
Como trabalhar com DevOps: o que faz o profissional e como começar
| 07/08/26Saiba como trabalhar com DevOps, entenda o que faz esse profissional, quais práticas fazem parte da área e o que estudar para iniciar na carreira.
Saiba como trabalhar com DevOps, entenda o que faz esse profissional, quais práticas fazem parte da área e o que estudar para iniciar na carreira.
Em resumo:
Veja mais informações a seguir!

DevOps é uma abordagem de trabalho que integra atividades de desenvolvimento de software e operações de tecnologia.
O objetivo é criar processos que permitam desenvolver, testar, disponibilizar e monitorar aplicações de forma integrada.
O termo resulta da combinação das palavras development, desenvolvimento, e operations, operações.
Na prática, a área envolve profissionais e equipes responsáveis por diferentes etapas do ciclo de vida de uma aplicação.
Entre elas estão a criação do código, testes, configuração da infraestrutura, implantação, monitoramento e manutenção dos sistemas.
A automação é um dos elementos presentes nesse modelo. Processos que antes poderiam depender de atividades manuais podem ser executados por ferramentas e pipelines configurados pelas equipes.
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O profissional de DevOps atua na integração entre desenvolvimento, infraestrutura e operações.
As atividades podem variar de acordo com a empresa, o produto e a estrutura da equipe.
Entre as tarefas que podem fazer parte da rotina estão:
O profissional também pode trabalhar com infraestrutura como código, conhecida pela sigla IaC, que permite definir e gerenciar recursos de infraestrutura por meio de arquivos de configuração.
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Não é necessário ser desenvolvedor de software para começar em DevOps. Porém, conhecimentos de programação e scripts podem ser necessários em diferentes atividades da área.
Linguagens como Python, Bash, PowerShell e outras tecnologias podem ser utilizadas para automatizar tarefas, manipular arquivos, integrar sistemas e criar ferramentas.
Também é importante compreender conceitos de programação, como variáveis, estruturas condicionais, funções e lógica.
O nível de conhecimento necessário depende da função exercida. Um profissional focado em infraestrutura, por exemplo, pode ter uma rotina diferente de alguém responsável pela automação de pipelines e ferramentas de desenvolvimento.
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A principal diferença está no foco das atividades.
O desenvolvedor trabalha principalmente na criação e manutenção do software. Isso pode envolver escrever código, implementar funcionalidades, corrigir problemas e realizar testes.
Já o profissional de DevOps atua na integração entre desenvolvimento e operações, com atenção a infraestrutura, automação, implantação, monitoramento e processos relacionados ao ciclo de vida das aplicações.
As funções podem se relacionar. Desenvolvedores precisam compreender aspectos do ambiente em que suas aplicações serão executadas, enquanto profissionais de DevOps podem precisar entender código e processos de desenvolvimento.
Em algumas empresas, as responsabilidades também podem se sobrepor. Por isso, os nomes dos cargos e as atividades atribuídas a cada profissional podem variar.
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As práticas DevOps envolvem processos utilizados para integrar desenvolvimento e operações. Entre as principais estão:
A integração contínua, ou CI, consiste em integrar alterações de código ao repositório do projeto de forma frequente. Os processos podem incluir execução automática de testes para identificar problemas.
A entrega contínua utiliza automação para preparar alterações de software para disponibilização. Já a implantação contínua pode automatizar o processo de colocar essas alterações em produção.
Essas práticas fazem parte do conceito de CI/CD.
A infraestrutura como código permite configurar recursos de infraestrutura por meio de arquivos e ferramentas específicas. O método facilita a padronização e a automação de ambientes.
O monitoramento permite acompanhar aplicações, servidores, redes e outros componentes de um ambiente tecnológico.
Métricas e registros podem ser utilizados para identificar falhas e acompanhar o desempenho dos sistemas.
Containers permitem empacotar uma aplicação e suas dependências para que ela possa ser executada em diferentes ambientes.
O Docker é uma das tecnologias utilizadas nesse contexto.
A automação pode ser aplicada a diferentes etapas do desenvolvimento e das operações, como testes, implantação, configuração de servidores e gerenciamento de infraestrutura.
