
Como conseguir bolsa para estudar nos EUA em programa executivo: guia completo 2026
| 09/09/26Saiba como conseguir bolsa para estudar nos EUA em programas executivos da CSUN e SUNY, quais são os critérios e como se preparar para a inscrição.
Saiba como conseguir bolsa para estudar nos EUA em programas executivos da CSUN e SUNY, quais são os critérios e como se preparar para a inscrição.
Em resumo:
Veja mais informações a seguir!

Estudar nos Estados Unidos em um programa executivo pode parecer distante para muitos profissionais brasileiros.
O investimento, a organização da viagem e o processo de inscrição costumam gerar dúvidas. Mas existe outro caminho que merece atenção: as bolsas parciais oferecidas para profissionais que atendem ao perfil dos programas.
Em 2011, fui para a Califórnia com uma bolsa que cobria boa parte do valor do programa. Aquilo não aconteceu por sorte. Houve preparação, contato antecipado e uma apresentação adequada da minha experiência profissional.
Hoje, a situação é diferente. Como professor e coordenador dos programas internacionais na CSUN e na SUNY, acompanho o processo pelo outro lado. Os programas oferecem bolsas de até 60% para profissionais brasileiros, de acordo com perfil e disponibilidade.
A minha principal recomendação é simples: não deixe para procurar a bolsa quando o programa estiver próximo de começar. Organização e antecedência fazem diferença.
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As bolsas oferecidas por meio da IBS Americas para os programas da CSUN e da SUNY são descontos parciais sobre o valor integral dos programas executivos.
É importante entender o que isso significa. A bolsa:
Portanto, não se trata de uma bolsa baseada exclusivamente em necessidade financeira. O critério está relacionado ao perfil profissional e à adequação do participante ao programa.
Essa lógica faz sentido dentro da proposta dos programas executivos. As universidades buscam reunir profissionais com experiência e maturidade para que as atividades acadêmicas e as discussões entre participantes tenham maior conexão com o ambiente corporativo.
O desconto é aplicado sobre o investimento acadêmico do programa. Entre os itens contemplados estão elementos como certificado, diploma, materiais e acesso às instalações da universidade.
Passagens aéreas, hospedagem, alimentação e outros custos de viagem não estão incluídos nesse valor.
Essa separação é fundamental para calcular o investimento total de uma experiência internacional. Considerar apenas o preço do programa pode levar a uma avaliação incompleta do orçamento necessário.
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A elegibilidade depende do programa escolhido. Por isso, antes de solicitar informações sobre uma bolsa, o profissional deve verificar se seu perfil está alinhado aos requisitos recomendados.
Para os programas da California State University, Northridge (CSUN), o perfil recomendado considera profissionais com:
O programa ocorre em julho, em Northridge, na Califórnia, e está relacionado ao College of Business and Economics, acreditado pela AACSB.
Já os programas da State University of New York (SUNY) consideram profissionais com:
O programa ocorre em janeiro, com atividades em New Paltz e Albany, no estado de Nova York, incluindo visita às Nações Unidas.
Aqui está um ponto que considero importante: antes de pensar no percentual de desconto, o profissional precisa avaliar se realmente se encaixa no perfil do programa.
A IBS Americas realiza essa análise durante o processo. Porém, iniciar o contato com um perfil muito distante dos critérios pode consumir tempo e dificultar a organização da inscrição.
Por isso, a primeira etapa para conseguir uma bolsa para estudar nos EUA é entender o próprio perfil profissional.
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O processo pode ser dividido em cinco etapas principais.

O primeiro passo é demonstrar interesse no programa escolhido, CSUN ou SUNY, e informar o período pretendido.
Nesse contato inicial, é importante apresentar de forma objetiva sua experiência profissional, formação e posição atual.
A IBS Americas verifica se o candidato atende aos critérios recomendados e se existem vagas disponíveis para o período escolhido.
As turmas são pequenas, o que significa que a disponibilidade precisa ser considerada desde o início do planejamento.
Depois da análise inicial, chega o momento de apresentar os documentos solicitados.
Entre os materiais estão:
A documentação faz parte do processo de admissão junto à universidade.
Com o perfil analisado, é informado o percentual de desconto aplicável ao candidato.
O valor da bolsa pode variar conforme o perfil apresentado e a disponibilidade existente para o período escolhido.
Nesse momento, o profissional consegue entender o investimento final e as condições de pagamento.
A última etapa envolve o pagamento, a documentação necessária para o processo de visto e a confirmação oficial da vaga.
Com a participação formalizada, o profissional pode avançar para as etapas relacionadas à viagem e ao processo consular.
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A antecedência é um dos pontos mais importantes de todo o processo.
Para o programa da CSUN em julho de 2027, por exemplo, minha recomendação é iniciar o contato com a IBS Americas em janeiro ou fevereiro de 2027. Isso permite organizar as etapas de seleção, documentação e processo consular com mais tempo.
Para o programa da SUNY em janeiro de 2027, o ideal é iniciar o processo em julho ou agosto de 2026.
Em ambos os casos, existe uma razão prática para não esperar.
As vagas são limitadas e a disponibilidade de bolsas também.
Quanto mais próximo do início do programa, menor tende a ser a margem para resolver documentação, organizar a viagem e avaliar as possibilidades disponíveis.
Quando consegui minha bolsa em 2011, o resultado foi consequência de um processo. Eu tinha o perfil buscado pelo programa, fiz o contato com antecedência e organizei minha experiência profissional de maneira adequada.
Anos depois, acompanhando os candidatos do outro lado, percebo que o princípio continua válido.
Conseguir uma bolsa para estudar nos Estados Unidos não depende exclusivamente de encontrar uma oportunidade. É preciso estar dentro do perfil, apresentar a experiência de maneira adequada e iniciar o processo no momento certo.
Para profissionais que já possuem experiência e estão considerando uma formação executiva internacional, a pergunta talvez não deva ser apenas “quanto custa estudar nos EUA?”.
A pergunta mais útil é: qual programa faz sentido para minha carreira e como posso me preparar para participar dele?
Essa mudança de perspectiva ajuda a transformar a experiência internacional de um projeto distante em uma possibilidade que pode ser planejada.
Se o objetivo é participar de um programa executivo internacional, o próximo passo é verificar o próprio perfil e entrar em contato com a IBS Americas para conhecer as condições disponíveis.
Para facilitar o processo, informe que é aluno ou contato indicado pelo Prof. Mario Trentim e indique o programa de interesse.
CSUN, Califórnia, julho
Programa executivo realizado em Northridge, na Califórnia. A recomendação é iniciar o planejamento com antecedência para a edição de julho de 2027.
SUNY, Nova York, janeiro
Programa executivo realizado no estado de Nova York, com atividades em New Paltz e Albany e visita às Nações Unidas. Para a edição de janeiro de 2027, o planejamento deve começar com meses de antecedência.
Acompanhe também a série Carreira Internacional, no Substack do Prof. Mario Trentim, com conteúdos sobre formação, carreira e construção de credenciais internacionais nos Estados Unidos.

Mario H. Trentim é membro do Board of Directors do PMI, Reitor da Allevo Tech / Qeevo Group, doutorando do ITA e autor de 13 livros sobre gestão e execução estratégica.
Atua como conselheiro e conector estratégico em organizações em transformação.


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