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Vestibular e Enem

Esquenta Enem: 8 erros mais comuns na hora da redação

por Giovana Murça em 12/01/21

Para muitos estudantes, a redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é cheia de mistérios. Não só pelo tema que desperta a curiosidade de todos, mas também por sua estrutura específica e diversas regras para não perder pontos ou até mesmo zerar a redação.

erros redação esquenta enem

Parece complicado, mas não é tanto assim. A estrutura de redação do Enem é a dissertação escolar, a mesma trabalhada durante o Ensino Médio e cobrada em outros vestibulares, como a Fuvest e Vunesp.

No gênero dissertativo-argumentativo, a estrutura geral é introdução, desenvolvimento e conclusão. Mas, a redação do Enem traz uma particularidade: a proposta de intervenção. O professor de redação do Anglo Vestibulares, Felipe Leal, explica:

“A introdução é a mesma, que é você contextualizar o problema e apresentar seu posicionamento. No desenvolvimento, você vai apresentar as fundamentações para essa tese que você apresentou. Nas conclusões de outros vestibulares você pode fazer de outra maneira, mas no Enem, você deve construir uma proposta de intervenção”.

Para você não deslizar nessa estrutura ou em outros pontos importantes da redação, como o tema e a gramática do texto, a Revista Quero listou os 8 erros mais comuns na hora de escrever a redação do Enem!

1) Texto desorganizado

Ao exigir uma estrutura específica de redação, os corretores do Enem esperam que seu texto esteja bem organizado exatamente dentro dessa estrutura: introdução no primeiro parágrafo, dois ou três parágrafos de desenvolvimento e a conclusão no último parágrafo.

Para evitar perder nota por desorganização, é importante fazer um projeto de texto antes de começar a escrever a redação. Isto é, reservar uns 10 minutos para contextualizar o tema da redação, reunir informações e pensar qual será sua tese, seus argumentos e sua proposta de intervenção.

“São 10 minutos que valem a pena, porque ao escrever o texto sem o projeto, a chance de você errar é muito maior e também de demorar, porque você não sabe para onde vai. É como sair de casa sem mapa para saber onde está indo”, enfatiza Felipe.

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2) Contextualizar demais na introdução

Ainda dentro da estrutura da redação, outro erro comum é contextualizar demais na introdução do texto e acabar não apresentando as palavras-chave do tema e a tese que será defendida ao longo do texto.

A dica do professor Felipe é que a introdução seja bem objetiva, com até 7 linhas, no máximo. “No caso da proposta de 2015, que foi ‘A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira’, você pode falar da situação da mulher desde a Grécia Antiga, é importante que você apresenta um contexto, mas, ainda na introdução, use os palavras-chave violência contra a mulher, persistência e sociedade brasileira”, explica. 

3) Argumentos confusos

Depois da introdução, é o momento de defender seu ponto de vista por meio de argumentos. Dentro do desenvolvimento, é importante que seus argumentos estejam bem divididos e interligados entre si.

Para isso, existem alguns modelos de desenvolvimentos possíveis. Os principais apontados pelo professor Felipe são tratar de duas causas do problema, tratar de duas consequências do problema ou tratar de uma causa e uma consequência, a depender enfoque do tema de redação.

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4) Proposta de intervenção incompleta

A proposta de intervenção merece uma atenção especial. Além de ser uma particularidade da redação do Enem, ela vale 200 pontos, ou seja, 20% da nota total da redação.

“Os temas do Enem são temas ligados a problemas sociais do Brasil. Então, na sua própria proposta pedagógica, o Enem quer um aluno que seja a pessoa capaz de perceber os problemas da sociedade brasileira e mobilizar seus conhecimentos para apresentar caminhos de solução”, esclarece o professor.