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Quem quer saber como trabalhar com DevOps pode começar pelos fundamentos de tecnologia antes de avançar para ferramentas específicas.
Uma possível sequência de estudos envolve:
A formação pode ser complementada por projetos práticos.
Criar um ambiente de testes, configurar uma aplicação em um servidor, automatizar uma implantação ou montar um pipeline de CI/CD são exemplos de atividades que ajudam a aplicar os conceitos estudados.
Sim. A computação em nuvem está presente em muitos ambientes DevOps, embora DevOps e cloud não sejam sinônimos.
Serviços de cloud permitem provisionar servidores, bancos de dados, redes, armazenamento e outros recursos por meio de plataformas e APIs. Isso possibilita automatizar parte do gerenciamento da infraestrutura.
Entre os conhecimentos que podem ser estudados estão conceitos relacionados a provedores como AWS, Microsoft Azure e Google Cloud, além de redes, segurança, armazenamento, máquinas virtuais, containers e serviços gerenciados.
As ferramentas utilizadas variam conforme a empresa e a arquitetura dos sistemas. Algumas categorias importantes são:
| Área | Exemplos de ferramentas |
|---|---|
| Controle de versão | Git |
| Containers | Docker |
| Orquestração | Kubernetes |
| CI/CD | Jenkins, GitHub Actions, GitLab CI/CD |
| Infraestrutura como código | Terraform, Ansible |
| Cloud | AWS, Azure, Google Cloud |
| Monitoramento | Prometheus, Grafana |
| Sistemas operacionais | Linux |
O objetivo não é aprender todas as ferramentas ao mesmo tempo. O mais importante no início é compreender os conceitos por trás delas e, depois, aplicar esses conhecimentos em projetos.
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Para entrar na área, o primeiro passo é construir uma base em infraestrutura e desenvolvimento de software.
Depois, o estudante pode escolher ferramentas de acordo com os conhecimentos que pretende aprofundar.
Uma estratégia possível é criar um projeto próprio que reúna diferentes conceitos. Por exemplo:
Esse tipo de projeto permite relacionar desenvolvimento, infraestrutura, automação e monitoramento em um mesmo ambiente.
Cursos de graduação e formação técnica em áreas de tecnologia também podem fornecer fundamentos importantes. Entre os cursos relacionados estão Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Sistemas de Informação, Ciência da Computação e Redes de Computadores.
O termo DevOps pode ser utilizado para descrever uma abordagem de trabalho, um conjunto de práticas e, no mercado, também aparece em nomes de cargos.
Por isso, vagas podem utilizar denominações como DevOps Engineer, engenheiro de DevOps, especialista DevOps ou profissional de DevOps.
As responsabilidades dependem da organização. Em algumas empresas, o cargo pode ter maior foco em cloud e infraestrutura. Em outras, pode envolver automação, CI/CD, containers, observabilidade ou segurança.
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O desenvolvedor tem como foco principal a criação e manutenção de software.
O profissional de DevOps atua na integração entre desenvolvimento e operações, com atividades relacionadas a infraestrutura, automação, implantação e monitoramento.
Entre as práticas estão integração contínua, entrega contínua, implantação contínua, automação, infraestrutura como código, uso de containers e monitoramento.
É recomendado começar por Linux, redes, Git, lógica de programação e scripts. Depois, o estudante pode avançar para CI/CD, containers, Kubernetes, cloud, infraestrutura como código e monitoramento.
Não é necessário ter o mesmo nível de programação de um desenvolvedor de software.
Porém, conhecimentos de programação e scripts podem ser utilizados para automação e integração de ferramentas.
Sim. Infraestrutura é uma das áreas relacionadas ao trabalho de DevOps. As atividades podem envolver servidores, redes, cloud, containers, automação e infraestrutura como código.
A entrada na área passa pela construção de conhecimentos em infraestrutura, cloud, automação e desenvolvimento de software.
O profissional pode começar pelos fundamentos de Linux, redes, Git e programação e, depois, avançar para ferramentas e práticas utilizadas no mercado.
A experiência prática também pode ser construída por meio de projetos próprios.
Nesse processo, o objetivo é compreender como diferentes componentes do ambiente tecnológico se relacionam, desde o código até a infraestrutura e o monitoramento da aplicação.
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