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mathias sallit | 14/03/25Saiba quais são os países que falam espanhol e como você pode aprender o idioma por um valor que cabe no seu bolso!
No últimos tempos, qualquer usuário das redes sociais deve ter se perguntado o que é cringe. A expressão se tornou muito popular na internet de uma hora para outra e viralizou em 2021, mas muita gente não entendeu e nem percebeu o motivo de todo mundo estar usando a palavra agora.
Até a Turma da Mônica ficou sem saber muito o que estava acontecendo nas redes em que só se falava sobre o que é cringe. “É série?“, questionou o perfil oficial do Twitter do universo em quadrinhos produzido por Maurício de Sousa.
Mas cringe não é uma série e nem alguma produção de entretenimento para o cinema ou para os quadrinhos.
O que significa, então, esse termo? “Cringe” refere-se a um sentimento de desconforto, embaraço ou vergonha alheia, geralmente causado pela ação ou discurso de outra pessoa. Seja nas redes sociais, nas conversas do dia a dia ou mesmo como um tema surpreendente em vestibulares, o conceito de cringe vai além do mero jargão da internet para se tornar um fenômeno sociocultural.
Se você já sentiu um arrepio de desconforto ou presenciou algo que simplesmente te fez dizer “isso é cringe”, você vai entender melhor este fenômeno agora!
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Todo esse movimento começou em 2021, com um tuíte de Carol Rocha (@tchulim), estudante de psicologia e criadora de conteúdo para internet. Na rede social, ela instigou um embate entre gerações ao pedir para pessoas da “gen Z” (nascidos entre o final da década de 1990 e os anos 2010) dizerem quais são os “micos” que a geração anterior, os millenials (nascidos de 1980 a 1996), passam.
O post teve mais de 3 mil comentários e circulou por todas as redes. Nas respostas, desde tomar café da manhã, pagar boletos, tomar cerveja “litrão” e café, usar calça skinny e gostar de séries e filmes como Friends e Harry Potter. Todas essas “manias” dos millenials são consideradas vergonha alheia, brega, cafona ou, simplesmente, cringe pela geração Z.
Antes de virar uma gíria da geração Z, cringe era simplesmente um verbo da língua inglesa. A palavra “cringe” tem raízes etimológicas no inglês antigo, derivando da palavra “cryncan”, que significa “enrugar” ou “encolher”. Essa origem reflete bem a reação física que muitas vezes acompanha uma experiência constrangedora.
De acordo com o dicionário de Cambridge, da Inglaterra, há duas formas de usar o verbo cringe no inglês:
Já o dicionário Collins, também britânico, dá diferentes significados para o inglês usado no Reino Unido e para o idioma falado nos Estados Unidos. No jeito informal britânico, cringe pode ter esses significados:
Para os norte-americanos, o significado fica mais relacionado com a sensação de medo:
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Com o passar do tempo, o significado da palavra evoluiu, e o termo encontrou seu caminho na cultura popular, principalmente na internet, que abraçou o conceito de cringe e deu origem aos famosos “memes cringe”. Quem nunca se deparou com um vídeo ou imagem que fez você contorcer-se em desconforto?
A evolução do “cringe” na cultura popular não se limita apenas à internet. Ele se espalhou por diversas áreas, como entretenimento, comunicação, e até mesmo na educação.
Se a história do termo “cringe” te intrigou, então prepare-se para mergulhar na sua manifestação mais vibrante e contemporânea: o fenômeno cringe na internet. Esse é um mundo onde o cringe tem destaque, e sua presença é tanto uma fonte de entretenimento quanto de reflexão.
Vídeos Cringe e Tendências: YouTube, TikTok, Instagram – você nomeia a plataforma, e o cringe está lá. São de momentos embaraçosos, falhas engraçadas, ou comportamentos peculiares que evocam aquela sensação familiar de desconforto. É uma tendência que continua a crescer.
Memes Cringe e sua popularidade: Os memes cringe são onipresentes nas redes sociais. Seja uma imagem, uma frase, um GIF ou um vídeo, esses memes tornaram-se uma linguagem comum para expressar desconforto, ironia, ou simplesmente para fazer alguém rir.
