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Profissões

Tecnologia na Medicina: o que muda no ensino e na prática

por Natália Plascak Jorge em 23/08/19 1,1 mil visualizações

tecnologia na Medicina

A tecnologia na Medicina vem gerando transformações que impactam tanto o ensino dos futuros médicos quanto a prática da profissão.

Seja nas novas descobertas, no aprimoramento dos medicamentos ou até mesmo na evolução de técnicas de aprendizado e de acompanhamento dos pacientes com a prevenção e o tratamento de doenças, a área vem passando por diversos avanços tecnológicos.

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Nas universidades, isso acontece de diversas maneiras e com programas criados para ensinar o funcionamento do corpo humano e simular procedimentos. “Na graduação em Medicina da Faculdade Albert Einstein, o aluno aprende anatomia com um software digital e relaciona as estruturas com os exames de ultrassom, tomografia computadorizada e ressonância magnética. O uso de simuladores de baixa e alta fidelidade também permite o treinamento dos alunos antes de realizarem procedimentos nos pacientes, garantindo assim a segurança”, explica Elda Maria Stafuzza Gonçalves Pires, coordenadora acadêmica da graduação em Medicina da Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein.

“Os estudantes também aprendem a usar o ultrassom portátil, como complementação do exame físico, e contam com uma disciplina optativa que contempla Big Data. Outra forma de a tecnologia se mostrar presente é com o uso de plataformas de aprendizagem online, que facilitam a disponibilização do material ao aluno e a realização de testes e provas”, completa Elda.

Esse progresso também pode ser percebido com a explosão no uso e na pesquisa em áreas como inteligência artificial, realidade virtual e aumentada que estão sendo aplicadas para aperfeiçoar o trabalho médico e a experiência do paciente. 

medicina e tecnologia

A inteligência artificial, por exemplo, já ocupa um espaço importante em exames, principalmente no diagnóstico por imagem, fazendo com que ele seja mais rápido e preciso e menos invasivo. “A tecnologia está entrando todos os dias na realidade médica. Acho que a próxima etapa da revolução industrial 4.0 na Medicina vai envolver justamente algumas aplicações para a inteligência artificial. A primeira área em que isso poderá ser visto é no diagnóstico por imagem”, reforça o professor Carlos Alberto Malheiros, da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Outra grande tendência é a captação e o uso de dados, priorizando cada vez mais o acesso à informação, organização, privacidade e tratamento dos dados captados, focado no bem-estar, saúde e segurança do paciente. 

“Em resumo, o ensino de Medicina caminha para ser cada vez mais imersivo, digitalizado e com soluções que priorizem a expertise do professor e a formação de médicos pautada na realidade do dia a dia”, destaca Sandro Nhaia, CTO e co-fundador da MedRoom, startup que aplica a imersão da tecnologia de realidade virtual (VR, do inglês virtual reality), junto a estratégias de gamificação para criar experiências na educação em saúde.

Atualmente, a startup já instalou laboratórios virtuais em universidades como a Faculdade de Medicina Albert Einstein, Faculdade Pernambucana de Saúde, Faminas e Unifaminas, além de duas faculdades mexicanas. 

O que a tecnologia na Medicina proporciona dentro da sala de aula

A revolução nas salas de aula e no processo de ensino e aprendizagem nas faculdades de Medicina também já pode ser percebida com apenas alguns cliques.

“Em termos de estudo do corpo humano, o uso de cadáveres está cada vez mais escasso e é algo caro para as faculdades. Com a tecnologia, as instituições podem mostrar o corpo humano, de forma muito fidedigna, aos seus alunos quantas vezes necessário. Assim, é possível isolar cada parte dos pacientes virtuais e entender as particularidades de cada uma delas. O cadáver, no entanto, pode ser aberto apenas uma vez”, lembra Sandro. 

Os custos também acabam sendo reduzidos e proporcionam experiências cada vez mais modernas. “Temos uma economia considerável a longo prazo. Em termos de gastos, as instituições priorizam a modernização de suas estruturas. Muitas delas trabalham com o modelo SaaS (Software como Serviço), fazendo com que mais turmas possam aproveitar essas ferramentas que constantemente são atualizadas, sem a necessidade de troca massiva de equipamentos”, complementa o CTO.

