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Perguntas e Respostas - História

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Foto do estudante José Henrique Vieira Pinheiro
José Henrique Vieira Pinheiro
Enviada em 18/03/2026
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OI JOSE! A História é fundamental para compreender o presente e construir o futuro. Ela ajuda a entender como a sociedade se formou, evita a repetição de erros e desenvolve senso crítico, permitindo uma visão mais consciente sobre cultura, política e relações sociais.

Foto do estudante Anne Caroline
Anne Caroline
Enviada em 18/03/2026

Oii, Mariana! Tudo bem? Embora todas essas obras representem facetas fundamentais do século XX, "Guernica" as engloba de forma mais completa. Ela é política sem ser panfletária, moderna sem ser hermética, e trágica sem perder a potência estética. Ela nos lembra que o século XX foi, acima de tudo, um século onde a capacidade técnica e a barbárie humana andaram de mãos dadas, e a arte teve a função crucial de ser o testemunho e a memória desse horror.

Foto do estudante Bianca Negreiros Sanches
Bianca Negreiros Sanches
Aluno Quero
Aluno Quero
Marketing
São Paulo
POLO SP_PERUS
Enviada em 11/03/2026
Foto do estudante Mariana Ramos dos Santos
Mariana Ramos dos Santos
Enviada em 05/03/2026
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Oii, Mariana! Tudo bem? Que pergunta fascinante! Se eu pudesse entrevistar um personagem histórico, minha escolha seria Heródoto (c. 484 a.C. – c. 425 a.C.), conhecido como o "Pai da História". Aqui está o porquê: Por que Heródoto? 1. O primeiro repórter investigativo Heródoto foi pioneiro em viajar pelo mundo conhecido de sua época (Grécia, Egito, Pérsia, entre outros) para entrevistar pessoas e coletar relatos. Seria incrível entender sua metodologia: como ele decidia o que era confiável, como lidava com versões contraditórias dos eventos e o que o motivava a registrar tudo. 2. Testemunha de um mundo em transformação Ele viveu durante as Guerras Médicas entre gregos e persas, período que documentou em suas Histórias. Poderia nos contar sobre líderes como Leônidas e Xerxes, e sobre batalhas épicas como Termópilas e Salamina, dando detalhes que o tempo apagou. 3. Sua visão sobre "bárbaros" Heródoto tinha uma abordagem notavelmente aberta para sua época, mostrando interesse genuíno pelas culturas não-gregas. Perguntaria a ele: "Por que você decidiu tratar os persas e egípcios com respeito, enquanto muitos gregos os viam apenas como inimigos inferiores?" 4. Entre mito e realidade Ele incluía tanto relatos históricos quanto lendas em sua obra. Adoraria perguntar: "O que você realmente acreditava? Quando você contava uma história fantástica, era porque achava verdadeira ou porque era boa demais para não registrar?" 5. O legado inesperado Heródoto não podia imaginar que seu trabalho seria lido 2.500 anos depois. Que conselho ele daria a nós, que vivemos numa era onde qualquer um pode "registrar história" nas redes sociais? Perguntas que faria a ele: · "Qual foi a pessoa mais fascinante que você entrevistou?" · "O que você deliberadamente deixou de fora dos seus escritos?" · "Como você mantinha a imparcialidade ao entrevistar inimigos de guerra?" · "O que você acha de ser chamado de 'Pai da História'?"

Foto do estudante Bianca Negreiros Sanches
Bianca Negreiros Sanches
Aluno Quero
Aluno Quero
Marketing
São Paulo
POLO SP_PERUS
Enviada em 11/03/2026

Oii, Mariana! Tudo bem? Principais "programas" da História: 1. "Memória.exe" - Processo em segundo plano que armazena experiências passadas, impedindo que a sociedade precise "reiniciar do zero" a cada geração 2. "Identidade.zip" - Arquivo compactado de narrativas, heróis e eventos que formam a coesão cultural dos povos 3. "Antivírus Social" - Protege contra a repetição de erros catastróficos (guerras mundiais, genocídios, crises econômicas) 4. "Tradição Update" - Mantém compatibilidade com versões anteriores da sociedade, preservando costumes e instituições 5. "Justiça Histórica.dll" - Biblioteca de precedentes para decisões morais, políticas e jurídicas atuais Principais "bugs" do sistema: 1. Viés de memória RAM limitada - Só registramos fragmentos do passado (o que os vencedores escreveram, o que sobreviveu ao tempo) 2. Erro de "loop infinito" - Tendência a repetir ciclos de conflitos (como o Oriente Médio ou balcãs) 3. Compatibilidade reversa falha - Dificuldade em aplicar lições de contextos passados a realidades completamente novas 4. Arquivos corrompidos - Manipulação deliberada da história por regimes autoritários (reescrita de livros, apagamento de memórias) 5. Overflow de nostalgia - Quando a sociedade tenta rodar "programas" do passado em hardware do presente (saudosismo radical)

Foto do estudante Bianca Negreiros Sanches
Bianca Negreiros Sanches
Aluno Quero
Aluno Quero
Marketing
São Paulo
POLO SP_PERUS
Enviada em 11/03/2026

Oii, Mariana! Tudo bem? A história colonial e imperial do Brasil não é um passado morto, mas um conjunto de camadas geológicas sobre as quais a política atual se assenta. Para entender fenômenos como: · A força do agronegócio no Congresso; · As dificuldades de combate à corrupção sistêmica; · A violência contra movimentos sociais e a periferia; · A fragilidade da representação política e a descrença na democracia; · Os conflitos em torno da posse da terra; é preciso, inevitavelmente, olhar para os séculos de formação colonial e imperial. A política brasileira é um longo diálogo com esse passado, seja para repeti-lo, seja para tentar superá-lo.

Foto do estudante Bianca Negreiros Sanches
Bianca Negreiros Sanches
Aluno Quero
Aluno Quero
Marketing
São Paulo
POLO SP_PERUS
Enviada em 11/03/2026
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