A diferença que o mestrado faz na carreira
A constante atualização e aprofundamento na prática profissional é cada vez mais exigida dos profissionais que desejam crescer em suas carreiras. Nesse sentido, a obtenção do título de mestre contribui muito para que o individuo desenvolva pensamento critico e melhore suas habilidades.
O reconhecimento acadêmico que um título de mestre pode trazer para a carreira vai muito além das cadeiras da universidade, já que, a conclusão do curso contribui ainda para o desenvolvimento de conhecimentos específicos que o profissional não conseguiria absorver apenas com o curso de graduação.
Além disso, a estrutura dos programas de mestrado ajuda o profissional a desenvolver autonomia e poder de decisão, já que, nesse tipo de formação, as decisões são de maior responsabilidade do estudante. O mestrado ainda pode ser o ponta-pé inicial de uma formação mais completa e que proporciona maior reconhecimento e maior salário aos profissionais, como um doutorado.
A diferença que o mestrado faz na carreira
A constante atualização e aprofundamento na prática profissional é cada vez mais exigida dos profissionais que desejam crescer em suas carreiras. Nesse sentido, a obtenção do título de mestre contribui muito para que o individuo desenvolva pensamento critico e melhore suas habilidades.
O reconhecimento acadêmico que um título de mestre pode trazer para a carreira vai muito além das cadeiras da universidade, já que, a conclusão do curso contribui ainda para o desenvolvimento de conhecimentos específicos que o profissional não conseguiria absorver apenas com o curso de graduação.
Além disso, a estrutura dos programas de mestrado ajuda o profissional a desenvolver autonomia e poder de decisão, já que, nesse tipo de formação, as decisões são de maior responsabilidade do estudante. O mestrado ainda pode ser o ponta-pé inicial de uma formação mais completa e que proporciona maior reconhecimento e maior salário aos profissionais, como um doutorado.
O que um mestrado proporciona, na prática?
Você já viu como é a dinâmica de um mestrado e como costuma ser o processo seletivo de ingresso. Também já conheceu algumas oportunidades profissionais. E para entender melhor as oportunidades da formação, entrevistados a mestre em Comunicação (Unesp) e Doutoranda em Linguística Aplicada (Unicamp), Agnes Guimarães.
Agnes também é jornalista e, atualmente, desenvolve uma tese sobre violência de gênero na internet, tema que também estudou no mestrado. Confira, a seguir, o seu relato sobre as experiências que teve ao longo do mestrado e as oportunidades profissionais que a formação ofereceu:
O que eu sinto na prática que me ajudou, foi principalmente nessa noção que eu tinha de ter um olhar um pouco mais crítico sobre a minha relação mercadológica.
[…] acredito que isso me trouxe, até pelo mercado, uma valorização. Eu pude trabalhar em coisas que não eram da redação, mas tive acesso porque eu era pesquisadora.
Há muito essa ideia equivocada de que o mercado não valoriza pessoas com pós-graduação, mas isso é mentira. Boas empresas hoje valorizam quem está fazendo o mestrado, porque o mestrado te dá várias competências.
Além de sua relação mercadológica com o mestrado, Agnes também nos contou como o mestrado a ajudou em sua identidade profissional. Veja:
Além dessa abertura do mercado eu pude entender o que eu queria como jornalista.
[…] O mestrado me ajudou muito a ter esse olhar de como eu queria me projetar.
O mestrado me ajudou muito a me dar um norte do que eu queria em relação ao mercado. Em relação à pesquisa, eu amadureci meu olhar sobre a Ciência. É importante dizer eu só fui entender a importância de você ser da Ciência e ser mulher quando eu entrei no mestrado.
Agnes também nos contou sua experiência pessoal e familiar em relação ao mestrado:
O mestrado, a princípio, era minha última opção do que fazer depois da graduação. Eu queria, inicialmente, entrar no mercado, ficar uns anos e fazer mestrado, mas eu venho de um contexto familiar em que ter acesso a uma universidade pública já foi difícil. Eu tive que mudar de cidade, isso não era uma tradição na minha família.
Eu sempre gostei muito de trabalhar com o olhar mais aprofundado sobre o jornalismo. Eu acreditava que a pesquisa tinha esse tipo de possibilidade de poder criar um repertório de escrita diferente. Eu era recém-formada e não queria ir para o mercado sem um aprofundamento de algumas experiências acadêmicas e intelectuais.