Começar a estudar para o Enem no início do Ensino Médio ajuda a construir base, rotina e confiança, sem precisar de pressão excessiva;
A preparação para o Enem acontece aos poucos, criando hábitos de estudo e entendendo o formato da prova ao longo dos anos;
Escolher uma escola faz diferença nos resultados, e é possível encontrar boas opções com bolsas de estudo para tornar essa preparação mais acessível.
Pode parecer cedo demais para falar sobre o Enem 2026, principalmente para quem ainda está no início do Ensino Médio. Mas a verdade é que entender quando começar a estudar para o Enem pode fazer toda a diferença no resultado lá na frente.
Com a divulgação dos resultados do Enem, inscrição Sisu, e outros vestibulares nos últimos dias, uma pergunta começa a rondar a cabeça de muitos pais e estudantes: quando começar a se preparar?
Se seu filho ou filha está começando o Ensino Médio agora ou entrando no último ano, é normal sentir ansiedade ao pensar no Enem. A boa notícia é que a preparação para o vestibular não precisa começar com pressão, mas com planejamento e clareza.
Se esse é o seu caso, continue a leitura e descubra como se preparar para o Enem, montar um plano de estudos eficiente e criar uma rotina de estudos para o Enem desde o início do Ensino Médio.
Neste artigo você vai ver:
Qual o tempo ideal para começar a estudar para o Enem?
Como posso começar a estudar para o Enem 2026?
Quais os conteúdos do Enem 2026?
O que vai mudar no Enem 2026?
Como escolher uma escola que prepare melhor para o Enem?
Qual o tempo ideal para começar a estudar para o Enem?
O tempo ideal para começar a estudar para o Enem é no início do Ensino Médio. Mas calma: isso não significa viver em função da prova desde o primeiro dia de aula.
Quando falamos em preparação para o Enem, estamos falando de um processo gradual, que respeita a fase escolar do estudante e ajuda a construir uma base sólida de conhecimentos e hábitos de estudo ao longo dos anos.
Na prática, estudar para o Enem no Ensino Médio não é igual em todos os anos. A forma de se preparar muda conforme o aluno avança na escola, e entender isso ajuda a reduzir a ansiedade e tornar o aprendizado mais eficiente.
Como a prova é baseada nos conteúdos curriculares do Ensino Médio, uma sugestão de plano de estudos em cada ano pode incluir:
1º ano do Ensino Médio: construção da base e hábitos de estudo
No 1º ano, o foco não deve ser “estudar para a prova”, mas sim construir a base que o Enem exige. É o momento ideal para:
Desenvolver uma boa rotina de estudos para o Enem, ainda que leve;
Criar o hábito da leitura, essencial para interpretação de texto e redação;
Fortalecer conteúdos fundamentais de Matemática, Língua Portuguesa e Ciências;
Aprender a organizar o tempo e estudar com constância.
Aqui, a preparação acontece quase de forma indireta. Um aluno que acompanha bem as aulas, lê com frequência e cria bons hábitos já está se preparando para o Enem, mesmo sem perceber.
2º ano do Ensino Médio: aprofundamento e conexão dos conteúdos
No 2º ano, a preparação começa a ganhar mais intenção. É o momento de aprofundar os conteúdos e entender como eles se conectam entre si, algo muito cobrado no Enem.
Esse também é o momento de ter um contato mais prático com o exame por meio do Enem treineiro, avaliando os resultados sem a pressão da nota.
Nessa fase, vale:
Revisar conteúdos do 1º ano e consolidar o que foi aprendido;
Começar a entender a lógica das questões do Enem;
Montar um plano de estudos para o Enem mais estruturado;
Inserir exercícios e provas anteriores de forma gradual;
Participar do Enem como treineiro, para conhecer o formato da prova, o tempo, o nível de cobrança e o próprio desempenho.
O objetivo aqui não é acelerar, mas ganhar repertório e segurança para o último ano.
3º ano do Ensino Médio: revisão, prática e estratégia de prova
Revisão dos principais conteúdos cobrados no Enem;
Resolução frequente de questões e simulados;
Treino de redação com foco nos critérios da prova;
Ajustes finais na rotina de estudos, respeitando limites e descanso.
Aqui, entender como se preparar para o Enem faz toda a diferença: não é só estudar mais, mas estudar melhor, com foco e estratégia.
Como posso começar a estudar para o Enem 2026?
O mais importante para começar a estudar para o Enem é dar os primeiros passos com organização, entendendo como a prova funciona e criando uma rotina de estudos que caiba na realidade do estudante ao longo do Ensino Médio.
Abaixo, você encontra um caminho simples e possível para iniciar essa preparação desde já.
1- Entenda o formato do Enem
Antes de montar qualquer plano de estudos, é fundamental saber como é a prova do Enem. Isso ajuda a estudar com mais foco, menos ansiedade e também a evitar surpresas quando a prova finalmente chegar.
O Enem é dividido por áreas do conhecimento, baseado nos conteúdos do Ensino Médio definidos pela BNCC. Mas, além dos conteúdos, o exame cobra interpretação, raciocínio, leitura atenta e a capacidade de relacionar diferentes informações.
