
Como estudar para OBMEP 2026?
Leonardo Messias | 20/05/26Vai participar da Olimpíada de Matemática? Descubra como estudar para a OBMEP 2026, entenda como funcionam as provas e veja o calendário
Vai participar da Olimpíada de Matemática? Descubra como estudar para a OBMEP 2026, entenda como funcionam as provas e veja o calendário
Em resumo:
A 21ª edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) se aproxima e promete mobilizar milhões de estudantes para a maior competição científica do país.
Além de bolsas e incentivos acadêmicos, o exame garante reconhecimento formal para prodígios do ensino fundamental e médio, agrupados em três diferentes categorias.
Se você está se preparando para a primeira etapa, que acontece no dia 9 de junho, veja estratégias práticas para direcionar o seu estudo nessa reta final.

A OBMEP não possui um “conteúdo programático” como o do Enem ou dos vestibulares tradicionais.
É por isso que a sua preparação deve ser estratégica. Confira as principais orientações para montar o seu cronograma:
Essa é a regra de ouro e o maior atalho para o sucesso na OBMEP. O estilo de cobrança do exame tem uma “personalidade” muito própria e a lógica das questões costuma se repetir ao longo dos anos.
Ao baixar as provas de edições passadas — que estão disponíveis gratuitamente no site oficial —, o estudante entende exatamente o formato dos enunciados e o nível de dificuldade exigido para o seu ano escolar.
A dica aqui é tentar simular o ambiente real da competição: imprima a prova, vá para um ambiente silencioso, deixe o celular longe e marque o tempo no relógio.
Acredite se quiser: muitos alunos erram as questões da OBMEP não por falta de conhecimento matemático, mas por dificuldade em interpretar o que o texto está pedindo.
A banca examinadora adora “disfarçar” problemas simples de geometria, proporção ou frações dentro de histórias longas e lúdicas.
Por isso, na hora de estudar, dedique tempo para sublinhar as informações principais e os números-chave do enunciado.
O Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) é o grande criador da prova e, felizmente, oferece um ecossistema completo e 100% gratuito de estudos.
Não faria sentido estudar por outros materiais quando a própria banca organizadora disponibiliza o caminho das pedras.
O aluno deve acessar regularmente o “Portal da Matemática”, que conta com videoaulas dinâmicas divididas por níveis.
Outra ferramenta indispensável é o “Banco de Questões“, lançado anualmente pela organização. Ele é um material que traz problemas inéditos e desafios focados na resolução criativa.
Resolver diversos simulados e apenas checar o número de acertos no gabarito final não gera aprendizado real. O verdadeiro ganho de conhecimento acontece quando você erra uma questão e entende em qual passo do processo o seu raciocínio se perdeu.
Para organizar isso, crie um “caderno de erros”. Nele, você não deve apenas copiar a resposta certa, mas anotar o enunciado, refazer o cálculo passo a passo e escrever uma pequena nota mental sobre o motivo de ter errado.
A matemática da OBMEP funciona como um grande quebra-cabeça, e o processo de aprendizagem não precisa ser solitário.
Debater as soluções em grupo é uma excelente forma de enxergar caminhos diferentes para o mesmo problema.
Procure os seus colegas que também têm interesse na prova, converse com o seu professor de matemática e veja a possibilidade de montar um pequeno grupo de preparação no contraturno escolar.
Podem participar alunos do 6º ano do Ensino Fundamental até o 3º ano do Ensino Médio.
Os candidatos são divididos em três níveis de dificuldade (Nível 1, Nível 2 e Nível 3), garantindo que a competição seja justa e baseada na faixa etária e no desenvolvimento acadêmico correspondente.
A dinâmica de aprovação da olimpíada é dividida em dois momentos distintos, o que exige do aluno adaptações na forma de realizar a prova:
O reconhecimento pelo bom desempenho na OBMEP vai além do prestígio acadêmico ou da simples entrega de um certificado na frente da turma.
Os alunos que alcançam as melhores notas na 2ª fase recebem medalhas de ouro, prata e bronze em cerimônias oficiais, além de certificados de menção honrosa.
O prêmio mais cobiçado, no entanto, é o convite oficial para integrar o Programa de Iniciação Científica Jr. (PIC). Os estudantes medalhistas ganham a oportunidade de participar de aulas em polos universitários durante um ano e recebem uma bolsa mensal (Bolsa de Iniciação Científica Júnior), financiada pelo CNPq.
Para os participantes, é essencial acompanhar as datas oficiais para não perder nenhuma etapa da 21ª edição. Confira as principais datas:
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