Análise das redes sociais: Mas o cringe vai além do mero entretenimento. Ele também oferece uma janela para a cultura da internet e os valores da nossa sociedade. Ao analisar como o cringe se manifesta nas redes sociais, é possível entender mais sobre o que nos faz rir, o que nos constrange, e até mesmo como nos relacionamos uns com os outros online.
A era da internet tornou o cringe acessível . Ele se transformou de uma simples reação a algo mais profundo e culturalmente significativo. Assim como os memes que circulam em nossos feeds, o cringe está sempre mudando, refletindo, e respondendo ao mundo ao nosso redor.
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Você já sentiu o rosto ficar vermelho, os ombros encolherem ou uma sensação estranha no estômago quando algo é cringe? Essas reações físicas não são acidentais. Elas são respostas naturais ao embaraço ou desconforto, conectando nosso corpo e nossa mente de maneiras intrigantes.
A psicologia, como a ciência da mente e do comportamento, se interessou pelo cringe. Estudos mostram que nossa resposta ao constrangimento pode estar ligada à empatia, onde sentimos o desconforto de outra pessoa como se fosse nosso. Essa reação emocional nos ajuda a compreender e nos conectar com os outros.
Essa compreensão do cringe não é apenas fascinante; ela tem aplicações práticas. Ao estudar as reações emocionais e físicas ao cringe, podemos ganhar insights sobre a comunicação social, a formação de relações e até mesmo o ensino e aprendizagem.
O cringe, portanto, vai além dos memes e vídeos engraçados que circulam nas redes sociais. É um fenômeno psicológico que nos revela muito sobre nossa humanidade, nosso senso de empatia e nossas conexões uns com os outros.
O cringe não se limita apenas à nossa psicologia ou ao universo online. Ele se infiltrou em muitas áreas de nossa vida, e um dos lugares onde isso é mais evidente é na cultura pop. Ele exerce um papel na forma como consumimos e entendemos filmes, músicas e arte.
Você já assistiu a um filme e sentiu aquele aperto de embaraço por um personagem? Ou ouviu uma música que te fez contorcer-se em desconforto? Esses são exemplos da influência do cringe na cultura pop. Artistas utilizam essa sensação para criar conexões, provocar emoções e até mesmo desafiar nosso pensamento e perspectiva.
A comédia muitas vezes brinca com o desconforto, e o cringe encontrou um lar natural nesse gênero. Comediantes usam o cringe para quebrar barreiras, fazer rir e, às vezes, provocar reflexões profundas sobre a condição humana.
Há um gênero da comédia chamado de “Cringe Comedy“, que é o humor que provoca desconforto e vergonha alheia em quem está assistindo. Alguns exemplos de produções que usam a comédia cringe para fazer as pessoas rirem se sentindo constrangidas com o que está acontecendo são a série dos anos 90 “Kenan & Kel”, os sucessos “The Office”, “Parks and Recreation” e “Fleabag” e os mocumentários do “Borat!”.
A palavra “cringe” tornou-se uma parte integrante do vocabulário das gerações conectadas nas redes socais, refletindo não apenas uma tendência, mas uma realidade da comunicação contemporânea.
O fascínio do cringe está na capacidade de ressoar com pessoas de diferentes culturas e contextos. Ele transcende barreiras linguísticas e se torna uma forma expressiva de comunicar uma emoção complexa, que todos nós, de uma forma ou de outra, experimentamos.
O cringe, com sua presença multifacetada em nossa cultura e comunicação, transcendeu seu status de simples gíria ou meme. Ele alcançou as salas de aula e tornou-se um tema intrigante em questões de vestibular.
A inclusão do cringe em exames de vestibular não é apenas uma possibilidade; é um sinal da evolução da educação e do reconhecimento da importância de entender fenômenos culturais contemporâneos. O cringe, uma vez relegado a memes e conversas informais, agora ocupa um lugar de destaque na educação formal.
Em uma jornada complexa da expressão cringe, é possível explorar sua origem, evolução na cultura popular, impacto na linguagem e até a presença em vestibulares. O cringe é mais do que uma simples palavra ou tendência; é um reflexo da sociedade contemporânea, revelando nossas reações, empatia e a complexidade da comunicação humana.
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