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Fábio Nunes | 16/03/26O estudante aprende conceitos matemáticos aplicados à computação, saiba mais.
Descubra se fazer Medicina na Argentina vale a pena. Veja custos, duração do curso, como ingressar, possibilidade de estudar gratuitamente e como atuar no Brasil após a formação.
Em resumo:
Veja mais informações abaixo.
A busca por uma vaga em Medicina no Brasil é marcada por alta concorrência e mensalidades elevadas nas instituições privadas.
Por isso, muitos estudantes consideram cursar Medicina na Argentina, país que oferece universidades reconhecidas, como a Universidad de Buenos Aires (UBA), com custos mais acessíveis e a possibilidade de ingresso sem vestibular tradicional.
A seguir, veja como funciona o curso, quanto custa, como ingressar e o que é necessário para atuar no Brasil após a formação nas terras argentinas.

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No Brasil, o acesso ao curso de Medicina é limitado por notas de corte elevadas em universidades públicas e por mensalidades que podem ultrapassar R$ 10 mil nas instituições privadas.
Nesse cenário, a Argentina se consolidou como um dos principais destinos de estudantes que desejam cursar Medicina.
O país reúne características como:
Esse conjunto de fatores faz com que milhares de brasileiros iniciem a formação médica em universidades argentinas todos os anos.
O curso de Medicina na Argentina é estruturado em ciclos de formação, combinando disciplinas básicas, clínicas e estágios supervisionados.
Em geral, o ingresso ocorre por meio de inscrição direta na universidade, sem a prova de vestibular tradicional.
Assim, algumas instituições aplicam cursos introdutórios ou ciclos de nivelamento (fique tranquilo que a gente explica isso mais a fundo abaixo).
O ensino é presencial e integral, com carga horária elevada, o que exige dedicação exclusiva do estudante.
As aulas são em espanhol, tornando o domínio do idioma um requisito essencial para acompanhar o curso.
Ao se inscrever em uma universidade argentina, o estudante não inicia o curso de graduação imediatamente.
Antes disso, é obrigatório cursar o Ciclo Básico Comum (CBC), etapa exigida para candidatos argentinos e estrangeiros que desejam ingressar em universidades públicas do país.
Funciona mais ou menos assim: esse ciclo preparatório universitário e as disciplinas cursadas passam a integrar o histórico acadêmico do estudante.
A duração média é de cerca de seis meses (até um ano).
Durante o ciclo, são aplicadas avaliações periódicas chamadas de Parciales, com notas de 0 a 10 em cada disciplina.
Para ser aprovado, o estudante deve cursar todas as matérias previstas e alcançar média mínima de 7 pontos.
A duração média do curso de Medicina na Argentina é de 6 a 7 anos, incluindo:
A estrutura é semelhante à brasileira, embora algumas universidades organizem os ciclos de forma diferente.
No Brasil, a duração média também é de 6 anos, o que mantém equivalência na formação geral.
O custo do curso de Medicina na Argentina varia conforme a instituição escolhida.
Enquanto as universidades públicas não cobram mensalidade, as instituições privadas possuem valores definidos por ano ou por ciclo acadêmico.
Na Universidad Barceló, por exemplo, uma das instituições privadas procuradas por estudantes brasileiros, os valores informados para o curso de Medicina são:
Com isso, os valores da Universidad Barceló em reais ficam aproximadamente assim:
Os valores são aproximados, calculados pela taxa de conversão atual, que pode variar conforme o câmbio do dia e o método de pagamento utilizado (bancos, casas de câmbio ou serviços de transferência).
Além das mensalidades, o estudante deve considerar os custos para se manter no país, como moradia, alimentação, transporte e materiais acadêmicos, certo?
Ainda assim, em muitos casos, deu para perceber que o investimento total mensal é abaixo do valor cobrado por faculdades privadas de Medicina no Brasil.
+ Certificação Internacional: veja os diferenciais da formação
Sim. Universidades públicas argentinas, como a Universidad de Buenos Aires (UBA), oferecem o curso de Medicina sem cobrar mensalidade.
O estudante paga apenas taxas administrativas e custos de manutenção pessoal.

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O processo para entrar em uma faculdade de Medicina na Argentina costuma ser mais simples que no Brasil, mas exige organização (principalmente, na parte de documentação) e preparo linguístico, afinal, é preciso dominar o espanhol.
Em linhas gerais, o passo a passo para conseguir isso envolve:
Por isso, ter o acompanhamento de uma assessoria especializada ajuda a evitar erros no processo e agiliza a adaptação à vida universitária na Argentina.
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Sim. O diploma de médico conseguido na Argentina permite solicitar atuação profissional no Brasil, desde que a pessoa seja aprovada no Revalida, o exame oficial de revalidação de diplomas estrangeiros aplicado pelo governo brasileiro.

O processo envolve análise documental do diploma, uma prova teórica e uma prova prática de habilidades clínicas.
Após a aprovação, o profissional pode registrar o diploma no Conselho Regional de Medicina e exercer a profissão no país.
A escolha depende dos objetivos do estudante. Em geral, a formação na Argentina é uma alternativa viável para:
Tudo, na verdade, depende de você considerar planejamento financeiro, adaptação cultural e comprometimento acadêmico quando for tomar essa decisão.
Você sabia que a Quero Bolsa tem uma parceria com a Interar, uma assessoria estudantil que ajuda brasileiros a estudarem Medicina na Argentina?
Esse suporte vai desde o auxílio com toda a documentação necessária para fazer a faculdade até todo o processo para garantir a sua entrada no curso.
Se você se interessou, é só clicar no botão abaixo para conferir como as coisas funcionam: