
Mario Trentim reúne 465 mil alunos em 48 cursos no LinkedIn Learning
| 24/08/26Mario Trentim reúne 465 mil alunos em 48 cursos no LinkedIn Learning, com conteúdos sobre gestão de projetos, liderança, estratégia e IA.
Entenda o que é o Adapt OS, framework de gestão criado por Mario Trentim para conectar estratégia e execução em organizações que enfrentam ambientes de alta incerteza.
Em resumo:
Veja mais informações a seguir!

Transformar uma estratégia definida pela organização em resultados concretos continua sendo um desafio para empresas de diferentes setores.
Um estudo publicado por Michael Mankins e Richard Steele na Harvard Business Review, em 2005, apontou que as empresas entregavam, em média, 63% do desempenho financeiro prometido por suas estratégias.
O cenário descrito no estudo ganhou outra dimensão com a redução dos ciclos de mudança em diferentes mercados.
Organizações passaram a precisar revisar decisões com mais frequência, enquanto modelos de planejamento estratégico continuam, em muitos casos, estruturados em ciclos anuais ou semestrais.
É nesse contexto que Mario H. Trentim desenvolveu o Adapt OS. A proposta é criar um sistema de gestão capaz de conectar planejamento, tomada de decisão e execução em ambientes nos quais as condições externas podem mudar durante a implementação de uma estratégia.
O framework não foi criado para substituir metodologias já utilizadas pelas empresas.
A proposta é funcionar como uma camada de integração entre ferramentas como OKR, Balanced Scorecard (BSC), metodologias ágeis e processos de planejamento estratégico.
Segundo a proposta apresentada por Trentim, diferentes ferramentas de gestão atendem a necessidades específicas das organizações.
O PMBOK, o BSC, os OKRs e as metodologias ágeis, por exemplo, possuem objetivos e aplicações diferentes.
O problema identificado pelo framework está na falta de integração entre essas abordagens quando elas são utilizadas dentro de uma mesma organização.
O Adapt OS parte dessa lacuna.
A ideia é estabelecer uma estrutura capaz de conectar as diferentes práticas e criar uma lógica comum para decisões e execução.
O framework, portanto, não pretende substituir as ferramentas existentes, mas organizar a relação entre elas.
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O Adapt OS é apresentado como um “sistema operacional de gestão”. A comparação busca explicar a função do framework dentro das organizações.
Em um computador, o sistema operacional fornece uma infraestrutura para que diferentes programas funcionem em conjunto.
No ambiente empresarial, o Adapt OS pretende cumprir função semelhante ao conectar diferentes métodos e processos de gestão.
Na prática, isso significa que uma empresa pode continuar utilizando OKRs, planejamento estratégico e práticas ágeis, enquanto adota uma estrutura comum para orientar decisões, governança e execução.
A proposta é direcionada principalmente a organizações que precisam tomar decisões em contextos de mudança frequente.
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O framework é estruturado em quatro princípios.
O primeiro princípio considera que, em ambientes de alta incerteza, a capacidade de aprender rapidamente pode ser mais importante do que aumentar a precisão de um planejamento elaborado com base em informações que podem mudar.
A lógica é utilizar os resultados da execução para atualizar decisões e estratégias.
O segundo princípio propõe ciclos mais frequentes para decisões de médio e alto impacto.
Em vez de concentrar avaliações em períodos anuais ou semestrais, a organização pode estabelecer ritmos mais curtos para acompanhar mudanças e revisar decisões.
O terceiro princípio está relacionado à governança. A proposta é reduzir estruturas e etapas que aumentam o tempo necessário para tomar uma decisão sem contribuir proporcionalmente para sua qualidade.
A governança deve estabelecer mecanismos de coordenação sem criar obstáculos desnecessários à execução.
O quarto princípio envolve a distribuição das decisões operacionais.
A proposta considera que decisões tomadas próximas do contexto em que os problemas ocorrem podem responder mais rapidamente às mudanças.
A descentralização, porém, não significa ausência de alinhamento. A estrutura precisa definir responsabilidades, limites e critérios de decisão.
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O framework parte do diagnóstico dos problemas de execução de cada organização.
Por isso, sua aplicação pode variar de acordo com o setor, o porte e o nível de maturidade da empresa.
O material apresenta três situações para ilustrar essa aplicação.
