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"Sociedade que não valoriza a ciência é uma sociedade arcaica", afirma cientista que pesquisa a vacina contra a Covid-19

por Isabela Giordan em 12/06/20

Em meio à pandemia do novo coronavírus, conhecido cientificamente como Sars-CoV-2, considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a maior crise sanitária mundial da nossa época, algumas profissões ganharam uma nova importância para sociedade. 

Além de enfermeiros, médicos e outros profissionais da área da saúde, cientistas estão sob o olhar de todo o mundo. Afinal, são nos laboratórios e universidades que o remédio ou vacina contra o Sars-CoV-2 será desenvolvido. 

Atualmente, o estudo mais  promissor, e que será testado no Brasil, é a pesquisa desenvolvida pelo Jenner Institute da Universidade de Oxford, na Inglaterra. 


No Brasil, algumas pesquisas de grande relevância então em andamento, entre elas está o projeto de vacina elaborado pelo Instituto do Coração (InCor) e a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de S. Paulo (Fapesp).

Utilizando uma tecnologia diferente da vacina da Universidade de Oxford, a pesquisa está sob o comando de Gustavo Cabral de Miranda, que estudou durante três anos e meio no Jenner Institute

"Foi uma experiência espetacular, além da aprendizagem, foi um dos lugares onde eu mais aprendi na minha vida, lá é uma referência do que se aplicar aqui no Brasil", relembra o doutor em imunologia. 

Gustavo é uma pessoa que foge das estatísticas. Oriundo de Creguenhem, um pequeno povoado da cidade de Tucanos (BA), o cientista, que hoje carrega o título de pós-doutor, teve o seu primeiro emprego como vendedor de frutas.

Após conseguir passar no vestibular da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Gustavo ingressou no curso de Ciências Biológicas e foi com o auxílio de uma bolsa de estudo de iniciação científica que conseguiu se manter no curso e seguir sua carreira acadêmica. 

"Para mim, estudar era a oportunidade de mudar de vida. Com isso, durante o curso eu vi a possibilidade fazer uma iniciação científica para eu pudesse me manter na faculdade só estudando. E foi com a iniciação científica que eu me descobri na Ciência, vendo os professores, mestres e doutores", relembra. 

Após terminar o seu mestrado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e o doutorado-sanduíche pela Universidade de São Paulo (USP) e Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP), em Portugal, Gustavo teve a oportunidade de alçar novo voos. Foi assim que ele ingressou na Universidade de Oxford, posteriormente na Universidade de Berna, na Suíça, e voltou ao Brasil com a intenção de desenvolver a vacina para o vírus da chikungunya

Saiba mais: Universidades promovem campanhas de doação no combate ao coronavírus

Porém, uma pandemia entrou em seu caminho e mudou os seus planos. Agora, a rotina de Gustavo é se juntar diariamente à sua equipe de pesquisa, formada por doutorandos e mestrandos, e buscar a fórmula capaz de combater o novo coronavírus

Em um espaço na sua agenda, Gustavo Cabral de Miranda conversou com a Revista Quero sobre a sua trajetória, a busca pela vacina e os desafios da ciência brasileira. Confira a entrevista na íntegra:

Revista Quero: O que te levou a escolher o curso de Ciências Biológicas e o que te encaminhou para seguir a vida acadêmica?

Gustavo Cabral de Miranda: Eu nunca tive uma vida padrão. Basicamente, eu queria estudar. Eu escolhi a parte de ciências por ver professores no segundo grau que trabalham com ciência. Era algo que eu gostava, embora eu fosse fascinado por história. 

No fim, eu fui estudar Ciências Biológicas no interior da Bahia. Na verdade, eu pensei em estudar Biomedicina, mas ficaria distante de onde eu morava e eu não poderia morar na capital, em Salvador (BA). Então, eu tinha que escolher um lugar que suprisse a necessidade que eu tinha, que era de Ciências, e que eu pudesse me manter.  

