
Chip incompatível: como resolver? Veja o passo a passo
| 04/11/26O celular acusa erro de chip incompatível? Confira o nosso passo a passo completo para limpar, testar e resolver o problema de sinal
Independente da sua carreira, é necessário dominar a língua portuguesa e fugir de errinhos bobos que podem “queimar o seu filme” para o seu professor, seu chefe ou no seu currículo!
Para te ajudar, o Quero Bolsa selecionou os 15 erros de português mais comuns e a explicação gramatical para cada um deles:
Apesar de terem pronúncias iguais, as palavras “mal” e “mau” são empregadas em diferentes situações:
MAU: é um adjetivo e significa o contrário de BOM;
Exemplo: Quem tem medo do lobo mau?
MAL: é um advérbio e significa o contrário de BEM.
Exemplo: Ontem eu estava passando mal de dor de estômago.
Para se certificar que está usando a palavra certa, troque MAU por BOM e veja se faz sentido. Você também pode utilizar essa regra com MAL, troque por BEM e perceba se faz sentido ou não.
A mesma regra do número 1 vale para essas palavras também!
HÁ pode referir a duas situações específicas:
HÁ: de tempo decorrido;
Exemplo: Há quanto tempo você está me esperando?
HÁ: de existir/haver.
Exemplo: Há muita gente nesse shopping, não é mesmo?
Já o A é usado em duas situações:
A: é uma preposição quando usado depois de um verbo;
Exemplo: Nós estamos a 23 quilômetros do destino final de nossa viagem.
A: é um artigo quando estiver antes de um substantivo.
Exemplo: Olhe para a câmera, querido!
O À com o símbolo de crase (`) é a junção da preposição A com o artigo A. Por exemplo: Nós iremos nos encontrar às 11 horas da noite.
Esse é um dos erros mais comuns da língua portuguesa!
A GENTE: Quando é escrito separada se refere a NÓS (primeira pessoa do plural)
Exemplo: Quando a gente vai sair de novo?
AGENTE: Quando escrito junto se refere a uma pessoa que faz algo (por exemplo, agente policial, agente sanitário, agente secreto…)
Exemplo: Você viu o novo filme do agente 007?
Quando você quer dizer que “se refere” ou “está relacionado” a algo, você deve usar apenas TER A VER. Por exemplo: Esse seu comportamento tem a ver com a nossa último discussão?
O TER HAVER existe, mas é relacionado apenas de “reaver” ou “receber” quantias monetárias.
O CERCA DE, ou A CERCA DE, é utilizado para indicar “aproximadamente” ou “mais ou menos”. Por exemplo: Semana passada eu corri cerca de cinco quilômetros sem parar.
Já o ACERCA DE é uma locução prepositiva que significa “a respeito de”, “sobre” ou “relativamente a”. Por exemplo: Precisamos conversar acerca daquele em específico.
Para saber qual termo se encaixa corretamente no seu texto, aplique esta regrinha:
SE NÃO: utilize quando conseguir substituir por CASO NÃO ou QUANDO NÃO;
Exemplo: Se não puder participar da festa de final de ano da firma, me avise com antecedência.
SENÃO: utilize quando conseguir usar no lugar de conectivos adversativos (por exemplo, PORÉM, DO CONTRÁRIO, DE OUTRO MODO, MAS, MAS TAMBÉM, entre outros.
Exemplo: Me avise quando eles responderem o email, senão teremos problemas com o chefe!
Apesar dessas duas palavras possuírem pronúncia e grafia parecidas, elas têm sentidos diferentes. Fique atento:
PERCA: É uma flexão verbal do verbo “perder” (primeira e terceira pessoa do presente do subjuntivo, modo verbal que não expressa certeza);
Exemplo: Talvez ele perca essa chance de emprego.
PERDA: é um substantivo que significa se privar de algo que se tinha ou de alguém. Quando for substantivo sempre terá um numeral, artigo ou pronome antes desse termo.
Exemplo: Não sei se ele vai superar essa perda tão difícil.
Apesar de serem pronunciadas e escritas quase do mesmo jeito, essas palavras têm significados diferentes:
SESSÃO: indica reunião;
Exemplo: Vamos iniciar agora a sessão da Câmara Municipal.
SEÇÃO e SECÇÃO: indica repartição, subdivisão, departamentos;
