
O que muda no novo edital do Enamed 2026? Entenda
| 25/08/26Inep republicou edital e alterou critérios de habilitação e regularidade; prova continua marcada para 13 de setembro
Aprovado na Comissão de Educação, projeto prevê o uso pedagógico de jogos eletrônicos em escolas da rede pública e privada.
Em resumo:
O Projeto de Lei 4139/24, que visa regulamentar o uso de jogos eletrônicos em escolas, foi aprovado no último dia 15 pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados.
De autoria do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), a proposta classifica os videogames como atividades extracurriculares em colégios públicos e privados, com foco no desenvolvimento de habilidades cognitivas e na resolução de problemas.
Agora, a proposta avança para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), onde passará por análise conclusiva antes de seguir para apreciação em plenário.

O Projeto de Lei 4139/24 sugere a inclusão de jogos eletrônicos como atividades extracurriculares em escolas de ensino básico, abrangendo tanto a rede pública quanto a privada.
A ideia central não é o entretenimento, mas o uso dos games como uma ferramenta pedagógica. O objetivo é estimular habilidades como:
Além do impacto direto no aprendizado, a proposta enxerga os jogos como um meio de promover o bem-estar e o acesso à tecnologia.
Para que a novidade não atrapalhe a rotina de estudos, o projeto define cláusulas para a implementação prática nas escolas.
A principal restrição será no uso complementar dos videogames, o que significa que os jogos serão oferecidos no contraturno ou em horários alternativos, sem substituir nenhuma disciplina obrigatória da grade regular.
Além disso, o documento determina a criação de um limite de tempo para o uso dos equipamentos educativos, garantindo que os alunos não fiquem expostos excessivamente às telas.
Em caso de aprovação, a responsabilidade de estabelecer as diretrizes e criar a lista de jogos ficará a cargo das Secretarias de Educação.
Segundo o texto, a seleção não poderá ser feita de forma aleatória. As secretarias deverão obedecer a critérios pedagógicos, definindo os títulos por faixa etária e relevância educacional.
Além de focar na grade escolar, o poder público terá que manter uma atenção contínua aos aspectos de segurança digital e proteção de dados dos menores dentro das plataformas utilizadas.
O PL 4139/24 ainda não é uma lei em vigor. O projeto está seguindo o rito legislativo e passando por Comissões Permanentes antes de ser apreciado em plenário.
Com a aprovação na Comissão de Educação, a proposta avança para a última instância, a CCJC. Nessa etapa, o texto passará por uma análise conclusiva para verificar sua viabilidade e adequação às leis brasileiras.
Se for aprovado sem ressalvas, poderá seguir diretamente para a apreciação final no plenário da Câmara.
Vale ressaltar que, para entrar em vigor, o projeto ainda deverá ser aprovado no Senado Federal e ser sancionado pelo Presidente da República.
Com o novo semestre à vista, não esqueça de considerar a educação do seu filho e investir em uma boa instituição de ensino.
Para isso, você pode contar com a ajuda da Quero Escola — o maior marketplace de bolsas para o ensino básico do Brasil.
No site, você encontra bolsas de estudo para colégios particulares com até 80% de desconto, além de benefícios válidos até o fim do ano letivo.
Clique no botão abaixo, encontre a oferta ideal e matricule o seu pequeno com desconto:
Se você se interessou e quer saber mais sobre como ela funciona, confira abaixo um artigo exclusivo e entenda melhor como conseguir uma bolsa com diversos benefícios!


Inep republicou edital e alterou critérios de habilitação e regularidade; prova continua marcada para 13 de setembro

Entenda o tema da 36ª Bienal de São Paulo, veja as itinerâncias de 2026.

Descubra se tem aula no Dia do Estudante 2026 e confira lembrancinhas e textos para homenagear alunos.