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Nos 10 anos do Acordo Ortográfico, relembre as principais mudanças

por Mathias Sallit em 02/01/19 26 mil visualizações

Atualizado em: 03/01/2020

mulher lendo livro em biblioteca

Há uma década, no primeiro dia do ano de 2009, o Brasil começou a colocar em prática o Novo Acordo Ortográfico. Ele foi aprovado muito antes disso, em 1990, quando os nove países que possuem a língua portuguesa como idioma oficial assinaram, em Lisboa, as alterações.

A medida foi proposta para padronizar a grafia das palavras do português, respeitando as diferenças linguísticas (principalmente fonéticas) e de sotaques das diversas regiões. Questões burocráticas atrasaram a execução, que estava prevista inicialmente para 1994. Em 2009, o Brasil se tornou o primeiro país lusófono a iniciar o uso.

O prazo para adequação à Nova Ortografia era 2013, mas foi estendido até janeiro de 2016, quando o uso das regras passou a ser obrigatório. Relembre as mudanças mais significativas para se adequar ao acordo que completou 10 anos.

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Acento circunflexo

Não se usa mais esse acento na terminação -eem, de verbos na 3ª pessoa do plural, e em palavras com o hiato -oo.

Exemplos: deem, veem, enjoo, perdoo, voo.

Acento diferencial

Palavras homógrafas, isto é, que possuem a mesma grafia, mas pronúncia e significados diferentes, deixaram de ter o acento diferencial.

Exemplo: o verbo para e a preposição para não são mais diferenciados pelo acento agudo.

Alfabeto

Com o Novo Acordo, as letras com influência da língua inglesa K, W e Y foram inseridas oficialmente ao alfabeto português. Mesmo sendo usadas na comunicação, ainda não eram reconhecidas oficialmente no alfabeto.

Hífen

O hífen deixou de ser usado em palavras cujo prefixo termina em vogal diferente daquela que introduz o segundo termo.

Exemplos: autoajuda, extraescolar, infraestrutura, socioeconômico.

Não se emprega o hífen em palavras cujo prefixo termina em vogal e o segundo termo começa em R ou S. Nesses casos, a consoante é duplicada.

Exemplos: antissocial, autorretrato, contrarregra, neorrealismo.

Há uma exceção nesses casos: quando os prefixos terminam em R (hiper-, inter- e super-), o hífen é mantido.

Exemplo: super-resistente.

Também não se usa o hífen em palavras que o prefixo termina em -e e a segunda palavra se inicia em -e.

Exemplos: reedição, reeducação, reescrita.

Palavras com o prefixo -co não possuem hífen.

Exemplos: coabitante, coautor.

O hífen é empregado para separar palavras cujo prefixo termina com a mesma letra que se inicia o segundo termo.

Exemplos: anti-inflamatório, micro-ondas.

Palavras que o segundo termo começa com H são separadas por hífen.

Exemplos: super-herói, super-homem.

Paroxítonas com ditongos abertos -ei e -oi

Não ocorre mais acento.

Exemplos: alcateia, europeia, estreia, ideia.

Oxítonas com ditongo aberto -eu, -ei e -oi

Permanecem acentuados.

Exemplos: chapéu, papéis, herói.

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Paroxítonas com -u e -i tônicos depois de ditongo

Não são mais acentuadas.

Exemplos: feiura, bocaiuva.

Oxítonas terminadas em -i ou -u seguidas ou não de -s

Continuam com o acento.

Exemplos: Piauí, Tuiuiú.

Trema

O trema deixou de ser usado nas palavras da língua portuguesa, mas não houve alteração na pronúncia de palavras como "aguentar" e "consequência". O uso da trema apenas acontece em palavras estrangeiras e seus derivados.

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15 erros mais comuns de português: parte 2

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