Exemplo: Qual é a seção que você precisa ir votar?
CESSÃO: significa ceder, conceder ou doar algo.
Exemplo: Ele cedeu todos os seus bens para uma instituição de caridade.
Apesar do costume de associar o “meio” ao masculino a “meia” ao feminino, o correto é usar MEIO. Nesse caso, a palavra se encaixa em duas situações:
MEIA: número fracionário, porém quando ligado a um substantivo pode ser flexionado (por exemplo, meia-noite);
Exemplo: Ainda falta meia hora para podermos ir embora.
MEIO: advérbio de intensidade quando vinculado a um adjetivo, mas não pode ser flexionado (por exemplo, meio feliz).
Exemplo: Ainda é segunda-feira, mas já estou me sentindo meio cansado.
Umas das maiores dúvidas da língua portuguesa é o uso dos vários porquês. Saiba em qual situação usar:
POR QUE: frases interrogativas (normalmente utilizado no começo da frase) ou quando pode ser substituído por “pelo qual”;
Exemplo: Por que você está com essa carinha triste?
PORQUE: usado em frases afirmativas;
Exemplo: Eu perdi o ônibus porque me atrasei no serviço.
POR QUÊ: é utilizado apenas no final de uma frase interrogativa;
Exemplo: Eles estão tão irritados. Você sabe por quê?
PORQUÊ: quando for empregado como substantivo em uma frase (normalmente acompanhado por pronome ou artigo).
Exemplo: Ela está tão feliz, mas não quis dizer o porquê.
Apesar de serem advérbios de lugar, ONDE e AONDE são empregadas em situações bem diferentes:
ONDE: deve ser usado quando faz referência a um lugar e que não a uma ideia de movimento
Exemplo: Alguém sabe onde eu coloquei o meu livro de história?
AONDE: esse advérbio só é usado quando o verbo pede o uso do artigo A. E
Exemplo: “Aonde você vai jantar?”, porque quem vai sempre vai A algum lugar.
Apesar de muitos confundirem, essa é fácil de decorar: EXCESSÃO não existe! Isso mesmo que você leu. O uso correto da palavra sempre será EXCEÇÃO.
Quer uma dica de mestre? Decore esse pequeno verso e você nunca mais irá errar: EXCEÇÃO não tem “S”, não! EXCEÇÃO não tem “S”, não! EXCEÇÃO não tem “S”, não! Decorou? 😉
Essas duas palavras existem, mas os seus significados são bem diferentes. Por isso, preste atenção:
TRÁS: é um advérbio que indica uma situação posterior, também pode significar atrás ou após;
Exemplo: Ela foi embora sem olhar para trás
TRAZ: é um das formas conjugadas do verbo trazer, que significa carregar, levar ou transportar algo ou alguém.
Exemplo: Julio, traz um copo de suco de laranja, por favor?
“Eu nasci HÁ dez mil anos ATRÁS”
Você já deve ter ouvido essa música, não é mesmo? Porém, saibaque, apesar de ser uma expressão imortalizada por Raul Seixas, ela está errada gramaticalmente. Quando você usa HÁ e ATRÁS na mesma frase está cometendo o fenômeno pleonasmo!
O pleonasmo nada mais é do que repetir na frase termos que significam a mesma coisa. Quer outro exemplo para entender melhor? Subir para cima, descer para baixo e eu nasci há dez mil anos atrás! HÁ e ATRÁS possuem o mesmo sentido em frases que mostram períodos de tempo. Por isso, escolha apenas uma dessas duas palavras para usar na sua frase e nada de usar a outra em seguida, ok?
Agora que você sabe quais são os erros mais comuns do português e aprendeu a escapar dessas ciladas, aproveite o momento para continuar estudando, prestar o vestibular e entrar em uma faculdade com o Quero Bolsa!
Lembrando que, no Brasil, quem possui diploma universitário ganha até duas vezes mais do que aqueles que só terminaram o Ensino Médio. Entendido? 😉


O celular acusa erro de chip incompatível? Confira o nosso passo a passo completo para limpar, testar e resolver o problema de sinal

Precisa dividir capítulos ou criar campos de assinatura? Descubra como colocar linha no Word de forma simples usando atalhos

Surgiu uma mancha na tela do monitor? Entenda as principais causas, como limpar com segurança e recuperar o equipamento