
Como aprender xadrez: guia passo a passo para iniciantes
| 15/09/26Aprenda xadrez do zero: veja como montar o tabuleiro, mover e capturar com cada peça, aplicar roque, en passant e promoção e reconhecer xeque-mate.
No Dia do Estagiário, celebrado em 18 de agosto, veja como cursos livres podem complementar a formação e ajudar estudantes de tecnologia a se preparar para processos seletivos e para o mercado de trabalho.
Em resumo:
Veja mais informações a seguir!

Antes de aceitar uma vaga de estágio em tecnologia, muitos estudantes se deparam com uma dúvida: já tenho conhecimento suficiente para acompanhar a rotina profissional ou preciso estudar mais antes de me candidatar?
A questão ganha destaque no Dia do Estagiário, celebrado em 18 de agosto, data que chama atenção para o papel do estágio na formação profissional.
No setor de tecnologia, essa etapa pode aproximar estudantes da rotina das empresas e ajudar na aplicação dos conhecimentos adquiridos durante a formação.
Nesse contexto, os cursos livres podem funcionar como complemento aos estudos.
Eles não substituem uma graduação, um curso técnico ou a experiência profissional, mas podem ajudar o estudante a desenvolver conhecimentos específicos antes de buscar uma oportunidade.
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O Dia do Estagiário é comemorado em 18 de agosto e está relacionado a marcos legais que regulamentaram o estágio no Brasil.
A data também serve para discutir o papel dessa experiência na formação de estudantes de diferentes áreas, incluindo tecnologia.
O estágio não deve ser entendido apenas como uma experiência profissional. Pela legislação brasileira, ele tem caráter educativo e deve complementar a formação escolar ou acadêmica do estudante.
O primeiro marco relacionado à regulamentação do estágio foi o Decreto nº 87.497, de 1982.
Atualmente, a atividade é regulamentada principalmente pela Lei nº 11.788/2008, conhecida como Lei do Estágio.
A Lei nº 11.788/2008 estabelece regras para a realização do estágio e determina que a atividade seja acompanhada por supervisão.
Entre as regras está a jornada máxima de 6 horas por dia e 30 horas por semana. O limite busca conciliar a experiência profissional com os estudos e outras atividades do estudante.
Nos estágios não obrigatórios, o estudante também tem direito à bolsa-auxílio e ao auxílio-transporte.
O estágio, porém, não é considerado vínculo de emprego quando atende aos requisitos previstos na legislação.
Conhecer essas regras também faz parte da preparação para o mercado de trabalho.
Antes de aceitar uma vaga, o estudante pode verificar as condições oferecidas e entender quais são seus direitos e responsabilidades.
Uma das formas de encontrar oportunidades é acompanhar os agentes de integração, que fazem a conexão entre estudantes e empresas.
O CIEE, por exemplo, mantém oportunidades voltadas para estágio em Tecnologia da Informação e também oferece capacitação teórica complementar para estudantes.