Em uma empresa do setor de energia com operações em diferentes estados, o problema identificado estava relacionado à demora na tomada de decisões operacionais.
As solicitações passavam por diferentes níveis hierárquicos, mesmo quando essas instâncias não tinham informações suficientes sobre o contexto local.
A aplicação dos princípios de governança lean e execução distribuída levou à reorganização dos níveis de decisão.
A mudança estabeleceu quais decisões deveriam ser tomadas em cada nível, quais informações seriam necessárias e em que frequência os assuntos deveriam ser avaliados.
O objetivo foi aumentar a velocidade de resposta sem alterar o alinhamento estratégico.
Em uma organização pública, o problema era diferente.
A instituição tinha uma estrutura de planejamento consolidada, mas a revisão estratégica ocorria anualmente.
O ritmo era incompatível com um ambiente regulatório que apresentava mudanças em ciclos menores.
Nesse caso, os princípios de velocidade de aprendizado e ciclo curto de decisão foram utilizados para criar uma rotina intermediária de revisão.
A estratégia formal não precisava ser modificada a cada mudança. A organização passou a contar com um mecanismo para avaliar alterações no contexto e realizar ajustes durante a execução.
Em empresas de médio porte que crescem rapidamente, um dos problemas apresentados é a diferença entre o ritmo de expansão do negócio e a maturidade dos processos de gestão.
Decisões que antes eram tomadas diretamente pelo fundador precisam ser distribuídas entre outros líderes.
Ao mesmo tempo, a distribuição das responsabilidades precisa preservar a coerência entre as diferentes áreas.
Nesse contexto, o Adapt OS propõe uma evolução da estrutura de gestão sem exigir a adoção imediata de sistemas considerados excessivamente complexos para o estágio da empresa.
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A proposta do Adapt OS também altera a forma como os líderes distribuem seu tempo.
Segundo o material, a mudança não está necessariamente na quantidade de compromissos da agenda, mas no tipo de decisão que chega aos gestores.
Quando problemas recorrentes de coordenação passam a ser tratados por estruturas e processos, os líderes podem concentrar mais tempo em decisões de maior impacto.
A coordenação continua existindo, mas deixa de depender da participação constante da liderança em questões operacionais.
O framework desenvolvido por Trentim não surgiu de forma isolada. A proposta apresenta convergências com estudos sobre burocracia, agilidade organizacional, tomada de decisão e execução estratégica.
Gary Hamel e Michele Zanini, por exemplo, discutem em Humanocracy os efeitos da burocracia sobre organizações e defendem modelos com maior distribuição de autoridade.
Donald Sull e Kathleen Eisenhardt, em Simple Rules, analisam o uso de regras simples e adaptáveis em ambientes complexos e com alto grau de incerteza.
O material também relaciona o Adapt OS a estudos da McKinsey sobre agilidade organizacional, especialmente à combinação entre velocidade de decisão e clareza de propósito.
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Uma das questões apresentadas pelo framework é a adaptação de modelos de gestão a ambientes com diferentes níveis de previsibilidade institucional.
O material aponta que frameworks desenvolvidos em contextos mais previsíveis podem enfrentar dificuldades de aplicação em organizações que lidam com mudanças regulatórias, econômicas e institucionais frequentes.
Nesse sentido, o Adapt OS busca incorporar experiências obtidas em diferentes países e setores para lidar com contextos de maior variabilidade.
A proposta também se relaciona à produção de frameworks desenvolvidos no Brasil.
Em vez de adaptar exclusivamente modelos estrangeiros, Trentim busca estruturar uma abordagem própria a partir de experiências acumuladas em diferentes contextos.
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A atuação de Trentim no Board of Directors do PMI é apresentada como parte da experiência de governança global que influencia o desenvolvimento do Adapt OS.
O PMI está presente em mais de 200 países, o que envolve diferentes culturas, regulações e condições de mercado.
Essa diversidade cria desafios relacionados à definição de padrões comuns e à necessidade de adaptação local.
Segundo o material, essa experiência contribui para o desenvolvimento dos princípios do framework.
O doutorado no ITA acrescenta uma frente acadêmica ao projeto. A pesquisa em Enterprise Agility permite analisar os conceitos relacionados ao Adapt OS dentro de um programa de pós-graduação em engenharia.