Para mim, estudar era a oportunidade de mudar de vida. Com isso, durante o curso eu vi a possibilidade fazer uma iniciação científica para eu pudesse me manter na faculdade só estudando. Sem precisar trabalhar, porque meu curso era integral, e, às vezes, eu tinha aula de manhã, à tarde ou à noite. E foi com a iniciação científica que eu me descobri na ciência, vendo os professores, mestres e doutores. 

Como eu também tinha aquela chateação de não poder estudar na capital, eu decidi que estudaria em Salvador de uma forma ou de outra. Então, eu consegui passar em uma boa colocação no mestrado da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e consegui uma bolsa de pesquisa. E aí, tudo mudou! 

RQ: A bolsa de apoio à pesquisa ainda é uma das únicas oportunidades para que pessoas de baixa renda continuem na pesquisa...

GCM: Tem dois pontos nessa questão. O primeiro é que quem quer desenvolver uma carreira acadêmica precisa do incentivo. Senão, só vai ter mestrado e doutorado quem tem dinheiro, ou alguém que tenha uma vida razoavelmente boa e que possa se dedicar apenas aos estudos até os 30 anos sem precisar trabalhar. E são poucos que podem. Ou você tem o suporte financeiro ou não tem como. Eu, por exemplo, não teria condição de ter a carreira que eu fiz se não fosse o investimento em pesquisa.

De acordo com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), as bolsas de estudo para mestrandos são de R$ 1.500, já as bolsas para doutorandos são de R$ 2.200.

Em contrapartida, tem algo importante para chamar a atenção, a pesquisa no Brasil é feita, basicamente, por estudantes de mestrado, doutorado e de pós-doutorado. Não são só os pesquisadores, a gente monta equipe, consegue o dinheiro, mas quem faz a coisa andar são os estudantes. Por isso, na graduação é importante ter a iniciação científica, são assim que as coisas se conectam. 

Agora, por exemplo, eu, como orientador, monto o projeto e consigo investimento na pesquisa, eu consigo selecionar quem eu acho que está mais preparado para assumir o projeto. Se eu não tenho bolsa, embora eu precise de estudantes para dar continuidade ao projeto, quem que eu vou selecionar? Quem tem condições de se manter sem a bolsa. 

Então, a bolsa de pesquisa além de ser uma condição de escolher os melhores, é também a oportunidade de dar uma chance àqueles que não teriam outras oportunidades de crescer na vida, e manter a pesquisa acadêmica no Brasil. Sem esses estudantes não há pesquisa no Brasil.

RQ: O que te levou a pesquisar sobre estratégias de vacinas? Como foi a experiência de estudar na Universidade de Oxford, que hoje é onde possui uma das vacinas mais promissoras? 

GCM: Coincidentemente, era bem no Instituto onde eu trabalhava, nos corredores onde eu vivi por três anos e meio. Durante o mestrado e o doutorado, eu sempre trabalhei com diagnóstico e nanotecnologia, só que eu tinha muita curiosidade de trabalhar com vacinas. E, quando terminei meu phD, eu tentei algumas posições em universidades estrangeiras e uma delas que eu consegui foi na Universidade de Oxford. 

No Jenner Institute foi onde tudo começou, quando eu comecei a trabalhar com vacinas, a desenvolver novas tecnologias e plataformas, porque eu queria explorar o mundo das vacinas e voltar para o Brasil, essa era a minha ideia. Era para eu ficar um ou dois anos, mas eu fiquei três anos e meio.

Foi uma experiência espetacular, além da aprendizagem, foi um dos lugares onde eu mais aprendi na minha vida, lá é uma referência do que se aplicar aqui no Brasil. Afinal, é muita coisa que a gente está aquém, e não é nem em questão pessoal ou estrutural, mas por questão de logística do trabalho. 

Foto: Divulgação
gustavo cabral de miranda
Gustavo Cabral de Miranda é o coordenador de uma das pesquisas brasileiras de
desenvolvimento de uma vacina contra o coronavírus

Eu queria ter voltado para o Brasil antes, mas quando eu terminei meu período em Oxford, por volta de 2016, foi quando caíram vários investimentos, e eu não consegui nada. Então, eu me mantive lá [Oxford] e depois fui para a Suíça, fiquei um ano e meio na Universidade de Berna, outra experiência espetacular. 

