
Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2026: datas, tema e atividades para escolas
| 16/10/26SNCT 2026: datas, tema e atividades para escolas.
SNCT 2026: datas, tema e atividades para escolas.
Com o tema “Ciência Delas”, a SNCT 2026 incentiva escolas e famílias a aproximarem crianças e adolescentes da pesquisa científica.
Em resumo:
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A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, também conhecida pela sigla SNCT, é um evento de divulgação científica coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
Criada em 2004, a iniciativa reúne escolas, universidades, institutos de pesquisa, museus, órgãos públicos e organizações da sociedade civil. O objetivo é aproximar a ciência e a tecnologia da população por meio de atividades acessíveis.
Na Educação Básica, a semana pode transformar assuntos estudados em sala em experiências práticas. Os estudantes podem observar fenômenos, formular perguntas, testar hipóteses, registrar resultados e apresentar descobertas.
A programação nacional da SNCT 2026 acontece de 26 de outubro a 1º de novembro de 2026, conforme a chamada oficial publicada pelo CNPq.
Algumas instituições realizam atividades antes ou depois desse período. Por isso, as datas de feiras, oficinas e visitas podem variar conforme o estado, o município ou a escola.
A programação local deve ser confirmada nos canais das instituições participantes e no portal oficial da SNCT.
O tema da 23ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia é “Ciência Delas”. A proposta destaca a participação de mulheres na produção, na aplicação e na divulgação do conhecimento científico.
O texto-base da SNCT 2026 apresenta contribuições de cientistas como Marie Curie, Ada Lovelace, Jaqueline Goes de Jesus, Chu Ming Silveira, Katalin Karikó e Grace Hopper.
A pauta permite mostrar aos estudantes que as mulheres participaram de avanços ligados à saúde, à computação, à comunicação, à agricultura e a tecnologias presentes no cotidiano.
A Revista Quero também reúne histórias de mulheres cientistas que transformaram diferentes áreas do conhecimento.
A Semana da Ciência e Tecnologia cria oportunidades para que a ciência seja apresentada como uma forma de investigar o mundo, e não apenas como um conjunto de conteúdos para memorizar.
Ao participar de um projeto, o estudante precisa fazer perguntas, procurar fontes, organizar informações, comparar resultados e explicar conclusões. Essas ações ajudam a desenvolver raciocínio crítico, comunicação, criatividade e colaboração.
O tema “Ciência Delas” também amplia as referências oferecidas a meninas e meninos. A atividade não precisa limitar as mulheres ao papel de biografias históricas: elas podem aparecer como pesquisadoras atuais, professoras, técnicas, inventoras e produtoras de saberes locais.
As propostas devem considerar a idade dos estudantes, os objetivos pedagógicos e os recursos disponíveis. Uma atividade simples e bem investigada pode ser mais significativa do que uma demonstração complexa.
| Etapa de ensino | Sugestão de atividade | Aprendizagens mobilizadas |
| Educação Infantil | Observar plantas, sementes, sombras ou mudanças do tempo | Curiosidade, comparação e registro por desenhos |
| Anos iniciais do Ensino Fundamental | Criar um mural sobre invenções desenvolvidas por mulheres | Pesquisa, leitura, escrita e comunicação |
| Anos finais do Ensino Fundamental | Investigar um problema ambiental da escola ou do bairro | Formulação de hipóteses, coleta de dados e trabalho em equipe |
| Ensino Médio | Desenvolver projetos sobre saúde, tecnologia, sustentabilidade ou inclusão | Análise de evidências, argumentação e apresentação científica |
| Todas as etapas | Organizar uma feira de ciências com participação das famílias | Protagonismo estudantil e divulgação científica |
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Cada turma pode pesquisar uma cientista, sua área de atuação, o problema estudado e a contribuição produzida. O resultado pode assumir a forma de cartaz, podcast, vídeo curto, linha do tempo ou apresentação oral.
Além de nomes conhecidos internacionalmente, a escola pode procurar pesquisadoras brasileiras e profissionais da própria comunidade. Universidades, hospitais, institutos, empresas de tecnologia e organizações ambientais podem ajudar a localizar essas referências.
A atividade pode começar com uma pergunta observável, como:
O estudante deve registrar o que pretende descobrir, quais dados serão coletados e o que os resultados permitem concluir. Quando a hipótese não se confirma, o processo ainda produz aprendizagem científica.
A escola pode organizar a feira em cinco etapas:
A feira não precisa premiar somente projetos visualmente impressionantes. A avaliação pode considerar a qualidade da pergunta, o uso de evidências, a participação dos estudantes e a capacidade de explicar o que foi aprendido.
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Pais e responsáveis podem visitar eventos, ajudar na pesquisa de fontes, conversar sobre profissões científicas e estimular perguntas sobre situações do dia a dia.
Também é possível realizar atividades simples em casa, como observar o céu, acompanhar a germinação de uma planta, comparar materiais ou pesquisar a história de uma invenção.
O adulto deve orientar sem entregar respostas prontas. Perguntas como “o que mudou?”, “como isso poderia ser testado?” e “qual evidência sustenta essa conclusão?” ajudam a criança a organizar o pensamento.
Toda experiência deve ser adequada à idade e acompanhada por um adulto responsável. Produtos tóxicos, fogo, recipientes pressurizados, instalações elétricas e substâncias sem identificação não devem ser utilizados em atividades improvisadas.
A escola também deve verificar alergias, equipamentos de proteção, descarte de materiais e acessibilidade. Vídeos da internet não substituem orientações de segurança nem planejamento pedagógico.
A programação varia entre estados e municípios. Institutos federais, universidades, museus, secretarias de educação e centros de ciência costumam divulgar suas próprias agendas.
Os responsáveis podem consultar o portal da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia e os canais oficiais das instituições locais. Na chamada do CNPq, os eventos apoiados devem ser gratuitos e abertos à comunidade.
Antes da visita, é importante confirmar endereço, horário, faixa etária, necessidade de inscrição e regras para grupos escolares.
A programação nacional está prevista para ocorrer de 26 de outubro a 1º de novembro de 2026. Atividades locais podem acontecer em outras datas.
O tema é “Ciência Delas”, dedicado à participação e ao protagonismo das mulheres na ciência, na tecnologia e na inovação.
No Brasil, o nome oficial é Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. “Semana da Ciência e Tecnologia” é uma forma abreviada usada em algumas buscas e programações locais.
Não. A SNCT é uma mobilização educativa e científica, não um feriado nacional.
Sim. A escola pode realizar feira de ciências, oficinas, exposições, rodas de conversa e projetos interdisciplinares, desde que as atividades sejam seguras e apropriadas às turmas.
Não. Observações da natureza, pesquisas sobre o bairro, entrevistas, análise de dados e investigações com materiais simples também permitem trabalhar o método científico.
A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2026 permite transformar curiosidade em investigação e valorizar mulheres que participam da construção do conhecimento.
Para as famílias, a data também ajuda a observar como a escola trabalha projetos, experimentação, tecnologia e protagonismo estudantil. Esses aspectos podem fazer parte da análise da proposta pedagógica ao escolher uma escola.
Na busca por uma instituição que estimule essas experiências, responsáveis podem comparar opções de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio e pesquisar bolsas escolares disponíveis.
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