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Oi Caroline! Sim, ainda pode ser vantagem seguir a carreira de Jornalismo, mesmo com a presença forte da tecnologia — desde que o estudante entenda que a profissão mudou e exige hoje um perfil mais adaptável e estratégico. 4 📰 Por que o Jornalismo ainda faz sentido hoje? 1. Tecnologia não substitui o olhar crítico e ético Ferramentas tecnológicas e inteligência artificial conseguem organizar dados, sugerir textos ou automatizar tarefas, mas não substituem: senso crítico apuração responsável ética jornalística interpretação de contextos sociais, políticos e culturais Esses elementos continuam sendo o núcleo da profissão. 2. A profissão se transformou, não acabou O jornalismo deixou de ser apenas o modelo clássico de jornal, rádio ou TV. Hoje, o jornalista atua em: jornalismo digital e multiplataforma podcasts e produção de áudio vídeos e documentários online newsletters e conteúdo informativo jornalismo de dados e fact-checking comunicação institucional e assessoria de imprensa Ou seja, o campo se ampliou. 3. Quem domina tecnologia sai na frente A tecnologia se tornou uma aliada do jornalista. Profissionais que sabem usar: ferramentas digitais redes sociais de forma estratégica SEO e análise de dados edição básica de vídeo e áudio têm mais chances de inserção e crescimento no mercado. 4. Informação confiável é cada vez mais necessária Em um cenário de excesso de informações, fake news e desinformação, o papel do jornalista qualificado se torna ainda mais relevante. Empresas, instituições e o público precisam de profissionais capazes de checar fatos e comunicar com responsabilidade. ⚠️ O que exige atenção O mercado tradicional é mais competitivo e com menos vagas formais O profissional precisa se reinventar e se atualizar constantemente Ter apenas o diploma não é suficiente: portfólio, prática e especialização fazem diferença ✅ Em resumo Seguir a carreira de Jornalismo ainda vale a pena, mas não no modelo antigo. É vantajoso para quem: gosta de comunicação e informação aceita mudanças e aprendizado contínuo sabe integrar jornalismo, tecnologia e novas linguagens O jornalismo de hoje não é apenas contar fatos — é interpretar, contextualizar e comunicar com responsabilidade em um mundo cada vez mais tecnológico

Foto do estudante Anne Caroline
Anne Caroline
Enviada há 4 dias
Foto do estudante Caroline Almeida
Caroline Almeida
Enviada há 4 dias
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Oi Caroline! O mercado de trabalho para jornalistas passou por mudanças importantes nos últimos anos, e isso influencia diretamente as oportunidades e a forma como a profissão é exercida hoje: 🔎 1. Redução de vagas formais no Brasil Dados do setor mostram que o jornalismo formal (com carteira assinada) diminuiu significativamente na última década no Brasil, com queda no número de empregos com carteira assinada para jornalistas. Essa tendência tem sido observada há anos e ainda reflete a transformação dos modelos de mídia tradicionais. 🔎 2. Transformação digital e mudanças nos meios de comunicação A transição de mídias tradicionais (jornais impressos, rádio e TV convencionais) para plataformas digitais colocou os veículos diante de desafios econômicos, com demissões e reestruturações frequentes em grandes redações. Empresas de mídia global também estão ajustando estruturas — com algumas anunciando cortes, enquanto outras modernizam suas equipes para formatos multimídia ou multiplataforma. 📉 3. Impacto da automação e da inteligência artificial (IA) Relatórios apontam que profissões que dependem de tarefas repetitivas ou processos tradicionais — incluindo formas clássicas de jornalismo impresso — enfrentam desafios por conta da automação e da adoção de ferramentas tecnológicas. O uso de IA vem crescendo nas redações, não para substituir todas as funções, mas para automatizar parte das tarefas rotineiras. Isso exige que os jornalistas se adaptem e desenvolvam competências digitais. 📌 O que isso significa na prática para quem busca trabalho 👉 O mercado tradicional está mais desafiador A lógica de empregabilidade mudou muito: há menos vagas formais e maior competitividade para cargos tradicionais em redações. 👉 As oportunidades crescem onde há inovação e digitalização Jornalismo multiplataforma (digital, áudio, vídeo, social media) tem mais espaço do que redações impressas tradicionais. Veículos que produzem conteúdo para plataformas online, newsletters, podcasts e redes sociais estão cada vez mais relevantes. 👉 Habilidades valorizadas além da graduação Competências em produção digital, edição de vídeo e áudio, SEO, análise de dados e ferramentas de mídias sociais são cada vez mais exigidas. Saber trabalhar com dados e formatos multimídia amplia muito as chances de inserção e destaque profissional. 👉 Mercado de comunicação mais amplo que só Jornalismo Jornalistas têm se inserido em áreas como marketing de conteúdo, assessoria de imprensa, comunicação institucional, branding e consultoria de mídia, onde a escrita, análise crítica e produção de conteúdo são altamente valorizadas. 🧭 Perspectivas para o futuro próximo (2026 em diante) 📍 O mercado não vai desaparecer, mas ele está evoluindo: As oportunidades não estão mais restritas ao modelo antigo de redações tradicionais — elas se expandiram para o ambiente digital e corporativo. Saber se adaptar às novas ferramentas e formatos é um diferencial estratégico para construir uma carreira consistente. 📍 Quem se especializa e diversifica tende a se destacar: Profissionais com habilidades em narrativa digital, análise de dados, produção audiovisual, edição e gestão de conteúdo estão mais bem posicionados no mercado atual. 📍 A capacidade de acompanhar tendências e tecnologia é vital: Não basta apenas ter diploma: é preciso estar alinhado às demandas da comunicação moderna e entender como criar conteúdo relevante em múltiplas plataformas. 🧠 Resumo O mercado de trabalho para jornalistas em 2026 pode ser considerado desafiador, mas ainda cheio de oportunidades, especialmente para quem: ✔ busca atuação em ambientes digitais e multiplataforma ✔ desenvolve habilidades técnicas extras além da graduação ✔ está disposto a atuar em setores variados (comunicação corporativa, marketing de conteúdo, audiovisual, podcasts, SEO, redes sociais e jornalismo de dados) Ou seja, a profissão ainda tem relevância e espaço, mas exige mais flexibilidade, atualização constante e capacidade de se reinventar no contexto das transformações tecnológicas e dos novos modelos de comunicação.

