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Medicina na UNOESTE

  • 6 anos anos
  • 48 disciplinas
  • Bolsas a partir de R$ 29,90
4,7

Muito boa

(10)

Não tem bolsas disponíveis

Como é o curso de Medicina na UNOESTE?

A Medicina é a ciência responsável por prevenir, diagnosticar e tratar doenças, promovendo a saúde e o bem-estar das pessoas. Ela também envolve a educação, prevenção e gerenciamento dos fatores que podem afetar a saúde dos pacientes.

Resumo do curso

  • Área de conhecimento: Ciências da saúde

  • Duração: Até seis anos

Qual a grade curricular de Medicina?

  • Ac Específica

  • Ac Específica - 1

  • Ac Específica - 2

  • Ac Específica - 4

Ver 30 disciplinas da grade curricular

Como é a faculdade UNOESTE

Avaliação dos Alunos

  • Empregabilidade
    4,8
  • Estrutura
    4,9
  • Professores
    4,5
  • Localização
    4,6

Resumo da faculdade

  • mais de 11.000 alunos matriculados
  • mais de 610 docentes
  • 62 cursos de graduação e 99 de pós-graduação
  • 248 unidades

Dúvidas mais frequentes

A Universidade do Oeste Paulista já recebeu diversos prêmios, entre eles, estão: Selo Responsabilidade Social (desde 2008), Prêmio Cidadania Sem Fronteiras (Edição Nacional 2011), Prêmio Objetivos de Desenvolvimento do Milênio Brasil – ODM Brasil (2011), Prêmio Incentivo Funcional – Croeste (2009, 2010, 2011), Prêmio Top Educacional Prof. Mário Palmério (2011), Prêmio Victor Civita (2011) e Top of Mind (2009, 2010 e 2011).

O curso de Medicina conta com carga horária mínima de 7.200 horas, com previsão de conclusão em pelo menos seis anos. Geralmente, é oferecido em período integral pelas instituições de ensino.

A formação médica no Brasil segue as Diretrizes Curriculares Nacionais, enfatizando uma abordagem integrada e humanística da Medicina. O currículo abrange desde o estudo das bases moleculares e celulares dos processos de saúde e doença, até a compreensão dos determinantes sociais, culturais e psicológicos da saúde.

O curso prioriza uma metodologia que integra ensino, pesquisa e extensão, com a inserção progressiva do estudante nas redes de serviços de saúde, como espaço de aprendizagem. Essa abordagem garante que, desde as séries iniciais, o aluno tenha contato direto com problemas reais de saúde, facilitando a compreensão das necessidades de saúde dos indivíduos e da comunidade.

Os estágios, em regime de internato, constituem uma etapa essencial da formação médica, correspondendo a pelo menos 35% da carga horária total do curso. Desse período, 30% é dedicado à Atenção Básica e Serviços de Urgência e Emergência do SUS, visando a formação em Medicina Geral de Família e Comunidade. O restante do internato se distribui em áreas como Clínica Médica, Cirurgia, Ginecologia-Obstetrícia, Pediatria, Saúde Coletiva e Saúde Mental.

Além do enfoque nas habilidades clínicas e práticas, o curso de Medicina ressalta a importância da formação ética e humanística. Os estudantes são incentivados a desenvolverem uma relação profissional ética, respeitosa e empática com os pacientes, familiares e comunidades, promovendo a saúde e prevenindo doenças, além de estarem preparados para atuar nos diferentes níveis de atenção à saúde.

O curso também promove a educação continuada, estimulando a autonomia intelectual e a responsabilidade social. Também há ênfase na aprendizagem interprofissional, promovendo a colaboração e a qualidade da atenção à saúde.

