em fato. Antes do evento, o que está confirmado é sua presença e seu papel como fundador do instituto; eventuais aprendizados, anúncios ou posições específicas pertencem à cobertura realizada depois das sessões.

David Vélez é um empresário colombiano, fundador e CEO do Nubank e presidente do Conselho de Administração do Nu. Também é um dos fundadores do Instituto B55.
Sim. A estrutura de governança do Nu consultada em setembro de 2026 identifica Vélez como fundador, CEO e presidente do Conselho de Administração.
O Nubank foi fundado em 2013 por David Vélez, Cristina Junqueira e Edward Wible. Vélez iniciou a ideia e recrutou os dois cofundadores para construir a empresa.
Ele possui bacharelado em Management Science and Engineering e MBA, ambos pela Universidade de Stanford, segundo o Nubank.
Vélez é um dos fundadores do Instituto B55 e participa da primeira B55 Conference, em setembro de 2026, ao lado de outros empresários e executivos.
A trajetória de David Vélez combina duas características que ajudam a entender seu papel atual. Ele continua no comando executivo da empresa que fundou e, ao mesmo tempo, passou a levar parte dessa experiência para uma iniciativa de educação empreendedora.
O Nubank segue sendo o centro de sua atuação profissional: é onde Vélez ocupa os cargos de CEO e presidente do conselho e onde sua trajetória ganhou escala latino-americana. O B55 acrescenta uma frente nova, voltada à troca de experiências com outros fundadores, sem substituir essa responsabilidade executiva.


Veja os palestrantes da B55 Conference 2026, cargos e empresas dos nomes confirmados, além da diferença entre speakers, mentores e convidados.

Veja a programação confirmada da B55 Conference 2026, horários do dia 29, painéis anunciados e o que ainda falta divulgar para o dia 30.

Conheça Cristhiano Faé, fundador da Accera e CEO do Instituto B55, sua formação, trajetória empresarial e atuação atual.