Os desafios enfrentados nessa aprendizagem tecnológica 

O maior desafio de quem está envolvido nesse processo de ensino e aprendizagem tecnológica é criar uma jornada que faça parte da vida do aluno e se integre naturalmente em sua rotina. “Com pouco tempo e muita coisa para aprender, precisamos pensar em como ajudar a otimizar o tempo, para que o estudante possa aprender melhor e mais rápido. Como a geração que está atualmente nas escolas de Medicina é majoritariamente composta por nativos digitais, a adaptação à nova tecnologia acontece organicamente”, afirma Sandro. 

“Nosso objetivo é ajudar o estudante a consolidar o conhecimento teórico para chegar melhor preparado à prática. Por isso é interessante usar os equipamentos e aprender em um ambiente controlado, com uma experiência gamificada e guiada pelo professor”, acrescenta Vinicius Gusmão, CEO da MedRoom.

Para além dos estudos sobre o corpo humano, a startup criou também o treinamento de atendimentos emergenciais, sem colocar uma vida em risco. Por meio de um projeto imersivo criado com a CMOS DRAKE, empresa referência na produção de desfibriladores cardiovasculares (DEA), os alunos simulam circunstâncias que requerem a ressuscitação cardiopulmonar (RCP). A captação de movimento e desenvolvimento da simulação foi toda realizada e construída pela equipe da startup em seu escritório. 

“Otimizando o ensino e o treinamento do aluno garantimos uma assistência mais segura e eficaz ao paciente, minimizando os efeitos adversos relacionados à prática médica.” Elda Maria Stafuzza Gonçalves Pires, coordenadora acadêmica da graduação em Medicina da Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein.

Outra percepção importante é a do lado de quem ensina. “Também precisamos pensar em como facilitar a vida do professor, ao mesmo tempo entrando em sua estratégia de ensino. Criamos um ambiente fácil de usar e que ajuda o professor a entregar sua mensagem. Munimos o professor com uma gama de ferramentas que mantém sua autonomia para lecionar, facilitando o processo. Assim, entramos também na cultura da instituição de ensino”, relata Sandro.

A visão dos profissionais que atuam na área

Para quem entra em contato todos os dias com esses avanços, a tecnologia na Medicina também revela seus benefícios. “Alguns exemplos disso são a transformação digital de coleta de dados, o uso do prontuário eletrônico, garantindo maior segurança na prescrição do paciente, e o uso racional da telemedicina, facilitando o acesso a médicos especialistas em áreas como plataformas de petróleo e regiões com difícil acesso à saúde”, aponta Elda.

telemedicina

A oncologia é outro exemplo que expressa inúmeros ganhos, principalmente em medicamentos. “As armas para tratar essa doença, além da cirurgia, estão aumentando muito nos últimos anos”, indica o professor Malheiros. 

Áreas como a neurocirurgia, cirurgia com neuronavegação, neurocirurgia endoscópica e cirurgia robótica também contaram com uma imensa incorporação tecnológica e seguem em alta. “A indústria está investindo pesado em tecnologia em todas as áreas, por isso, não importa o setor de atuação, não se pode parar de estudar e aprender. O grande segredo é acompanhar tudo sem perder a humanidade e manter sempre aberto o canal de comunicação com os pacientes, de forma ética e honesta”, alerta Malheiros. 

A coordenadora acadêmica de Medicina da Faculdade Albert Einstein ainda conclui: “acreditamos na formação sólida de um médico que será apto a tratar 80% das doenças mais prevalentes na população brasileira. Os avanços tecnológicos o auxiliarão no exercício da sua profissão e não o substituirão. Desenvolvendo habilidades como a empatia, comunicação efetiva, liderança, trabalho em equipe, entre outras, formaremos médicos capacitados para desempenhar bem sua função nesse novo contexto. Não basta apenas saber fazer o diagnóstico e tratar a doença, com auxílio de recursos tecnológicos. É necessário construir e manter a relação médico-paciente, com empatia, escuta ativa e segurança do paciente”.


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