No Dia Nacional do Combate às Drogas e ao Alcoolismo, a prevenção deve começar ainda na infância, com ações conjuntas entre família e escola.
O cérebro em desenvolvimento torna crianças e adolescentes mais vulneráveis, o que reforça a importância da informação e do diálogo precoce;
Escolher uma escola com projeto pedagógico estruturado e foco socioemocional é um passo importante para proteger e desenvolver os estudantes.
O dia 20 de fevereiro marca o Dia Nacional do Combate às Drogas e ao Alcoolismo — uma data que funciona como alerta para a importância da prevenção desde cedo.
O primeiro contato com álcool e outras drogas pode acontecer mais cedo do que muitos pais imaginam. Por isso, a conscientização ainda na educação básicaé considerada uma das estratégias mais eficazes de proteção.
Durante a infância e a adolescência, o cérebro ainda está em formação. Nesse período, a exposição precoce a substâncias psicoativas pode trazer impactos significativos para o desenvolvimento.
Nesse cenário, escola e família têm papel fundamental na construção de hábitos e escolhas saudáveis. Continue a leitura para entender como prevenir e abordar o tema com crianças e adolescentes.
Nesse artigo você vai ver:
Qual é o Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo?
Qual é o objetivo da campanha de combate às drogas?
Qual é a importância da campanha de prevenção contra as drogas?
O que o ECA diz sobre o abuso de drogas em crianças e adolescentes?
Como posso prevenir o uso de drogas e álcool na adolescência?
Como escolher uma escola que apoia a prevenção e o desenvolvimento saudável?
Qual é o Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo?
O Dia Nacional do Combate às Drogas e ao Alcoolismo é celebrado em 20 de fevereiro no Brasil.
A data foi criada com o objetivo de conscientizar a população sobre os riscos do uso abusivo de álcool e outras substâncias psicoativas, além de incentivar ações de prevenção, tratamento e acolhimento.
Nesse sentido, o dia 20 de fevereiro funciona como um alerta coletivo. A iniciativa busca ampliar o debate sobre a dependência química — reconhecida como uma doença — e reforçar a importância de políticas educativas, campanhas informativas e redes de apoio para famílias e comunidades.
Importante: ao longo dos anos, a campanha passou a ganhar também um forte caráter preventivo, especialmente voltado para crianças e adolescentes. Isso porque estudos apontam que quanto mais precoce é o contato com álcool e drogas, maiores são os riscos de prejuízos cognitivos, emocionais e sociais.
Por que a data é importante para a educação básica?
A educação básica ocupa uma posição estratégica na prevenção ao uso de álcool e outras drogas. É nesse período que crianças e adolescentes estão formando valores, hábitos e repertórios socioemocionais que influenciarão suas escolhas no futuro.
Quando a escola trabalha o tema de forma responsável e adequada à faixa etária, ela contribui para:
fortalecer o pensamento crítico dos estudantes;
ampliar a conscientização sobre riscos e consequências;
estimular habilidades socioemocionais, como autocuidado e tomada de decisão;
trazer uma cultura de prevenção e cuidado coletivo.
Além disso, o ambiente escolar permite que a informação chegue de forma estruturada e contínua, complementando o papel da família.
Qual é o objetivo da campanha de combate às drogas?
A campanha de combate às drogas tem como principal objetivo informar, prevenir e mobilizar a sociedade para reduzir o uso abusivo de álcool e outras substâncias psicoativas.
No contexto educacional, o foco está no fortalecimento docombate às drogas nas escolas, reconhecendo o ambiente escolar como um espaço estratégico para orientar crianças e adolescentes antes do primeiro contato com substâncias.
De forma prática, a campanha se apoia em quatro pilares centrais:
Conscientização: ampliar o acesso a informações claras sobre os impactos físicos, emocionais e sociais do uso de drogas e álcool;
Prevenção precoce: incentivar ações de prevenção às drogas na infância, fase em que valores e comportamentos ainda estão em formação;
Informação baseada em evidências: combater mitos e desinformação por meio de conteúdos fundamentados em pesquisas científicas e orientações de saúde pública;
Fortalecimento das redes de proteção: integrar escola, família, serviços de saúde e comunidade no acompanhamento e suporte a crianças e adolescentes.
Quando essas frentes atuam de forma articulada, a campanha passa a ter impacto real na redução de comportamentos de risco.
Qual é a importância da campanha de prevenção contra as drogas?
Investir em prevenção desde cedo é uma das estratégias mais eficazes para proteger crianças e adolescentes. Isso porque, nessa fase, o cérebro ainda está em desenvolvimento, o que aumenta a vulnerabilidade aos efeitos do álcool e de outras drogas.
O 3º Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (LENAD III), aponta que o uso de drogas ilícitas no Brasil cresceu cerca de 80% entre 2012 e 2023. Já a proporção de brasileiros com 14 anos ou mais que experimentaram substâncias proibidas passou de 10,3% para 18,7%.
No caso do álcool, o cenário entre jovens também preocupa: quase um terço dos adolescentes brasileiros já experimentou bebida alcoólica.
Os impactos vão além da saúde física. O uso precoce de substâncias está associado a:
prejuízos na memória, atenção e tomada de decisão;
aumento da vulnerabilidade a problemas socioemocionais.
Diante desse cenário, a campanha de prevenção ganha ainda mais relevância. Ao levar informação qualificada para dentro das escolas e orientar as famílias, é possível adiar ou evitar o primeiro contato com drogas e álcool.
O que o ECA diz sobre o abuso de drogas em crianças e adolescentes?
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estabelece que crianças e adolescentes têm direito à proteção integral, o que inclui a prevenção ao uso de álcool e outras drogas.
Pelo ECA, é dever conjunto da família, da sociedade e do Estado garantir a proteção dos menores contra situações que possam comprometer sua saúde e dignidade.
Além disso, a lei é clara quanto à proibição da venda, oferta ou fornecimento de bebidas alcoólicas e outras substâncias a menores de 18 anos, prevendo sanções para quem descumprir a norma.
Família: manter diálogo aberto, acompanhar rotinas e dar exemplo de comportamento saudável.
Escola: trabalhar ações educativas, identificar sinais de risco e fortalecer a cultura de prevenção.
Como posso prevenir o uso de drogas e álcool na adolescência?
Sabemos que a prevenção começa no dia a dia e passa, principalmente, pela presença ativa da família. Atitudes simples ajudam a reduzir fatores de risco e fortalecem a capacidade dos adolescentes de fazer escolhas mais seguras.
Veja como você pode ajudar:
1. Mantenha diálogo aberto e sem julgamentos
Converse com frequência sobre álcool e outras drogas de forma clara e adequada à idade. O adolescente precisa sentir que pode tirar dúvidas e pedir ajuda sem medo.
2. Acompanhe a rotina e o círculo social
Saber com quem o jovem anda, onde está e o que faz no tempo livre é uma forma de cuidado, não de controle excessivo. A supervisão próxima reduz situações de vulnerabilidade.
3. Dê exemplo dentro de casa
O comportamento dos adultos influencia diretamente os adolescentes. Práticas responsáveis em relação ao álcool e hábitos saudáveis no cotidiano fazem diferença.
4. Fortaleça vínculos e autoestima
Adolescentes que se sentem ouvidos, valorizados e apoiados tendem a lidar melhor com pressões externas e a dizer “não” com mais segurança.
5. Incentive esportes, cultura e projetos de vida
Atividades estruturadas ocupam o tempo, ampliam repertórios e aumentam o senso de pertencimento, fatores protetivos importantes.
6. Esteja atento a sinais de alerta
Mudanças bruscas de comportamento, queda no rendimento escolar ou isolamento podem indicar necessidade de diálogo mais próximo ou apoio profissional.
Como escolher uma escola que apoia a prevenção e o desenvolvimento saudável?
Quando o assunto é prevenção ao uso de álcool e outras drogas, a escolha da escola faz toda a diferença. Um ambiente escolar estruturado, acolhedor e alinhado com o desenvolvimento integral dos alunos contribui diretamente para a formação de hábitos saudáveis e para a redução de comportamentos de risco.
Na hora de avaliar as opções, vale observar alguns pontos importantes:
Projeto pedagógico consistente: escolas que trabalham valores, cidadania e pensamento crítico tendem a abordar a prevenção de forma contínua, e não apenas em datas pontuais.
Programas socioemocionais: iniciativas que desenvolvem habilidades como autocontrole, empatia e tomada de decisão fortalecem fatores de proteção na infância e na adolescência.
Acompanhamento individual do aluno: instituições que monitoram de perto o desenvolvimento acadêmico e comportamental conseguem identificar sinais de alerta mais cedo.
Cultura escolar acolhedora: um ambiente seguro, com diálogo aberto entre escola e família, favorece a confiança e o apoio necessário nessa fase.
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