O Dia Internacional da Mulher é comemorado neste domingo, 8 de março;
A data remonta séculos de luta feminina para conquistar direitos e a área da literatura também faz parte dessa jornada;
Entre as autoras indicadas pela autora de História do Sistema de Ensino pH estão Maya Angelou e Conceição Evaristo.
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Celebrado em 8 de março, o Dia Internacional da Mulher marca uma trajetória histórica de luta por direitos, reconhecimento e igualdade em diferentes áreas da sociedade, inclusive na cultura e na literatura.
Ao longo de séculos, muitas escritoras tiveram suas obras pouco reconhecidas, apesar da enorme contribuição para a produção intelectual e artística.
Nos últimos anos, iniciativas têm buscado valorizar a presença feminina na literatura. Um exemplo é a decisão da Fuvest de que os vestibulares de 2026, 2027 e 2028 terão listas de leituras obrigatórias formadas exclusivamente por obras de autoras mulheres em língua portuguesa.
A proposta destaca nomes como Clarice Lispector, Conceição Evaristo, Rachel de Queiroz e Lygia Fagundes Telles. A autora de História do Sistema de Ensino pH, Ana Paula Aguiar, explica que dar visibilidade a essas produções ajuda a ampliar o repertório cultural e simbólico, especialmente entre jovens leitores.
A seguir, confira cinco indicações de livros escritos por mulheres sugeridas pela especialista.
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Confira 5 indicações de livros escrito por mulheres
De acordo com a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro (IPL), divulgada em 2024, 49% das mulheres e 44% dos homens possuem o hábito de leitura no país.
Para Ana Paula Aguiar, que indicou os livros abaixo, valorizar autoras mulheres contribui para ampliar perspectivas, apresentar novas experiências narrativas e reconhecer a contribuição feminina para a literatura e o pensamento crítico. Veja a lista da especialista abaixo:
1. Venham e juntem-se a mim — Maya Angelou
Reprodução
Nesta autobiografia publicada em 1974, Maya Angelou revisita sua juventude nos Estados Unidos no período pós-Segunda Guerra Mundial. A autora narra experiências como maternidade solo, busca por autonomia e enfrentamento do racismo estrutural.
Publicado em 1973, o romance acompanha a trajetória de jovens mulheres em meio ao contexto da ditadura militar brasileira. A narrativa explora conflitos relacionados à liberdade, moralidade, política e identidade.
Publicado em 1855, o romance acompanha a trajetória de Margaret Hale, que se muda do sul rural para o norte industrial da Inglaterra.
A mudança de cenário permite à autora discutir temas como industrialização, relações de classe e condições de trabalho nas fábricas, ao mesmo tempo em que desenvolve a jornada pessoal da protagonista.
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