Foto do estudante Anne Caroline
Anne Caroline
Enviada há 4 dias

Oii, Jullie! Tudo bem com você? Comece focando nas disciplinas de comunicação organizacional e marketing durante a graduação. Crie um portfólio prático com releases e planos de mídia fictícios para projetos da faculdade. Conquiste um estágio em uma agência de comunicação ou no departamento de comunicação de uma empresa para experiência real. Faça cursos complementares em media training, digital PR e métricas. E, desde já, construa um networking estratégico no LinkedIn com profissionais da área e participe de eventos do setor, como os da Aberje.

Foto do estudante Bianca Negreiros Sanches
Bianca Negreiros Sanches
Aluno Quero
Aluno Quero
Marketing
São Paulo
POLO SP_PERUS
Enviada em 30/01/2026
Foto do estudante ROMEU MENEZES
ROMEU MENEZES
Enviada em 09/07/2025
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Oii, Romeu! Tudo bem com você? Espero que sim.. Para se tornar um jornalista policial, você pode seguir os passos abaixo: 🎓 1. Formação em Jornalismo Faça uma graduação em Jornalismo, preferencialmente reconhecida pelo MEC. Durante o curso, busque matérias ligadas a jornalismo investigativo, ética profissional e direitos humanos. 🕵️‍♂️ 2. Especialização e experiência na área policial Busque estágio ou atuação em redações de jornais, rádios, TV ou portais que cobrem polícia. Aprenda a lidar com fontes policiais, boletins de ocorrência, linguagem jurídica e criminal. 📰 3. Portfólio e prática Produza reportagens reais ou simuladas sobre segurança pública, criminalidade, direitos civis etc. Publique em blogs, sites ou redes para montar um portfólio. 👮‍♂️ 4. Capacitação complementar Cursos livres em jornalismo investigativo, criminologia, segurança pública, direitos humanos. É útil conhecer leis, códigos penais, ética jornalística e até noções de proteção pessoal e digital 📌 Dica extra: Alguns jornalistas policiais também cursam Direito ou fazem parcerias com advogados e policiais civis para entender melhor o sistema.

Foto do estudante Bianca Negreiros Sanches
Bianca Negreiros Sanches
Aluno Quero
Aluno Quero
Marketing
São Paulo
POLO SP_PERUS
Enviada em 13/07/2025

Oi, Cristiano! Que legal que você quer cursar Jornalismo! 😊 Mesmo sendo tímido, você pode se especializar em áreas como Jornalismo Digital, Assessoria de Imprensa, Produção de Conteúdo, Jornalismo Investigativo ou até Criação de Roteiros. Com o tempo, a prática ajuda a ganhar confiança! 💪

Foto do estudante Pedro Henrique
Pedro Henrique
Enviada em 06/03/2025
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