Para garantir a nota máxima na competência 5, que avalia a proposta de intervenção, é importante que o candidato apresente somente uma proposta e que seja bem completa e detalhada. O professor detalha os cinco itens necessários na proposta:

  • Uma ação, o que deve ser feito;

  • Um agente, quem deve fazer essa ação;

  • Uma finalidade, para mostrar para que ela deve ser feita;

  • Um meio, que apresente como será feito;

  • Um detalhamento, deve apresentar exemplos concretos de um dos itens.

5) Tangenciar o tema

Se tratando do tema da redação do Enem, os principais erros dos candidatos são a fuga total e o tangenciamento ao tema. A fuga total do tema, que pode zerar a redação, é mais fácil de se evitar. Mas, e quanto ao tangenciamento?

De acordo com a Cartilha de Redação do Enem 2020, o tangenciamento ao tema se trata de “uma abordagem parcial baseada somente no assunto mais amplo a que o tema está vinculado, deixando em segundo plano a discussão em torno do eixo temático objetivamente proposto”.

O tangenciamento ao tema pode prejudicar a nota da redação e, por isso, é tão importante seguir o recorte temático proposto. “No tema de 2019 - Democratização do acesso ao cinema no Brasil -, por exemplo, há muita coisa para falar sobre o cinema e a importância da cultura, mas o ponto era a questão do acesso. Se você não mostra que o problema era esse no início, por mais que o texto seja bom em si, a nota vai ser ruim, porque boa parte das ideias não são pertinentes à discussão”, ressalta Felipe.

Aproveitando o assunto, que tal conferir as apostas do professor Felipe Leal para o tema de redação do Enem 2020? É só assistir o vídeo da entrevista abaixo:

6) Copiar os textos motivadores

Junto com a proposta de redação do Enem, o estudante sempre irá encontrar uma série de textos de apoio ou motivadores, também chamados de coletânea. Eles podem ajudar o candidato a entender qual é o problema apresentado e estabelecer o recorte temático exigido na proposta de redação

Mas, o que muitos não sabem, é que os textos de apoio não podem ser copiados na íntegra. Além de desconsiderar os trechos copiados da coletânea, os corretores podem avaliar negativamente sua redação e até mesmo anulá-la por cópia.

Então, como usar os textos motivadores sem perder pontos na redação? A orientação do professor Felipe é que os candidatos façam paráfrases das informações e dados trazidos na coletânea e as articulem bem no texto. 

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Mas, para garantir nota máxima na competência avaliativa 2, é preciso trazer repertório externo ao texto. “Mas, não se trata só de jogar citações. As exigências que eles fazem é que a citação seja de repertório legítimo e pertinente”, alerta Felipe.

A indicação do professor é buscar autores de referência, se for uma citação, ou trazer informações de outras áreas do conhecimento, bem como utilizar fontes referendadas, como os meios de comunicação já conhecidos. 

7) Hiperfomalismo

Nas redações nota mil do Enem, é comum se ver o uso de palavras mais formais como “outrossim” e “destarte”. Mas, será que é preciso “falar bonito” para mandar bem na redação do Enem?

A resposta é não! O melhor é se garantir na linguagem clara e objetiva e sem erros gramaticais do que se preocupar com formalismos. “É uma maneira de mostrar o domínio da linguagem, mas, muitas vezes, os erros vêm daí, de uma tentativa de tentar falar com um grau de formalidade que você não domina inteiramente ainda”, explica Felipe.

8) Frases muito longas

Além do hiperformalismo, outro problema comum na parte de linguagem apontado pelo professor Felipe são as frases muito longas, principalmente parágrafos com uma só frase, que liga várias ideias com muitos verbos no gerúndio.

Em frases longas, o leitor não consegue nem parar para respeitar, o que prejudica a leitura fluida do texto. A dica do professor é sempre escrever frases simples, curtas e em ordem direta.

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Guia completo: Redação do Enem

Ainda não sabe escrever uma redação para o Enem? Neste guia, você aprende como deve ser o formato da redação, quais são os critérios de avaliação e vê exemplos de redações de sucesso e dicas de quem tirou nota 1.000 e é especialista no assunto. 

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