Para quem ainda está escolhendo uma área dentro da tecnologia, acompanhar as vagas também pode ajudar a identificar os conhecimentos mais solicitados pelas empresas.
Entre as possibilidades estão áreas como:
A descrição das vagas pode indicar quais ferramentas, linguagens ou conhecimentos básicos são esperados dos candidatos.
O estágio também pode representar uma oportunidade de entrada no mercado de trabalho.
Estimativas da Abres indicam que entre 40% e 60% dos estagiários são efetivados ao final do programa. O número varia conforme a empresa, a área e as condições do mercado, portanto a efetivação não é automática.
Nesse cenário, chegar ao estágio com conhecimentos relacionados à vaga pode ajudar tanto durante o processo seletivo quanto na adaptação à rotina profissional.
Ter familiaridade com ferramentas, linguagens de programação ou processos da área pretendida pode facilitar a compreensão das atividades e contribuir para o desenvolvimento durante o estágio.
Os cursos livres podem ser utilizados para desenvolver conhecimentos específicos fora da grade obrigatória de uma formação acadêmica.
Eles não substituem uma graduação ou curso técnico. Também não equivalem à experiência adquirida durante um estágio.
A função é complementar a formação e ajudar o estudante a trabalhar determinadas lacunas de conhecimento.
Por exemplo, um estudante interessado em suporte técnico pode perceber que várias vagas solicitam conhecimentos básicos de redes de computadores.
Nesse caso, um curso livre sobre fundamentos de redes pode ajudar a desenvolver esse conhecimento antes da candidatura.
A escolha deve partir de uma necessidade concreta, e não apenas da intenção de acumular certificados.
| Necessidade | Como o curso livre pode ajudar | O que não substitui |
|---|---|---|
| Aprender uma ferramenta | Desenvolver noções básicas de uso | Experiência em projetos reais |
| Conhecer uma linguagem | Trabalhar conceitos iniciais e sintaxe | Prática profissional contínua |
| Entender termos técnicos | Apresentar conceitos e processos da área | Formação aprofundada |
| Explorar uma área | Permitir contato inicial com diferentes subáreas | Experiência acumulada no mercado |
| Preparar-se para processos seletivos | Oferecer exercícios e situações práticas | Avaliação profissional da empresa |
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Antes de escolher um curso, o estudante pode observar as vagas de estágio que pretende disputar.
A partir delas, é possível identificar quais conhecimentos aparecem com maior frequência e procurar uma formação que trabalhe justamente essas competências.
Alguns critérios podem ajudar nessa escolha:
O objetivo não deve ser reunir o maior número possível de certificados. O mais importante é conseguir aplicar o conhecimento adquirido.
Um curso pode ser mais útil quando o estudante transforma o conteúdo aprendido em alguma aplicação prática.
Quem estuda programação, por exemplo, pode desenvolver um projeto simples.
Um estudante interessado em dados pode criar uma análise ou um dashboard. Já quem busca conhecimentos em infraestrutura pode praticar conceitos apresentados durante o curso em ambientes de estudo.

Esses projetos podem contribuir para a construção de um portfólio profissional e servir como exemplos durante processos seletivos.
A experiência prática, porém, não deve ser confundida com experiência profissional.
Projetos pessoais ajudam a demonstrar conhecimento, enquanto o estágio proporciona contato com processos, equipes, prazos e demandas reais.
Não.
Cursos livres podem complementar a formação, mas não substituem os requisitos acadêmicos de uma vaga quando a empresa exige que o candidato esteja matriculado em determinado curso técnico ou superior.
Também não substituem a experiência prática proporcionada pelo estágio.
A proposta é utilizar diferentes formas de aprendizagem de maneira complementar: a formação acadêmica fornece a base, os cursos livres permitem aprofundar conhecimentos específicos e o estágio aproxima o estudante da rotina profissional.
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O Dia do Estagiário é comemorado em 18 de agosto e está associado a marcos legais relacionados à regulamentação do estágio no Brasil, incluindo o Decreto nº 87.497/1982 e a Lei nº 11.788/2008.
Não. A Lei nº 11.788/2008 define o estágio como uma atividade educativa supervisionada, desde que sejam atendidos os requisitos previstos na legislação.
A legislação estabelece limite de 6 horas diárias e 30 horas semanais para as modalidades previstas na lei.
Nos estágios não obrigatórios, a legislação prevê bolsa-auxílio e auxílio-transporte. Nos estágios obrigatórios, esses benefícios podem depender das condições estabelecidas pela instituição de ensino ou pela empresa.
Estudantes podem acompanhar agentes de integração, como o CIEE, além dos canais de recrutamento das próprias empresas e plataformas de oportunidades. O CIEE reúne vagas de estágio em Tecnologia da Informação e oferece capacitação complementar.
Eles podem complementar a preparação para processos seletivos, especialmente quando trabalham uma competência relacionada à vaga. Porém, não garantem aprovação ou efetivação e não substituem a formação exigida pela oportunidade.
O ideal é identificar quais ferramentas, conhecimentos e processos aparecem nas vagas da área de interesse e escolher cursos que ajudem a desenvolver essas competências.
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