A história dos cursos de Medicina no Brasil tem início com a chegada da Família Real Portuguesa no país. Em 1808. D. João VI assinou o documento para criar a Escola de Cirurgia da Bahia. No mês de abril, outro decreto criou a Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro, sediada no Hospital da Misericórdia (Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro). Atualmente, as duas instituições - e os seus respectivos cursos - foram incorporadas à Universidade Federal da Bahia (UFBA) e à Universidade Federal do Rio de Janeiro. (UFRJ)

Em 2023, foi autorizada, pelo Ministério da Educação, a abertura de novos cursos de Medicina no país, especialmente, onde há falta de médicos. A ação foi embasada no término do período de validade da medida que proibia a criação de novos cursos de Medicina, promulgada em 2018.

O CFM reluta em relação à medida da criação de novas ofertas de Medicina. De acordo com o conselho, a aprovação do STF aos artigos da Lei do Mais Médicos (nº 12.871/2013) que tratam sobre o tema culminaria na abertura de ofertas sem o cumprimento dos critérios impostos, como equipamentos e estrutura. A Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) 81 continua em análise pelo STF.

Em recente reunião com o Ministro da Educação, o CFM concedeu um documento listando contrapontos e efeitos contrários da abertura de novos cursos de Medicina no país. Entre os argumentos destacados, está o de que as ofertas atuais já suprem a demanda por profissionais de saúde no país. Além disso, o conselho ressalta que o Brasil fica atrás apenas da Índia no número total de cursos de Medicina, mesmo tendo em vista que a população indiana é sete vezes maior.

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Quais são as melhores faculdades de Medicina do Brasil?

Veja as instituições que obtiveram as melhores notas para o curso de Medicina segundo o Guia da Faculdade 2023, um índice avaliativo anual realizado pelo jornal O Estado de S. Paulo (Estadão) em parceria com a Quero Bolsa. A avaliação atribui uma nota que varia de 1 a 5.

Instituição Nota Cidade
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) 5 Belo Horizonte (MG)
Universidade Estadual de Londrina (UEL) 5 Londrina (PR)
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) 5 Rio de Janeiro (RJ)
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) 5 Porto Alegre (RS)
Universidade Estadual Paulista (UNESP) 5 Botucatu (SP)
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) 5 Campinas (SP)
Universidade de São Paulo (USP) 5 Ribeirão Preto (SP)
Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein 5 São Paulo (SP)
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) 5 São Paulo (SP)
Universidade de São Paulo (USP) 5 São Paulo (SP)

A Medicina é a ciência responsável por prevenir, diagnosticar e tratar doenças, promovendo a saúde e o bem-estar das pessoas. Ela também envolve a educação, prevenção e gerenciamento dos fatores que podem afetar a saúde dos pacientes.

A Medicina é empregada para diagnosticar, tratar e prevenir doenças, buscando manter ou restaurar a saúde. Envolve pesquisa, aplicação de conhecimentos científicos e técnicas avançadas para melhorar a qualidade e a expectativa de vida das pessoas.

O curso de Medicina é a formação acadêmica que estuda as práticas de saúde empregadas para a manutenção do bem-estar dos indivíduos. Ao longo do programa, os alunos compreendem o funcionamento dos sistemas e órgãos do corpo humano, com ênfase no diagnóstico e tratamento de doenças.

A formação envolve conceitos científicos, técnicos e humanizados, preparando os alunos para lidar com cenário adversos. O curso é dividido em três partes: a graduação, a residência médica e a especialização.

Na etapa de graduação, o aluno aprende aquilo que é necessário para o exercício da profissão. Isso inclui conhecimentos básicos sobre anatomia, bioquímica, fisiologia, histologia, farmacologia, imunologia, biofísica, entre outros.

Após a graduação, o aluno de medicina deve fazer a residência médica, que é um programa de treinamento prático supervisionado por médicos da área de saúde. Nessa fase, o aluno tem contato direto com pacientes, realizando diagnósticos e tratamentos.

A última parte do curso de Medicina é a especialização, que dura de dois a quatro anos. Nessa fase, o aluno se especializa em uma área específica da Medicina, como cirurgia, pediatria, neurologia, cardiologia ou oncologia. A especialização é importante para que o médico possa prestar um atendimento de qualidade aos seus pacientes.