As questões costumam trazer textos longos, gráficos, situações do cotidiano e problemas contextualizados, exigindo que o estudante pense, analise e tome decisões, e não apenas memorize fórmulas ou datas.
2 – Organize uma rotina de estudos realista
Um erro comum é achar que estudar para o Enem significa passar horas por dia nos livros. Na prática, constância vale mais do que intensidade.
Para começar:
Prefira um estudo contínuo ao longo da semana;
Evite maratonas de última hora, que geram cansaço e frustração;
Defina horários possíveis dentro da rotina escolar;
Monte uma rotina de estudos para o Enem que seja sustentável.
Mesmo 30 a 40 minutos por dia, bem aproveitados, fazem diferença quando mantidos com regularidade.
3 – Use o Ensino Médio como aliado
O conteúdo cobrado no Enem vem diretamente do que é trabalhado ao longo do Ensino Médio. Por isso, não faz sentido separar “estudo da escola” de “estudo para o Enem”.
Algumas boas práticas:
Aproveitar aulas, trabalhos e avaliações como parte da preparação;
Tirar dúvidas com professores desde cedo;
Revisar conteúdos vistos em sala com foco no entendimento;
Relacionar o que aprende na escola com questões do Enem.
4 – Comece com pequenos hábitos
A preparação para o Enem 2026 começa com hábitos simples, que podem ser incorporados aos poucos na rotina do estudante.
Vale investir em:
Leitura frequente, para melhorar interpretação de texto e repertório;
Resolução gradual de questões do Enem, mesmo sem pressão;
Contato constante com diferentes tipos de texto e temas atuais;
Organização do material de estudo.
Esses pequenos passos criam uma base sólida e facilitam muito o aprofundamento dos conteúdos.
Quais os conteúdos do Enem 2026?
O Enem 2026 cobra conteúdos que já fazem parte do currículo do Ensino Médio, seguindo as diretrizes da BNCC. Ou seja: não se trata de aprender tudo do zero, mas de consolidar e saber aplicar o que o estudante vê ao longo dos anos na escola.
Para facilitar a organização dos estudos, os conteúdos do Enem são divididos em grandes áreas do conhecimento:
Linguagens e Códigos: leitura e interpretação de textos, língua portuguesa, literatura, língua estrangeira, artes e educação física, sempre com foco na compreensão de diferentes linguagens e contextos;
Matemática: resolução de problemas, raciocínio lógico, interpretação de gráficos e tabelas e aplicação da matemática em situações do cotidiano;
Ciências da Natureza: conteúdos de biologia, física e química de forma integrada, relacionando ciência, tecnologia, meio ambiente e saúde;
Ciências Humanas: história, geografia, sociologia e filosofia, com ênfase na análise crítica de contextos sociais, culturais, políticos e econômicos;
Redação: produção de um texto dissertativo-argumentativo sobre um tema atual, avaliando argumentação, organização das ideias e domínio da norma culta da língua portuguesa.
O que vai mudar no Enem 2026?
Até o momento, não há mudanças oficialmente confirmadas para o Enem 2026. Qualquer alteração no formato, no conteúdo ou nas regras do exame só pode ser considerada válida quando édivulgada pelo Inep, órgão responsável pela prova.
Por isso, é importante ter atenção: em anos de Enem, surgem muitos boatos e “novidades” nas redes sociais que acabam gerando ansiedade desnecessária nos estudantes.
O que costuma mudar de um ano para o outro?
Mesmo sem grandes reformulações, alguns ajustes pontuais podem acontecer, como:
atualizações na correção da redação ou nos critérios de avaliação;
adequações no exame conforme diretrizes educacionais mais recentes.
Essas informações sempre aparecem no edital oficial do Enem, publicado todos os anos pelo Inep.
O que não muda no Enem?
Independentemente do ano, o Enem mantém uma base muito clara. A prova continua avaliando:
habilidades de interpretação e leitura crítica;
capacidade de resolver problemas e aplicar conhecimentos;
conteúdos alinhados ao currículo do Ensino Médio e à BNCC;
argumentação, organização de ideias e domínio da escrita na redação.
Ou seja, quem começa a se preparar desde já, focando em compreensão, prática constante e construção de repertório, não perde tempo — mesmo que algum ajuste aconteça no futuro.
A melhor estratégia é acompanhar oscanais oficiais do Inep e seguir estudando com consistência, sem se deixar levar por informações não confirmadas.
Como escolher uma escola que prepare melhor para o Enem?
Como vimos, a preparação para o Enem 2026 não acontece só nos meses que antecedem a prova.
Ela começa na qualidade do Ensino Médio, na forma como a escola trabalha os conteúdos, estimula o pensamento crítico e cria uma rotina de estudos consistente ao longo dos anos.
A boa notícia é que existem escolas particulares com forte preparação para o Enem que também oferecem bolsas de estudo — o que torna esse investimento mais acessível para muitas famílias.
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