
O que é SUNY? Conheça a State University of New York e o programa executivo nos EUA
| 10/09/26Entenda o que é a SUNY, como funciona o programa executivo em janeiro e por que a experiência inclui uma visita à sede da ONU.
Entenda o que é a SUNY, como funciona o programa executivo em janeiro e por que a experiência inclui uma visita à sede da ONU.
Em resumo:
Veja mais informações a seguir!

Quando me tornei professor e coordenador dos programas internacionais na State University of New York (SUNY), uma das primeiras experiências que chamou a atenção dos participantes brasileiros foi a visita à sede das Nações Unidas, em Nova York.
Depois de três semanas discutindo gestão estratégica em uma universidade americana, os participantes chegam a um dos principais fóruns multilaterais do mundo. A experiência ajuda a ampliar a percepção sobre escala, governança e impacto das decisões.
Para profissionais que lideram projetos e organizações no Brasil, essa combinação entre formação acadêmica e contato com instituições internacionais pode trazer novas referências para pensar estratégia e execução.
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A State University of New York, conhecida pela sigla SUNY, é o maior sistema universitário público dos Estados Unidos.
Fundado em 1948, o sistema reúne 64 campi e cerca de 387 mil estudantes em instituições distribuídas pelo estado de Nova York.
A SUNY reúne diferentes perfis de instituições, incluindo:
A dimensão do sistema ajuda a entender sua relevância no ensino superior americano. A SUNY está presente em praticamente todos os condados do estado de Nova York.
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O programa internacional para profissionais brasileiros acontece nos campi de New Paltz e Albany, em janeiro.
Albany é a capital do estado de Nova York e fica a cerca de duas horas de Manhattan. Já New Paltz está localizada no Hudson Valley, região conhecida por sua importância histórica e cultural.
As duas cidades oferecem uma experiência diferente da rotina de Nova York. Ao mesmo tempo, a localização permite aos participantes conhecer outras regiões do Nordeste dos Estados Unidos durante a permanência no país.
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O programa se chama Competitive Project Management e é coordenado por mim em parceria com a IBS Americas.
As aulas são ministradas em inglês e reúnem participantes de diferentes países. Brasileiros estudam ao lado de profissionais de outras partes da América Latina, Europa e Ásia.
O formato também busca aproveitar a experiência profissional dos participantes. A discussão de casos reais ganha outra dimensão quando a turma reúne executivos que já enfrentaram problemas relacionados a gestão de projetos, portfólios, recursos, cronogramas e stakeholders.
O perfil esperado é de profissionais com pelo menos cinco anos de experiência relevante e formação equivalente a MBA.
Ao final do programa, o participante recebe o diploma físico em uma cerimônia formal de formatura.
Candidatos que atendem aos critérios do programa podem ter acesso a bolsas de até 60%, disponibilizadas por meio da IBS Americas.
Para consultar as condições, o processo de candidatura e a disponibilidade de bolsas, é necessário entrar em contato com a instituição responsável pelo programa.
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A experiência tem duração de três semanas em janeiro e é dividida entre os campi de New Paltz e Albany.
A programação combina aulas e discussões de casos reais apresentados pelos próprios participantes.
Essa dinâmica é particularmente relevante em uma turma formada por profissionais experientes. Um caso sobre gestão de portfólio, por exemplo, pode ser analisado a partir de situações que os próprios participantes já vivenciaram em suas organizações.
Entre os temas que podem aparecer nesse tipo de discussão estão:
A proposta é conectar conceitos acadêmicos com problemas encontrados no ambiente profissional.
A visita à sede das Nações Unidas (ONU), em Nova York, é uma das atividades previstas no programa.
O complexo da ONU está localizado em Manhattan e abriga espaços relacionados ao funcionamento de diferentes órgãos da organização, incluindo o Conselho de Segurança, a Assembleia Geral e o Conselho Econômico e Social.

Para profissionais envolvidos com projetos, governança, inovação ou transformação organizacional, a visita permite observar um contexto de tomada de decisão muito diferente daquele encontrado em uma empresa.
A ONU reúne 193 países em torno de diferentes agendas e interesses. Isso cria desafios relacionados à coordenação, negociação, governança e tomada de decisões em ambientes complexos.
A experiência também permite levar questões do ambiente corporativo para uma escala internacional:
Essas perguntas fazem parte do próprio exercício de pensar estrategicamente.
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Estratégia não termina na definição de objetivos. Ela precisa ser executada.
Observar como instituições internacionais lidam com diferentes interesses, restrições e níveis de governança pode ajudar profissionais a ampliar sua visão sobre execução estratégica.
No caso da ONU, o desafio envolve coordenar interesses de 193 países em torno de objetivos comuns. Essa escala apresenta problemas de governança e coordenação que também aparecem, em proporções diferentes, em grandes empresas e organizações.
A experiência, portanto, não se resume a conhecer um ponto turístico de Nova York. A visita faz parte de uma jornada de aprendizagem que conecta gestão estratégica, governança e tomada de decisão.
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Quem participa do programa também precisa considerar as condições climáticas.
Janeiro é inverno em Albany, e as temperaturas podem ficar abaixo de zero. A média fica próxima de -3°C, enquanto as mínimas podem chegar a cerca de -15°C nos dias mais frios.
Por isso, preparar uma mala adequada para o inverno americano é importante.
Roupas térmicas, casacos apropriados, luvas, gorros e calçados adequados podem fazer diferença durante a permanência na região.
A experiência também inclui aspectos cotidianos do inverno no Nordeste americano, como neve, temperaturas baixas e ambientes internos aquecidos.
A localização de New Paltz e Albany permite explorar diferentes destinos durante os períodos livres.
Entre as possibilidades estão:
Os tempos de deslocamento variam conforme o meio de transporte, o trânsito e as condições climáticas.
Para profissionais que ainda não conhecem o Nordeste dos Estados Unidos, a experiência também permite entrar em contato com uma região marcada por centros econômicos, universidades e instituições internacionais.
Uma formação internacional pode ser avaliada por diferentes aspectos. O conteúdo acadêmico é um deles, mas a experiência também envolve contato com profissionais de outros países, ambientes universitários, instituições internacionais e novas referências de gestão.
No caso do programa da SUNY, a combinação entre aulas, discussão de casos, convivência internacional e visita à ONU cria diferentes oportunidades de aprendizado.
Para quem trabalha com projetos, estratégia, inovação ou transformação organizacional, essas experiências podem ajudar a ampliar a forma de enxergar problemas e tomar decisões.
Uma credencial internacional faz mais sentido quando está associada a uma experiência capaz de transformar a maneira como o profissional pensa e atua.
Para consultar informações sobre o Competitive Project Management, critérios de participação e disponibilidade de bolsas, acesse a página do programa na IBS Americas ou entre em contato diretamente com a instituição.
Acompanhe a série Carreira Internacional, publicada no Substack do Prof. Mario Trentim, com artigos sobre como executivos brasileiros estão construindo experiências e credenciais internacionais nos Estados Unidos.

Mario H. Trentim é membro do Board of Directors do PMI, Reitor da Allevo Tech / Qeevo Group, doutorando do ITA e autor de 13 livros sobre gestão e execução estratégica.
Atua como conselheiro e conector estratégico em organizações em transformação.


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