As opções de especialização são diversificadas. Existem diferentes áreas aplicáveis da Medicina que possuem análises próprias e campos de atuação singulares. Assim, a ciência médica se subdivide para estudar conjuntos biológicos específicos, como órgãos e tecidos, visando o tratamento completo das diferentes enfermidades que podem incidir sobre a população.

Para médicos que são formados no exterior, a aprovação no Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos, conhecido como Revalida, é obrigatório. O processo de inscrição para o Revalida geralmente acontece uma vez por ano, e os médicos interessados devem atender a uma série de requisitos, incluindo a apresentação de documentos que comprovem sua formação no exterior e sua habilidade em língua portuguesa.

O exame em si é composto por duas etapas. Na primeira etapa, os candidatos devem fazer uma prova que abrange, de forma interdisciplinar, as cinco grandes áreas da medicina: clínica médica, cirurgia, ginecologia e obstetrícia, pediatria e medicina da família e comunidade (saúde coletiva). Os candidatos que obtiverem nota mínima na primeira etapa avançam para a segunda etapa, que é uma prova prática de habilidades clínicas.

De acordo com o levantamento do Censo da Educação Superior divulgado em 2022 pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), a faculdade de Medicina ocupa a primeira posição entre os cursos que possuem balanço positivo de ocupação de vagas ofertadas. Em instituições públicas, 93,4% das ofertas para Medicina são preenchidas. Já entre as privadas, 96,6%.

Ainda em relação à área, o Ministério da Educação (MEC) suspendeu, por 90 dias, o processo de autorização do modelo EaD para uma série de cursos, incluindo Medicina. A medida vigora por meio da Portaria Nº 2.041 e reforça a proibição de graduações em Medicina à distância.

A história da Medicina remonta às primeiras civilizações. Desde o surgimento das sociedades organizadas, a disposição de profissionais aptos para lidar com o tratamento de doenças é demandada. Embora distinta, a atuação dos profissionais evoluiu ao decorrer dos séculos, impulsionada significativamente pela tecnologia. De antigos remédios naturais e técnicas cirúrgicas rudimentares, avançou para descobertas como a penicilina e a vacinação. No século XX, a revolução tecnológica transformou a Medicina, com a invenção de equipamentos de diagnóstico, como raios-X, tomografias e ressonâncias magnéticas, que permitiram vislumbrar o interior do corpo humano de forma detalhada. Além disso, a biotecnologia e a engenharia genética abriram novas fronteiras no tratamento de doenças antes consideradas incuráveis.

Quanto tempo dura a faculdade de Medicina?

A faculdade de Medicina tem duração de seis anos, período em que os estudantes realizam disciplinas teóricas e práticas para desenvolver habilidades e raciocínio clínico.

Quais são as áreas da Medicina?

De acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM), atualmente, existem 55 áreas da Medicina reconhecidas. Entre as principais, podemos destacar:

  • Pediatria: medicina especializada no cuidado de crianças, desde o nascimento até a adolescência. A Medicina Pediátrica estuda as principais enfermidades que acometem as faixas etárias iniciais, tendo em vista fatores múltiplos.

  • Ginecologia e Obstetrícia: concentra-se na saúde reprodutiva e no cuidado de mulheres durante a gravidez, parto e pós-parto.

  • Ortopedia: trata de condições musculoesqueléticas, lesões e doenças dos ossos, articulações, músculos, tendões e ligamentos.

  • Cardiologia: medicina especializada no diagnóstico e tratamento de doenças do coração e sistema circulatório.

  • Dermatologia: focada em doenças da pele, cabelo e unhas.

  • Psiquiatria: dedica-se à saúde mental, diagnóstico e tratamento de distúrbios psiquiátricos.

  • Medicina de emergência: cuida de condições urgentes e emergenciais, como trauma, ataques cardíacos e acidentes cerebrovasculares.

  • Anestesiologia: especializada no gerenciamento da dor e administração de anestesia durante procedimentos médicos ou cirúrgicos.

  • Medicina Laboratorial: especialidade médica que se dedica ao estudo e análise de amostras biológicas para o diagnóstico, monitoramento e tratamento de doenças.

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