Depois de vários anos fora do Brasil, eu quis voltar e consegui o projeto com a Fapesp. Eu queria aplicar o que eu tinha aprendido fora aqui e eu voltei nessa loucura que estamos agora. Por isso, eu tive que adaptar o meu projeto, que inicialmente era para o desenvolvimento de vacina para a chikungunya, consegui os financiamentos necessários e agora estou coordenando a pesquisa para a vacina contra o novo coronavírus.

"A Fapesp apoia esse estudo por meio de um auxílio à pesquisa Jovem Pesquisador concedido a Gustavo Cabral Miranda, do Incor, que direcionou para Sars-CoV-2 estudos incialmente voltados a desenvolver vacinas contra Streptococcus pyogenes – causador da febre reumática e da cardiopatia reumática crônica – e chikungunya", explica Luiz Eugênio Mello, diretor científico da Fapesp, em entrevista à Revista Quero

RQ: Na sua opinião, a visão que as pessoas têm da importância do cientista é muito diferente no Brasil para a Inglaterra, por exemplo?

GCM: Sem sombras de dúvidas! Vou contar duas histórias que me chamaram a atenção lá. Na primeira vez que eu cheguei na Inglaterra, para ir para Oxford, a policial pegou meu passaporte para saber o que eu estava fazendo no país. Eu respondi que era cientista e que estava lá para pesquisar na Universidade de Oxford, o rosto da policial mudou na hora. Ela me respondeu perguntas, deu todas as dicas sobre transporte. 

Aqui, eu voltei no fim do ano passado, escutando essas coisas de que o que a universidade fazia era plantar maconha e laboratório para sintetizar drogas. Não tem como uma pessoa de alto escalão político falar uma coisa dessa e a sociedade não cair em cima. Isso já demonstra que muitas pessoas, de certa forma, concordam com isso e até buscam se afastar da universidade. Se a população escuta algo como isso e acredita, porque investir em pesquisa? 

Foi preciso uma situação dessa [pandemia] para as pessoas acreditarem nas universidades e institutos de pesquisas públicos, que o que a gente faz é do público. O que a gente produz é público. Se a universidade e a sociedade andarem separados, todos perdem. E também tem aquela sensação de separação pessoal, como se a ciência fosse algo distante. E olhe para a minha vida, não é algo tão distante assim. 

A diferença de agora para antes, é que o ódio ficou escancarado. Uma sociedade que não valoriza a ciência e a inovação é uma sociedade arcaica. Em países de primeiro mundo isso não só é prioridade, como é algo estável, não é apenas valorizado em momentos de urgência.

Leia: Estudantes de Medicina encontram no voluntariado forma de atuar no combate ao coronavírus 

RQ: Como é a sua pesquisa para a vacina do coronavírus? 

GCM: Basicamente, a base dela é o que eu tenho estudado por cinco anos. A plataforma é para desenvolver vacinas utilizando alguns conhecimentos básicos. De forma bem simples, se o vírus entra em nosso corpo, o nosso sistema imunológico deve reconhecer o vírus como algo estranho, e então irá atacar e tentar destruir o vírus. Nós utilizamos partículas semelhantes aos vírus, mas que não possuem nenhum material genético, ela não se replica, não tem proteína, é apenas semelhante. 

Então, a gente utiliza o VLP (virus-like-particle, em inglês) para induzir uma resposta imunológica, ou seja, quando chegar no organismo o corpo vai ver como algo estranho e vai atacar. Aí a gente coloca um pedaço do coronavírus nele, para ele ir lá e mostrar as espículas, que é aquele formato de coroa no coronavírus que faz com que o vírus possa entrar na célula. O vírus fora da célula não tem funcionalidade nenhuma. O que a gente faz é desenvolver várias formulações para tentar desenvolver a resposta imune para impeça o vírus, caso ele entre no corpo, de ir até uma infecção celular. Bem simplificadamente, é o que a gente faz.

Só que não é tão simples assim, a gente tem que tentar as melhores formulações, buscar algo que seja mais eficiente e seguro. Nós testamos em animais, tipo em camundongos, aí fazemos testes em animais mais próximos às características humanas. Além disso,  nós tentamos entender o vírus, temos que acompanhar as mutações e alterações do vírus. Até que a gente consiga desenvolver uma vacina que seja capaz de prevenir a contaminação.

Nós queremos estar na fase de testes em seres humanos no meio do ano que vem. O desenvolvimento de uma vacina, independente que seja nossa ou de outro país, dificilmente ficará pronta neste ano. Eu gostaria, mas eu acho muito difícil. Tem muitos pontos que o público não compreende, mas a área da ciência sabe que existem várias lacunas na pesquisa que não são divulgadas. Então, para esse ano, em qualquer lugar do mundo, vai ser difícil.

Mesmo assim, quem seja primeiro ou segundo a desenvolver, o que importa é que a gente tenha continuidade de desenvolver uma vacina no Brasil por algumas questões básicas: nós precisamos ter independência científica e desenvolver a nossa vacina. 

Afinal, aquele que desenvolver vai ter algumas prioridades: primeiro o país que desenvolveu, segundo os países associados e, em terceiro, aquele que pagar mais. E se essa vacina, por exemplo tem a característica de ficar congelada o tempo inteiro? Você consegue imaginar essa vacina chegando em uma cidade brasileira isolada e quente? Então, tem várias tecnologias para desenvolver uma vacina em que é preciso levar em consideração as diferenças. 

Eu acho de extrema importância nós termos a nossa tecnologia, para que ela possa ser aplicada em outros alvos e deixar de ser inocente e achar que isso vai acontecer de forma rápida. Por exemplo, nós temos a dengue, a chikungunya, o zika que tem uma mortalidade alta e não temos uma vacina.

RQ: Você recebeu o investimento de cinco milhões para seguir com a pesquisa, você acha que o governo e outras instituições fariam esse investimento em outra situação? Ou é o momento que impulsiona esses “altos” investimentos?

GCM: Sem sombra de dúvida! O melhor exemplo é o caso do zika vírus, a gente ia ter investimento, ia ter vacina e não temos nada. Quando estamos num momento de pressão ocorre o investimento, mas quando a poeira baixa os cortes acontecem. 

RQ: O que você acha que falta para que universidades brasileiras cheguem ao mesmo nível de pesquisa de universidades estrangeiras renomadas, como a de Universidade de Oxford?

GCM: No contexto brasileiro é fácil de comparar. O que falta para que o Brasil chegue ao mesmo nível da Inglaterra é equidade social. Porque, por exemplo, a gente vive da Suíça ao Haiti, seja na mesma cidade ou até mesmo bairro.

E é o mesmo caso nas nossas universidades. No InCor nós temos uma padrão de equipamento de um nível espetacular, não ficamos atrás dos outros que eu já trabalhei. Mas, em contrapartida, a gente vê pesquisadores do mais alto nível em laboratórios que vivem sucateados, que vivem para buscar um financiamento ou outro fazendo pequenas gambiarras para a pesquisa acontecer. E é aí que a gente perde vários pesquisadores também. 

Outra coisa é a questão da logística burocrática! A gente tem que evoluir muito com isso, mesmo que a gente tenha o dinheiro ou a estrutura. Em Oxford, por exemplo, se eu precisava de algo e pedisse de manhã, até às três da tarde estava no laboratório ou no máximo no dia seguinte. Aqui, eu faço um pedido de emergência, dura dois a três meses, sendo que demora mais de um mês para a liberação do pedido. A demora aqui é angustiante, é de matar o desenvolvimento científico. Por isso, a importância da independência científica, a gente precisa ter os nossos insumos aqui. 

As pessoas precisam entender que a universidade é um lugar em que há a troca de conhecimento e que conhecimento é algo caro. Além disso, essa relação de sociedade e ciência precisa andar junto, porque senão todos nós sairemos perdendo, já que precisamos de investimento de forma contínua, não esporádica. 

Saiba mais: Como as universidades brasileiras podem ajudar a salvar o mundo da Covid-19?

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