A proposta reúne, dessa forma, experiência profissional, atuação em governança global e pesquisa acadêmica.
O conteúdo relacionado ao Adapt OS está disponível em diferentes formatos.
A newsletter Adapt OS, publicada por Trentim no Substack, possui mais de 12 mil assinantes.
O conteúdo aborda problemas de gestão e execução a partir dos princípios do framework.
Trentim possui 48 cursos no LinkedIn Learning, com aproximadamente 465 mil alunos acumulados.
Os conteúdos relacionados à gestão e à execução estratégica fazem parte da base de conhecimento associada ao desenvolvimento do framework.
Os 13 livros publicados por Trentim sobre gestão e execução estratégica também fazem parte da trajetória que levou à construção do Adapt OS.
Segundo o material, as obras não foram produzidas especificamente como livros sobre o framework.
Elas abordam diferentes aspectos do problema de execução estratégica que posteriormente foram reunidos na proposta.
As palestras corporativas são apresentadas como um dos canais para organizações interessadas em conhecer ou aplicar os princípios do Adapt OS.
Nesse formato, os conceitos são relacionados aos desafios específicos de cada organização.
O livro Adapt OS 2027 está previsto para reunir e sistematizar o framework em uma publicação de referência.
A obra deverá apresentar os conceitos desenvolvidos a partir da experiência profissional e da pesquisa acadêmica de Trentim, com conteúdo direcionado a líderes, pesquisadores e profissionais de gestão.
O Adapt OS é um sistema operacional de gestão desenvolvido por Mario H. Trentim para organizações que precisam executar estratégias em ambientes de alta incerteza.
A proposta é integrar ferramentas como OKR, Agile e BSC a partir de princípios relacionados à velocidade de aprendizado, ciclos curtos de decisão, governança lean e execução distribuída.
Não. O Adapt OS foi desenvolvido como uma camada de integração entre metodologias existentes.
A organização pode continuar utilizando OKR, Agile, BSC e outras ferramentas enquanto adota o framework como estrutura de coordenação.
O framework foi construído a partir de experiências em mais de 40 países e em organizações de diferentes portes e setores.
O material cita empresas de médio porte, grandes empresas do setor de energia e organizações públicas.
A aplicação depende do contexto e dos problemas de execução identificados.
O doutorado de Trentim no ITA tem foco em Enterprise Agility e está relacionado ao estudo de organizações adaptativas.
A pesquisa funciona como uma frente acadêmica para testar e desenvolver conceitos relacionados ao framework.
O framework pode ser acompanhado por meio da newsletter Adapt OS no Substack, dos cursos de Mario Trentim no LinkedIn Learning, dos livros publicados pelo autor e das palestras corporativas.
O livro Adapt OS 2027 está previsto para sistematizar a proposta.
Mario H. Trentim tem formação em engenharia e construiu sua carreira nas áreas de gestão e estratégia.

Ao longo de duas décadas, acumulou experiências em organizações de diferentes setores, culturas e níveis de complexidade em mais de 40 países.
O trabalho também inclui a publicação de 13 livros sobre gestão e execução estratégica e a produção de 48 cursos no LinkedIn Learning, que somam aproximadamente 465 mil alunos.
Em 2025, Trentim foi eleito para o Board of Directors do Project Management Institute (PMI), organização internacional voltada à gestão de projetos.
O mandato é referente ao período de 2025 a 2027. Segundo o material-base, Trentim é o único brasileiro no Board nesse período.
A trajetória profissional foi acompanhada por uma pesquisa acadêmica. Em 2024, Trentim iniciou um doutorado no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em Engenharia Aeronáutica e Mecânica, com foco em Enterprise Agility.
A pesquisa está relacionada ao conceito de “Estratégia em Ação” e busca estudar organizações adaptativas. A previsão apresentada no material é de conclusão do doutorado em 2029.
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Mario Trentim reúne 465 mil alunos em 48 cursos no LinkedIn Learning, com conteúdos sobre gestão de projetos, liderança, estratégia e IA.

Mario Trentim atua com palestras e workshops sobre execução estratégica, inovação, governança e inteligência artificial para empresas e eventos.

Conheça os 13 livros de Mario Trentim e entenda como sua produção aborda gestão de projetos, estratégia, inovação e adaptação organizacional.