A área de tecnologia oferece formações em diversos níveis e formatos, como cursos livres, bootcamps, técnicos, tecnólogos e graduações.
A escolha ideal varia conforme o interesse: fundamentos são mais indicados para iniciantes, bootcamps e tecnólogos para transição, e especializações em dados, IA, segurança, mobile ou DevOps para aprofundamento.
Para avançar na área, é importante investir em portfólio, projetos práticos, certificações e estágio, além de acompanhar tendências e manter networking.
Atualmente, existem cursos na área de tecnologia disponíveis nos mais variados níveis e formatos. Do celular de casa a laboratórios de ponta, é possível encontrar formações voltadas para o primeiro emprego, migração de carreira e até crescimento para quem já atua na área.
As possibilidades são tantas, que a dúvida sobre qual caminho seguir pode surgir pelo caminho. Pensando nisso, reunimos informações sobre os tipos de formações em tecnologia mais procurados no país, as diferenças entre as modalidades, além de áreas em alta e dicas exclusivas para atuar nesse segmento.
Como escolher um curso na área de tecnologia?
A primeira dica para escolher um curso na área de tecnologia é definir um objetivo, como conseguir um emprego de forma mais rápida, mudar de área ou se aprofundar em um nicho específico. Nesse primeiro momento, também é importante avaliar o tempo e orçamento disponíveis para investir em uma formação.
Feito isso, o próximo passo é pesquisar sobre as instituições de ensino e aspectos do curso, como o conteúdo programático e a carga horária.
Outra recomendação é a consulta das avaliações do Ministério da Educação (MEC), que indicam a qualidade da formação e da instituição de ensino. O reconhecimento do órgão garante que o diploma ou certificado seja válido em todo o território nacional.
Iniciante, migração de carreira e avanço
Como mencionamos nos tópicos anteriores, é importante ter em vista o objetivo com a formação, pois alguns tipos de curso são mais interessantes para determinados interesses.
Para quem pretende ingressar na área, cursos voltados para HTML, CSS e JavaScript básico são um bom ponto de partida.
Já no caso de alguém que pretende mudar de carreira, um bootcamp ou tecnólogo pode ser mais interessante.
Quem busca se aprofundar em um nicho específico pode optar por uma especialização nas áreas de dados, inteligência artificial e segurança, por exemplo.
Os cursos da área de tecnologia podem ser encontrados nas modalidades presencial e a distância (EaD).
As formações on-line se caracterizam pela maior flexibilidade de horários e menor custo, mas demandam disciplina. É uma alternativa para quem tem pouca disponibilidade de horários ou pretende economizar nos estudos.
Os cursos presenciais, por sua vez, proporcionam uma imersão na área, além da prática laboratorial e a troca com outros estudantes e professores. Normalmente, o custo das mensalidades é mais elevado.
Os dois formados garantem um diploma EaD válido em todo o país, desde que emitido por uma instituição devidamente reconhecida pelo MEC.
Bootcamp ou graduação em TI: o que vale mais a pena?
Os bootcamps oferecem uma prática intensiva e a realização de projetos, enquanto a graduação traz uma base teórica e ampla.
É bastante comum recorrer a ambos: participar de um bootcamp para um crescimento mais rápido e ingressar em um curso de tecnólogo ou bacharelado para se aprofundar e se desenvolver na área de tecnologia.
Programação para iniciantes: por onde começar?
Uma forma de se familiarizar com a área de tecnologia é por meio de cursos livres e técnicos.
Na fase inicial, temas relacionados aos fundamentos são mais indicados: lógica, algoritmos, pensamento computacional, versionamento (Git) e terminal, além de linguagens mais básicas, como JavaScript, Python, Java e Swift.
Esse também é um bom momento para começar a estruturar um portfólio, com página pessoal e testes.
Para reduzir abandono nas primeiras semanas, foque em prática de curto ciclo: exercícios diários, feedback rápido e pequenos projetos úteis.
Desenvolvimento web e mobile: front-end, back-end e full-stack
Para quem começa do zero, front-end costuma apresentar uma jornada mais curta. Já os perfis analíticos, direcionados para dados e inteligência artificial, se encaixam melhor com base em Python e SQL, isto é, back-end.
Os cursos de tecnologia são oferecidos por instituições públicas e privadas. As instituições públicas são gratuitas, com ingresso via Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ou vestibular próprio.
Já nas instituições privadas, há cobranças de mensalidades e da matrícula, disponível após aprovação em vestibular próprio ou no Enem. É possível conseguir descontos nos valores cobrados, seja por meio de programas do governo (Prouni e Fies) ou até mesmo descontos oferecidos pelas instituições e empresas parceiras.
Estágio, portfólio e networking
Além do portfólio, os estágios são fundamentais no processo de desenvolvimento na área de tecnologia.
O network também faz diferença nesse processo, a partir de grupos de estudos, eventos e encontros profissionais voltados para esse campo de atuação.
Outra boa prática é manter-se atualizado em plataformas como o LinkedIn, tanto para a busca de vagas como para acompanhar as tendências do setor de tecnologia.
Qual primeiro curso para quem nunca programou? Lógica, Git e introdução à programação (JavaScript ou Python).
Curso online vale para emprego? Sim. As vagas avaliam habilidades e portfólio. Além disso, a formação EaD tem o mesmo valor do presencial se tiver o reconhecimento do MEC.
Bootcamp substitui faculdade? Não, mas pode contribuir para o ingresso na área.
Preciso de matemática para dados/IA? Ter umabase em estatística e álgebra pode ser bastante útil. A começar por Python/SQL e EDA, além de métricas e validação.
Quais certificações começar? Associate de nuvem (AWS/Azure/GCP), CompTIA A+/Network+ e Security+.
Como provar experiência sem emprego prévio? Alguns fatores podem ajudar, como portfólio, contribuições open source e projetos para ONGs/PMEs.
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