Leo Kuba conta sua trajetória no empreendedorismo: no episódio de estreia, o empreendedor e comunicador fala sobre suas origens, os primeiros passos nos negócios e a transição da engenharia para o universo digital.
Internet, economia dos criadores e IA transformaram o empreendedorismo: a conversa aborda esses três momentos como grandes pontos de inflexão que mudaram a forma de empreender e de construir negócios.
Consistência e autoconhecimento ganham destaque: Leo Kuba defende a construção de uma reputação sólida em vez da busca por resultados virais e compartilha reflexões sobre pausas, crescimento e reinvenção profissional.
Vivemos em um mundo que fala demais e escuta pouco. Entre tantas lives, entrevistas e conteúdos repetidos, o desafio é simples: voltar a conversar de verdade.
O Do Outro Lado da Mesa nasceu disso. Da vontade de fazer perguntas que abrem espaço, e não de preencher o tempo com respostas prontas.
E foi exatamente o que aconteceu neste primeiro episódio. Leo fala sobre suas origens, sobre como a curiosidade o levou da engenharia para o universo digital, e sobre os momentos em que ele precisou se reinventar para continuar crescendo.
Leo relembra a infância e o ambiente que moldou sua disciplina e sua paixão por tecnologia. É uma história sobre como nossas raízes influenciam, mas não definem quem somos.
2. Primeiros passos
Ele conta como começou a empreender ainda jovem, em um tempo em que montar uma empresa significava arriscar sem manual.
3. As grandes viradas
Falamos sobre três pontos de inflexão: a chegada da internet, a economia dos criadores e agora, a inteligência artificial. São marcos que mudaram o jogo — e a forma de empreender.
4. Autoridade e consistência
Leo explica por que construir uma reputação sólida é mais importante que buscar likes. Ele diz: “Não existe sucesso viral. Existe consistência.”
5. Autoconhecimento
Entre viagens, pausas e reflexões, ele compartilha o que aprendeu ao se desconectar. Às vezes, o crescimento vem do silêncio.
6. E uma provocação final
“Como a inteligência artificial impacta a formação de times?” A pergunta fica no ar — e é impossível não refletir sobre o que ela significa para cada um de nós.
Porque esse episódio não é sobre “o que fazer”, mas sobre como pensar. É sobre entender que inovação começa quando a gente muda o tipo de pergunta que faz — para os outros e para si mesmo.
Se você busca conversas verdadeiras, que misturam negócio, vida e propósito, esse é o convite.
Pegue seu café, sente-se comigo e com Leo do outro lado da mesa. E talvez, no meio da conversa, você encontre uma nova ideia, uma nova pergunta — ou quem sabe, uma nova direção.