Apesar de o Ideb não ser um veredito definitivo, seus indicadores são uma importante ferramenta para acompanhar os avanços e retrocessos referentes à aprendizagem e à aprovação de alunos nas escolas, municípios e estados.
O índice serve também para avaliar a evolução das metas de qualidades estabelecidas no Plano Nacional de Educação (PNE) para a Educação Básica, conforme proposto no item 7:“
Fomentar a qualidade da Educação Básica em todas as etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem de modo a atingir as seguintes médias nacionais para o Ideb.”
De acordo com o MEC, o objetivo é que, até 2022 – data da próxima avaliação – o Brasil atinja as seguintes metas do Ideb:
- Ensino Fundamental Anos Iniciais = 6,0 pontos;
- Ensino Fundamental Anos Finais = 5,5 pontos;
- Ensino Médio = 5,2 pontos.
As pontuações acima correspondem a média do sistema educacional de países desenvolvidos da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), como Suécia, Inglaterra e Canadá.
Atualmente, as notas obtidas nas respectivas etapas de ensino são:
- Ensino Fundamental Anos Iniciais = 5,9 pontos;
- Ensino Fundamental Anos Finais = 4,9 pontos;
- Ensino Médio = 4,2 pontos.
Em 2007, ano em que o Ideb foi criado, a média nacional em cada ciclo escolar foi de 4,2, 3,8 e 3,5 pontos – respectivamente.
Desde então, o país melhorou 1,7 pontos no Ensino Fundamental I, 1,1 pontos no Ensino Fundamental II e 0,7 pontos no Ensino Médio. Baseado nos resultados presentes, a última etapa é a que necessita apresentar melhora mais elevada a fim de atingir a meta proposta para 2022.
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