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Conjunção concessiva: o que é, exemplos e uso na gramática

Publicado por | Última atualização: 27/8/2025
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Índice

Introdução

Na preparação para o Enem e outros vestibulares, compreender o funcionamento das conjunções é essencial para interpretar textos e elaborar uma redação coesa. 

Entre essas estruturas da gramática portuguesa, a conjunção concessiva, sendo um conectivo gramatical que introduz uma oração subordinada indicando contraste ou oposição em relação à oração principal. 

São exemplos de conectores concessivos: embora, ainda que, mesmo que, apesar de. Essas conjunções expressam uma ideia de concessão.

Neste artigo, você vai entender o que é, quais são as principais conjunções concessivas, ver exemplos e compará-las com outras conjunções, como as adversativas.

Livro aberto sobre a mesa ilustrando estudo de conjunção concessiva na gramática portuguesa.

Principais conclusões

  • Conjunção concessiva é um conectivo subordinativo que liga uma oração subordinada a uma oração principal para indicar contraste ou oposição, mostrando que, apesar de uma circunstância que poderia impedir algo, a ação principal ainda se realiza.
  • Funciona ao introduzir uma oração que expressa a circunstância contrária; o conectivo (ex.: embora, apesar de, mesmo que) vincula essa oração à principal e mantém a ação principal, criando contraste sem anulá-la.
  • Na gramática do português, as concessivas integram o grupo das conjunções subordinativas e surgem com destaque em estudos de interpretação textual e redação, pois permitem construir argumentos complexos; muitas vezes são confundidas com adversativas.
  • No Enem, atenção ao confundir concessivas com adversativas; a prova exige identificar oração subordinada concessiva (ex.: embora) e não coordenação; uso correto enriquece redação e interpretação, conectando argumentos sem contradizer a tese.
  • Conjunções concessivas (embora, ainda que, mesmo que, apesar de, conquanto) servem para criar argumentos mais nuançados e coesos; aplicam-se em redações e interpretação do Enem para demonstrar contraste sem invalidar a ideia principal.
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O que é conjunção concessiva?

As conjunções concessivas pertencem ao grupo das conjunções subordinativas. Elas ligam uma oração concessiva a uma oração principal dentro de um período composto, estabelecendo uma relação de contraste entre as ideias. 

Em outras palavras, indicam que, mesmo diante de uma circunstância que poderia impedir algo, a ação principal se realiza.

Por exemplo: “Embora estivesse cansado, continuou estudando.” 

Nesse caso, a conjunção concessiva “embora” conecta duas orações e mostra a relação de oposição entre “estar cansado” e “continuar estudando”. 

Esse tipo de estrutura é muito comum em provas de interpretação de texto e em redações, pois ajuda a criar argumentos mais complexos e bem estruturados.

Quais são as conjunções concessivas?

As conjunções concessivas mais utilizadas na gramática portuguesa são:

  • Embora – “Embora estivesse atrasado, chegou com calma.”

  • Ainda que – “Ainda que não tenha estudado, fez uma boa prova.”

  • Mesmo que – “Mesmo que chova, iremos ao passeio.”

  • Apesar de – “Apesar de ser difícil, conseguiu resolver o exercício.”

  • Conquanto – “Conquanto esteja cansado, não deixará de treinar.”

Esses exemplos de concessivas demonstram que tais conectores são usados para mostrar oposição, mas sem impedir que a ação principal aconteça. Ao estudar esse tema, é importante perceber como o uso de conjunções interfere na clareza e no efeito de um texto.

Diferença entre conjunção concessiva e adversativa

Muitos estudantes confundem as conjunções concessivas com as conjunções adversativas. A diferença está no tipo de relação que cada uma estabelece:

  • A conjunção concessiva introduz uma oração subordinada, marcando uma concessão ou oposição em relação à principal.

  • Já a conjunção adversativa conecta termos ou orações de mesma função, em uma relação de coordenação, como acontece com “mas”, “porém” e “contudo”.

Exemplo de concessiva: “Embora estivesse doente, compareceu à aula.”
Exemplo de adversativa: “Estava doente, mas compareceu à aula.”

Veja também
Conjunções conclusivas

Exemplos de conjunções concessivas em frases

Para fixar o conteúdo, veja alguns exemplos de frases que utilizam conjunções concessivas no dia a dia e em situações próximas ao contexto do Enem:

  • “Embora estivesse nervoso, apresentou seu trabalho com clareza.”

  • “Ainda que não tenha dinheiro, não deixa de sonhar com a viagem.”

  • “Mesmo que não concorde, é preciso respeitar a opinião do outro.”

  • “Apesar de estudar muito, não conseguiu atingir a nota de corte.”

  • “Conquanto enfrente dificuldades, segue em busca de seus objetivos.”

Esses casos mostram como a oração concessiva dá mais profundidade aos argumentos, demonstrando contraste entre as ideias. Em textos dissertativos, esse tipo de estrutura é muito útil para criar relações lógicas e enriquecer a argumentação.

Quer aprofundar ainda mais seus estudos sobre o tema e garantir uma boa preparação para as provas? Explore outros conteúdos do Manual do Enem!

 

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